Gente, O Alessandro (PoA), o Fernando e o Maneschy (RJ) e o Castelani (Curitiba) vão tentar organizar a panfletagem do manifesto dos professores no lançamento do livro do Paulo Henrique Amorim. Em São Paulo eu e o Del Picchia faremos a coisa.
Eu mandei imprimir (xerox) 200 cópias (4 folhas X 200 cópias = 800 folhas) e ficou em R$ 72,00 que vou pagar com os recursos que estavam acumulados na poupança do Voto-E (ainda não gastei o dinheiro arrecadado para a viajem ao Clube Militar no Rio) Como teremos que pagar também a impressão nas outras cidades, PEÇO ENCARECIDAMENTE COLABORAÇÃO FINANCEIRA$. Quem puder e quiser colaborar, me envie mensagem privada que informo o número da conta para receber a contribuição. Reforço também o convite para que membros de outras cidades entrem neste mutirão de distribuição do manifesto (quem for panfletar e comprar um livro do Paulo Amorim tem o direito a ganhar um autógrafo do autor totalmente gratis!) 1) Datas dos próximos lançamentos: 24/08/05 (4ª-feira) - SP - Livraria Cultura (Shop. Vila Lobos) - a partir das 19h45 27/08/05 (sábado) - Curitiba - Livraria Saraiva (Cristal Shop.) - a partir das 15h 31/08/05 (4ª-feira) - SP - Livraria Laselva (Aeroporto de Congonhas) - das 10h30 às 12h 03/09/05 (sábado) - RJ - Livraria FNAC (Barra da Tijuca) - a partir das 18h 10/09/05 (sábado) - Porto Alegre - Livraria Cultura - a partir das 19h 14/09/05 (4ª-feira) - Brasília - Livraria FNAC - a partir das 19h 17/09/05 (sábado) - Ribeirão Preto - Livraria Saraiva (Ribeirão Shop.) - a partir das 15h 01/10/05 (sábado) - Belo Horizonte - Livraria Leitura (Shop. Savassi) - das 11h às 14h 15/10/05 (sábado) - Recife - Livraria Siciliano - a partir das 15h Sobre a impressão do manisfesto tenho uma história interessante para contar. Levei a uma gráfica chamada "Impressos Rápidos" uma amostra contendo o Manifesto dos Professores com uma lista dos nome dos principais apoios. Pedi um orçamento para duzentas cópias. Ficaram de me ligar depois de 2 horas. Na hora combinada me ligou a moça que havia me atendido dizendo que ela não tinha percebido que se tratava de material de cunho político e que a gráfica não fazia tal tipo de serviço. Fiquei puto! Reclamei que era censura prévia, que era ilegal, que era desrespeito ao consumidor, que era... mais tudo que me ocorreu na hora. Ela passou o telefone ao patrão que mudou de conversa. Passou a falar que o serviço era pequeno, que não compensava fazer em gráfica, que só poderia imprimir se tivesse autorização assinada de todos os citados e mais umas desculpas esfarrapadas. Continuei bradando contra o desrespeito ao livre trânsito de idéias, que Guttenberg devia estar revirando no seu túmulo e coisa e tal. O cara me convidou para um café porque não queria falar pelo telefone. Voltei à grafica e fomos tomar o café. O cara é maçom importante na cidade e se acha no direito de censurar o que seus clientes podem ou não imprimir. Quis saber quem eu era, o que era o nosso "movimento político", quem nos financiava (soubesse ele que literammente "passamos o chapéu" para recolher uns trocados). Contei alguns detalhes do sistema de voto-e brasileiro demonstrando meu domínio na área e meu desprezo pelo seu comportamento. (quando ele me falou que era maçom e me perguntou se eu sabia o que era isso, respondi, malcriadamente, que então entendia o porquê da censura. Na primeira linha do impresso se falava em transparência do processo eleitoral e eu sabia que os maçons não eram lá muito chegados à transparência.) Ele alegou desconhecer o assunto e me pediu mais informações. Com o tempo vou lhe repassar mais dados. Quem sabe não acabo abrindo outra porta. [ ]s Amilcar (A historinha foi divertida mas não se esqueçam de contribuir para pagar a impressão do panfletos.)
Alerta Professores.rtf
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