Esse foi o negócio do século, o convênio Microsoft-IBM, nos anos 80...

Em 12 de fevereiro de 2013 12:12, Claudio Barbosa <rjclau...@gmail.com>escreveu:

> Foi julgada improcedente no dia 31/12/2013? Nossa, como ele consegue
> prever o futuro?
>
> Claudio Barbosa
>
> Em 12 de fevereiro de 2013 01:47, Eduardo Feld <ef...@bol.com.br>escreveu:
>
>> Este caso mostra a necessidade de termos um Judiciário mais
>> especializado. Talvez o excesso de serviço também tenha contribuído com as
>> impropriedades cometidas na sentença. O importante é que cabe recurso.
>> Acabar com a prática já é outra história, pois aqui estamos falando de
>> "brindes", "promoções" e outros eufemismos para a infração em questão, isto
>> sem contar com aquela já assentada prática de cobrar o mesmo preço em
>> prestações praticamente obrigando o comprador a contratar uma operação de
>> crédito. Putz... Já tô pensando em propor o projeto WikiConsumidor. Eduardo
>>
>>
>> ------------------------------
>> Em 12/02/2013 00:49, *Marco Aureliopc < marcoaureli...@gmail.com >*escreveu:
>>
>> Enviado por André Caldas de Souza (andre·em·caldasΘgmail·com):
>> “A questão da venda casada de sistema operacional e computador já é
>> bastante conhecida dos leitores do Br-Linux. Pessoalmente, não acredito que
>> cada pessoa que se sinta prejudicada deva precisar recorrer aos órgãos de
>> defesa do consumidor ou aos tribunais de pequenas causas para simplesmente
>> receber de volta o seu dinheiro. Dessa forma, o abuso nunca vai cessar. O
>> cidadão paciente e persistente o suficiente para ficar sendo enrolado na
>> esperança de talvez conseguir que seus direitos sejam respeitados nem
>> sempre consegue. E quando consegue, que punição recebeu a empresa que
>> desrespeitou seus direitos? A devolução do dinheiro? E que motivo essa
>> empresa teria para parar com essas práticas abusivas?
>>
>> Por esta razão, não procurei o PROCON. Também por essa razão, não
>> procurei o juizado especial. Entrei com uma ação e nela exigi, além do meu
>> dinheiro de volta, que fossem tomadas medidas para inibir essa prática. Dia
>> 31/12/2013, quase um ano e meio depois de distribuído o processo, a
>> sentença foi proferida: IMPROCEDENTE.
>>
>> No site Microsoft Pedágio <http://microsoftpedagio.wordpress.com/>,
>> analiso a sentença proferida. Essencialmente, a sentença utilizou a
>> tradicional comparação com um carro, dizendo que vender um computador sem
>> sistema operacional é como vender um carro sem chassi. A questão da recusa
>> do fabricante em cumprir a “não aceitação da licença”, prevista na EULA foi
>> ignorada. Minha análise parcial da sentença está nos posts: Venda
>> casada: improcedente — parte 
>> I<http://microsoftpedagio.wordpress.com/2013/02/08/venda-casada-improcedente-parte-1/>e
>>  Venda
>> casada: improcedente — parte 
>> II<http://microsoftpedagio.wordpress.com/2013/02/08/venda-casada-improcedente-parte-2/>.”
>> [referência: 
>> microsoftpedagio.wordpress.com<http://microsoftpedagio.wordpress.com/2013/02/08/venda-casada-improcedente-parte-1/>
>> ]
>>
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