Agora que o Tiago já recebeu duas respostas práticas, vou me permitir
filosofar sobre este tema.

<OFF-TOPIC>
É curioso como a requisição #2 de qualquer empresa que usa o Plone é retirar
o crédito dos artigos (a #1 é colocar seu logo no canto superior esquerdo).

Porque será isso? Eu tenho uma teoria: as empresas normalmente ODEIAM dar
crédito a seus funcionários (existem exceções, mas são raríssimas). Na mente
corporativa, os funcionários são como engrenagens em uma máquina. Dar
destaque ao trabalho individual de um funcionário vai contra os interesses
corporativos. O filme Rollerball fala sobre isto (o original de 1975 é uma
obra prima de direção de arte; da versão mais recente eu só vi o lamentável
trailler).

Aliás, "a mente corporativa" é uma mente-colméia, como a mente Borg, cujo
único interesse é o lucro, até por razões estatutárias e legais. Para quem
curte pensar sobre estas coisas, vale muito a pena ver o documentário "A
Corporação":

http://www.zetafilmes.com.br/criticas/acorporacao.asp?pag=acorporacao

Na 2001 tem o DVD para alugar. A parte mais engraçada do filme é quanto eles
usam um checklist padrão de diagnóstico psiquiátrico para concluir que as
pessoas jurídicas comportam-se como psicopatas.

A maior lição que o software livre traz para o mundo é a seguinte: a
meritocracia, dando crédito a cada colaborador, e o trabalho voluntário
permitem que a gente crie coisas incríveis e de muito valor *sem*
dependermos de empresas. Admirável mundo novo!

[ ]s
Luciano

PS. Não, eu não odeio empresas em geral. Odeio apenas a maioria delas, e
principalmente aqueles oligopólios com que somos obrigados a nos relacionar:
bancos, telefônicas, planos de saúde, seguradoras...
</OFF-TOPIC>

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