Comentários do dep. Brizola Neto sobre a mátéria do Correio Brasiliense.
--------------------------- http://tijolaco.com/?p=4650 Seria só burrice, se não fosse mentira segunda-feira, 28 setembro, 2009 às 16:36 O Correio Braziliense de hoje traz uma matéria (ver abaixo) dando como certo veto do Presidente Lula ao artigo da nova lei Eleitoral que cria - a partir de 2014 - o voto impresso simultâneo como contraprova da lisura dos sistemas eletrônicos de votação. Tudo que está escrito ali foi “plantado” por uma pessoa do círculo Nélson Jobim- Gilmar Mendes junto a um repórter que nem sequer deu-se ao trabalho de tomar informações sobre o tema. Aí, no meio do texto, ele sai-se com esta pérola: “Na verdade, esse item da reforma eleitoral atenderia apenas uma bandeira do PDT. O partido, com isso, faria uma espécie de homenagem ao ex-governador Leonel Brizola, que defendia esse tipo de votação.” É por demais primário. Então, o Tribunal Constitucional da Alemanha decidiu que urna eletrônica sem voto impresso não pode ser usado, por insegura, em homenagem a Leonel Brizola. O da Holanda, também. Até aqui, o do Paraguai e a OEA, na Venezuela, exigiram voto impresso em homenagem a Leonel Brizola. O NY Times fez editorial contra a urna eletrônica sem papel e os cientistas de Princeton e da Universidade de Nova Iorque defenderam isso apenas em homenagem a Leonel Brizola. Ah, e a Diebold, fabricante de nossas urnas, faliu nos Estados Unidos porque foi vítima de descrédito e de processos judiciais movidos…em homenagem a Leonel Brizola. Nos próximos dias vou trazer um filme, produzido nos EUA, sobre a fragilidade e suspeição de urnas onde há apenas o “voto virtual”. Capaz de ter sido produzido em homenagem a Leonel Brizola. Como diria leonel Brizola: Francamente… ---------------------------------------------------------- http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia182/2009/09/27/politica,i=144669/OS+VETOS+DE+LULA+NA+LEI+ELEITORAL.shtml Os vetos de Lula na lei eleitoral Presidente deverá excluir possibilidades de voto em trânsito e a impressão de cédulas Edson Luiz Publicação: 27/09/2009 08:57 O governo deve vetar dois itens da reforma eleitoral, aprovada no último dia 16 pelo Congresso. O projeto será levado na segunda-feira para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que receberá as sugestões de excluir as possibilidades de voto em trânsito e impresso. O primeiro tema leva em consideração o tempo de operacionalidade do processo, enquanto que o segundo se torna dispensável pelo fato de as eleições brasileiras serem realizadas com urnas eletrônicas. A reforma aprovada pelo Legislativo tem como principal novidade o uso da internet no processo do próximo ano. A princípio, o Executivo pretendia manter o voto em trânsito, mas o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) se manifestou contrário. A alegação é que não haveria tempo hábil para viabilizar o novo método para as próximas eleições. O processo é adotado em vários países e seria a primeira vez que o eleitor brasileiro votaria fora de seu domicílio eleitoral. A proposta foi uma das mais discutidas dentro do governo, com argumentos pró e contra. O lado que defendia o voto em trânsito alegou que o TSE poderia colocar, nas seções eleitorais de todo o país, os nomes de todos eleitores, acessados por via eletrônica. Além disso, as embaixadas do país no exterior teriam um cadastro de todos as brasileiros aptos a votar. Retrocesso Em relação ao voto impresso, a decisão pelo veto presidencial foi praticamente unânime. Segundo fontes do Ministério da Justiça, em um processo eleitoral feito por urna eletrônica, como no Brasil, imprimir o voto seria um retrocesso. O veto também recebeu apoio do ministro da Defesa, Nelson Jobim e da Casa Civil. Na verdade, esse item da reforma eleitoral atenderia apenas uma bandeira do PDT. O partido, com isso, faria uma espécie de homenagem ao ex-governador Leonel Brizola, que defendia esse tipo de votação. A reforma eleitoral aprovada há duas semanas colocou a internet como o novo meio de comunicação do candidato com o eleitorado, o que representou uma inovação no processo. Com isso, os políticos e partidos podem usar o meio eletrônico para fazer propaganda gratuita ou paga, realizar debates, usar o meio para fazer direito de resposta e receber doações, como ocorre nas eleições dos Estados Unidos. Enquanto se mantiveram algumas regras existentes atualmente, o Congresso aprovou outras inovações, como a possibilidade de doadores financiarem candidatos de forma oculta, assim como as entidades esportivas podem bancar campanhas eleitorais. As modificações referentes aos eleitoresse restringiram à necessidade de levar o título e um documento de identificação com foto para votar. --~--~---------~--~----~------------~-------~--~----~ __________________________________________________ O texto acima e' de inteira e exclusiva responsabilidade de seu autor, conforme identificado no campo "remetente", e nao representa necessariamente o ponto de vista do Forum do Voto-E O Forum do Voto-E visa debater a confibilidade dos sistemas eleitorais informatizados, em especial o brasileiro, e dos sistemas de assinatura digital e infraestrutura de chaves publicas. __________________________________________________ Pagina, Jornal e Forum do Voto Eletronico http://www.votoseguro.org __________________________________________________ Você recebeu esta mensagem porque está inscrito no Grupo "VotoEletronico" em Grupos do Google. 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