Desde 2005, o Fórum do Voto-E denuncia que "urna biométrica" é uma farsa
muito cara imposta pelo TSE, pois não resolve o problema de votação em
lugar de terceiros.
Vejam em:
http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/urnas-b2.htm

Eu também gostaria que alguém pudesse me responder porque o TSE recolhe a
impressão digital dos 10 dedos do eleitor quando faz o recadastramento
biométrico, mas só usa duas dessas impressões nas urnas para tentar
identificar o eleitor no momento da votação?
Se não precisa das 10 impressões, porque as colhe?

Vejam a notícia abaixo que, mais uma vez, desmascara a farsa das "urnas
mais modernas do mundo". Só não vê quem não quer.

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http://www.gazetadopovo.com.br/eleicoes/conteudo.phtml?tl=1&id=1305742&tit=Apesar-de-biometria-eleitora-diz-que-outra-pessoa-votou-no-lugar-dela

CURITIBAApesar de biometria, eleitora diz que outra pessoa votou no lugar
dela

Jovem de 25 anos compareceu à seção eleitoral, mas foi informada de que
outro eleitor já havia votado com os dados dela. TRE-PR vai apurar o que
ocorreu

Uma eleitora curitibana diz que foi impedida de votar neste domingo (7).
Apesar do sistema de identificação pela impressão digital, outra pessoa
teria conseguido votar no lugar dela. A jovem saiu do colégio sem escolher
seu candidato a prefeito e a vereador, e sem o comprovante de votação. O
Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) investiga o que aconteceu.

O caso ocorreu na 178ª seção eleitoral de Curitiba, onde a designer *Carolina
Hilbert Gouvêa da Costa*, de 25 anos, votaria. Ela conta que chegou ao
colégio por volta das 16 horas, esperou na fila, mas, assim que passou pelo
sistema de verificação digital, veio a surpresa. “O mesário disse que não
teria como eu votar, porque alguém tinha votado em meu nome. O comprovante
[de votação] já tinha sido entregue a essa outra pessoa”, disse Carolina.

Segundo a eleitora, o fato constou da ata da seção. A designer aponta que a
pessoa que votou no lugar dela passou pela biometria, ou seja, o aparelho
reconheceu que as digitais dessa outra pessoa eram as de Carolina. “Fiquei
frustrada e indignada, porque a gente tem que cumprir uma série de
obrigações. Fiquei uma tarde na fila do TRE-PR para cadastrar as digitais,
para chegar na hora e não poder votar”, lamentou.

Carolina afirma que foi informada pelo chefe da seção que nesta
segunda-feira (8), um oficial do TRE-PR entregaria na casa dela um
comprovante, atestando que ela não está em débito com a Justiça Eleitoral.
Apesar disso, a eleitora se ressentiu por não ter conseguido ajudar seu
candidato. “Eu votaria no [Rafael] Greca. Tomara que, pelo menos, a pessoa
foi no meu lugar não tenha votado no Ratinho Junior”, disse.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o TRE-PR informou que a situação
eleitoral de Carolina está regularizada. O tribunal acrescentou que vai
apurar que tipo de falha ocorreu.

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