Não entendi Jonas... no meu entendimento eu deveria agir mediante o modo de
trabalho daqui, não no modo de lá.

E eu não vi nem o Mateus, nem o Vinícius autorizando o Iberocoop a
utilizarem os nomes deles antes de publicarem a carta... mas como tudo lá é
excluso, não sei se contataram os dois...




2013/8/27 Rodrigo Tetsuo Argenton <rodrigo.argen...@gmail.com>

> "Não precisa abrir a carta para todo mundo, basta mostrá-la para alguns. " o.O
>
> Meu deus, sim, criarei uma panela, onde só mostrarei informações para quem eu 
> quiser... (já que eu sou membro do Iberocoop) tem 5 caras com acesso... 
> incluindo um que fez a versão em português da carta e não reportou nada para 
> cá.
>
>
> Qual a decisão?
>
>
>
> 2013/8/26 Rodrigo Tetsuo Argenton <rodrigo.argen...@gmail.com>
>
>> Jonas, como salientei no começo, todo o desenvolvimento está em locais
>> fechados, logo não posso abrir.
>>
>> A autorização do grupo tem que vir em:
>> Poderá se assinar coletivamente? Se sim, o Brasil autoriza assinar a
>> carta à Portugal sem o grupo brasileiro ver? Ou vocês quererão ver a carta
>> antes de ser publicada ou alterar?
>> Se não, o Brasil irá pedir que os voluntários presentes na reunião que
>> originou a carta assinem por si mesmos, ou iremos negar a carta em si e
>> escreveremos uma à Portugal baseada na nossa discussão sobre o assunto:
>>
>> http://br.wikimedia.org/wiki/Discuss%C3%A3o:Colabora%C3%A7%C3%A3o_lus%C3%B3fona,
>> ou realmente impedir a carta, já que o combinado era não existir mais
>> nenhum tipo de carta coletiva no Iberocoop, e desenvolvimentos que não
>> exigem sigilo deveriam ser realizados em locais abertos.
>> Se vocês não autorizar e eles utilizarem o nome assim mesmo, vocês
>> continuarão no Iberocoop?
>>
>> Acho que é simples entender, e cada um analisar a situação e decidir.
>> Poderia ser, na verdade, qualquer carta, para qualquer coisa.
>>
>> Névio, sobre o WikiBrasil, pelo que eu entendi o tramite estava
>> caminhando, foi tudo aprovado, o pé que está agora é troca de dados para a
>> transferência. No mais, não sei de nada, pergunte ao Michel, eu já cansei
>> de perguntar. ;)
>>
>>
>>
>> 2013/8/26 Rodrigo Tetsuo Argenton <rodrigo.argen...@gmail.com>
>>
>>> Ainda estou esperando um posicionamento... se a WMBr não tiver interesse
>>> no Iberocoop, e a WMF no Brasil tiver (pelo que me lembro, tem), sugiro que
>>> peçam a troca de membros, pois eu tenho que ouvir muita merda por vocês, já
>>> que sou o único voluntário, dos 5 brasileiros com acesso, que tem defendido
>>> os valores que estão aqui
>>> http://br.wikimedia.org/wiki/Carta_de_Princ%C3%ADpios_da_Wikimedia_Brasil,
>>> presentes. O restante ou não participa, ou lustra as bolas dos caras de lá,
>>> piorando qualquer tentativa de aproximar os valores do grupo, ao modo que a
>>> WMBR trabalhava.
>>>
>>> Os valores são mais próximos da WMF (constrição de dados,
>>> hierarquização, gastos de verbas sem necessidade, burocratização...), e já
>>> que querem fazer o papel de chapter, então que façam, e assumam a vaga lá
>>> no Iberocoop também, já quiseram ir ao Iberocoof quando foi pedido para que
>>> voluntários brasileiros não fossem.
>>>
>>> Eu tive que ouvir nessa conversa coisas como gritos, mentiras, mandaram
>>> eu me calar, ameaçaram uma moção para a minha remoção, sendo que eu estava
>>> pedindo que eles fizessem o que eles se propuseram a fazer, e falei para
>>> respeitarem a opinião dos brasileiros, e esperar uma decisão de vocês
>>> quanto a assinar a carta à Portugal do modo que está, e se vocês vão
>>> aceitar uma nova assinatura coletiva, que pelo que eu entendi, foi usada
>>> também em Milão sem a nossa autorização e que já tinha sido acordado que
>>> não eram para fazer de novo, já que o Iberocoop não é uma instituição é um
>>> grupo.
>>>
>>> Já estávamos caminhando para sair nominalmente do grupo, não o fizemos
>>> por questões políticas. Acho que vale a pena parar de politicagem e tomar
>>> uma postura de sair nominalmente, os voluntários que não quiserem, que
>>> fiquem conversando com aquele grupo, mas o nome do Brasil não poderá ser
>>> mais carregado, logo, nada de poder de voto para quem ficar, pois o nome
>>> está sendo utilizado apenas para interesses políticos e não era para isso
