Amigos listeiros:

Acaba de acabar o Encontro Nacional do PDT aqui em S�o Paulo Capital. Agora 
na plen�ria da manh� fui o relator do subgrupo "Transpar�ncia Eleitoral - a 
informatiza��o das elei��es brasileiras", que funcionou dentro da vertente "O 
Papel do Estado", na coleta de informa��es para o texto final do "Projeto 
Brasil Trabalhista" que ser� base para as elei��es municipais deste ano. 

Ontem, com a participa��o fundamental do professor Walter Del Picchia, do 
Roger Chadel, da Dra. Aparecida e do Amilcar, participamos todos da discuss�o 
da quest�o do voto eletronico dentro do grupo - de cerca de 20 pessoas 
procedentes de diversos estados, entre elas o presidente do Sindicato dos 
Trabalhadores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da Uni�o 
(Sindilegis), de Bras�lia, Ezequiel Nascimento, que ficou como secret�rio do 
grupo de trabalho.

Chadel, Walter, Amilcar, o Helio de Pinho e a Cida contribuiram para a 
discuss�o apresentando diversos questionamentos sobre a quest�o da urna 
eletronica. Amilcar, por sua vez, apresentou proposta que elaborou como forma 
de aperfei�oar o questionamento que o PDT tem feito ao longo dos anos sobre o 
processo eleitoral brasileiro.

Hoje, como relator, com a ajuda do Ezequiel - fiz pronunciamento no plen�rio 
do evento, para cerca de 500 ou mais pessoas (s�o mais de mil lugares) 
explicando tudo o que aconteceu. Historei a quest�o do voto eletronico (foram 
mais ou menos 10 minutos de fala��o), centrei fogo na quest�o do TSE 
concentrar os tres poderes e da necessidade de n�o s� ampliar essa discussao 
na sociedade, que de maneira geral desconhece os perigos, como 
tambem "partilhar" esses poderes concentrados no TSE.

Usei dois argumentos na minha explana��o: um do professor Walter, que � 
fundamental discutir o papel do voto eletronico quando se questiona o papel 
do Estado, porque antes de aprofundar a discussao sobre o papel do estado na 
economia, na educa��o, na cultura- etc, � fundamental que questionemos que 
governo � este que controla o estado que pode ser "eleito" via urna 
eletronica inaudit�vel. 

Usei tambem, entre outros, o argumento do Brunazo de que como � que 
podemos "fiscalizar" as elei��es se hoje o �rg�o fiscalizador, na pr�tica, � 
o mesmo que "faz" a elei��o, criar normas para ela e � tamb�m, quem "julga" 
os recursos dos que querem fiscalizar o fiscalizador. Como fica tudo isto.

Falei do avan�o dessa discussao nos EUA por conta da quest�o da fraude da 
Florida em 2000, do emepenho do dono da Diebold em "eleger" Bush, do avan�o 
da discuss�o do voto eletronico nos EUA e seus reflexos no Brasil, por conta 
do que tudo que acontece na metr�pole � importante para o Brasil. Enfim, 
gente, tentei dar o nosso recado e acho que fui compreendido. Muitas pessoas 
aplaudiram, muitas vieram conversar querendo mais detalhes, etc. etc. Em 
resumo, achei muito bom. � isto. Abra�o e aluta continua.

Prometo mandar mais detalhes, depois. Foi muito bom, ao final do rela�t�rio 
recomendamos que o PDT promova mais um semin�rio para aprofundarmos ainda 
mais a quest�o do voto eletronico no Brasil.

Assine o manifesto pela seguran�a
e transpar�ncia do voto eletr�nico em: 
http://www.votoseguro.com/alertaprofessores


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