>>> que o grupo foi criado, e o Brasil sempre teve uma postura apolítica dentro
>>> do Movimento Wikimedia, além de que não se tem representantes, então votos
>>> e decisões só poderão ser feitas com consenso da comunidade, que na maior
>>> parte é contrária a várias posturas do Iberocoop. E se vocês não estão
>>> autorizados à utilizar o nome da Wikimedia Brasil, porque eles podem
>>> incluir a WMBr e assinar por esta?
>>>
>>> Isso não impede realizarem trabalhos com os Movimentos locais membros,
>>> incluindo Portugal, mas os valores são diametralmente opostos, acho que não
>>> vale o esforço, e em muitos casos nem faz sentido, há grupos locais que com
>>> menos energia se realiza um trabalho de melhor qualidade. (pra que estou
>>> dando opinião??)
>>>
>>> Só estou cumprindo obrigações, mas não tenho que ficar pensando por
>>> vocês e defendendo o que vocês dizem assinar, então tomem posições e
>>> comecem a fazer algo, se quiserem rasgar tudo, abraçar os valores do
>>> Iberocoop/WMF, eu to cagando para isso, só que terão que refazer tudo,
>>> incluindo o estatuto da APR-CCL que prevê que se siga a Carta, e se forem
>>> fazer isso, me ressarçam os aproximados 1000 reais que estão travados neste
>>> processo antes (1 ano já), pois o grant depende da aprovação do capítulo. E
>>> peço que não utilizem o nome do Pietro, se rasgarem.
>>>
>>> Se quiserem eu abro os meus emails na lista do Iberocoop, como eu não vi
>>> nenhum interesse, nem daqueles que se dizem interessados no Iberocoop, não
>>> vou me dar o trabalho.
>>>
>>>
>>>
>>> 2013/8/24 Rodrigo Tetsuo Argenton <rodrigo.argen...@gmail.com>
>>>
>>>> Cumprindo obrigações...
>>>>
>>>> Então, não sei o motivo pelo qual o Vinícius não disse para vocês
>>>> voluntários, mas está sendo escrita uma carta do Iberocoop para a WMPT, o
>>>> desenvolvimento da mesma está em ambiente fechado, mas cita, de novo, o
>>>> Brasil, e como é uma carta do Iberocoop (sim, a entidade falando por todos)
>>>> e do modo que está, parece que brasileiros sabem e estão realmente
>>>> debruçados para encontrar soluções para Portugal, juntamente com o restante
>>>> do Iberocoop. O que não é verdade, vim aqui para dizer sobre.
>>>>
>>>> Do modo que está escrita a carta, parece que fizeram uma reunião na
>>>> Wikimania onde os países americanos se juntaram para resolver os problemas
>>>> de Portugal, sem consultar Portugal, sem ter membros de Portugal. Também
>>>> tem um tom messiânico, um texto de salvação, com afirmações de que o
>>>> Iberocoop é uma família que está presente em momentos difíceis, por
>>>> exemplo. Colocam um argumento de autoridade, dizendo que por ter membros do
>>>> AffCom, o Iberocoop poderia trazer soluções para Portugal.
>>>>
>>>> Se me recordo, o Iberocoop em suas origens é um grupo de colaboração de
>>>> partes, então não faz sentido assinar algo como instituição, o modo de
>>>> organização do Brasil também não permitia que assinassem em nome do Brasil,
>>>> os voluntários são livres para assinar por si mesmos, mas não podem falar
>>>> pelo grupo.
>>>>
>>>> Minha mensagem sobre o assunto para a lista fechada do Iberocoop:
>>>> *
>>>> *
>>>> *"Os brasileiros não foram alertados sobre essa carta, e nenhum
>>>> voluntário brasileiro pode responder pelo grupo, e o Iberocoop não é uma
>>>> instituição, em teoria, logo também não se pode falar por todo o grupo,
>>>> muito menos falar que todos os membros assinam.
>>>> *
>>>> *
>>>> *
>>>> *Que os voluntários interessados assinem, ou os Movimento locais.
>>>>
>>>> Outro ponto, Portugal é parte integrante do Iberocoop, em teoria todos
>>>> eles já teriam que ter conhecimento sobre a construção desta carta, e o
>>>> motivo pelo qual eles fazem parte do grupo é ter essa troca, talvez os
>>>> "representantes" deles não estejam fazendo a ponte, ou eles simplesmente
>>>> não querem, então não consigo entender uma razão para existir essa carta,
>>>> pode ser até interessante que eles sejam, digamos, lembrado que eles tenham
>>>> apoio, mas os apoios serão individuais (ou de voluntários, ou de movimentos
>>>> locais onde se prega a hierarquia e se assume representatividade).
>>>> * *
>>>> *
>>>> *sem mais."*
>>>>
>>>> --
>>>> Rodrigo Tetsuo Argenton
>>>> rodrigo.argen...@gmail.com
>>>> +55 11 979 718 884
>>>>
>>>
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