Eu concordo com o Wilson,

Apesar de Zope/Plone ter um curva de aprendizagem difícil para fazer 
"coisas" avançadas, não devemos ter medo de incentivar as pessoas a usarem,
pois só usando pe que elas vão adiquirir experiência e poder realmente
enteder o que Zope/Plone é capaz.
Eu confesso que realmente eu me assustei com Zope/Plone no começo,
mas se eu não tivesse realmente escolhido ele como minha opção de
desenvolviemneto Web eu nunca teria conhecido o que ele é na Verdade.

Resumindo, na minha opinião vale a pena nós perdemos um pouco de tempo para nos 
capacitarmos em Zope/Plone e depois ganharmos tempos em desenvolviemneto, do 
que usar uma outra tecnologia e perder muito mais tempo desenvolvendo pro resto 
da vida.


Perallis


Wilton Alencar <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:                                  
Sobre Brasília eu posso opinar um pouco.
Posso falar que sim, há uma demanda alta por profissionais e poucos para 
atender.
Solução: Capacitação, divulgação.
Outro ponto que tenho (sei que muitos não vão concordar): O "ótimo" é inimigo 
do bom. Antes de fazermos que muitos usem o PZP bem, devemos fazer que muitos 
usem. Isto é, devemos capacitar e prover soluções para instituições que 
permitam que muitos interajam com o PZP, mesmo que em alguns casos fora das 
"Best Practices". Sei que corremos um risco com isso (casos de insucesso), por 
outro lado ampliamos a atuação da ferramenta e número de profissionais gerando 
demanda no mercado. 

Obrigado.


Em 21/03/07, Wilton Alencar <[EMAIL PROTECTED]> escreveu: Pessoal, se me 
permitem.
Acho que devemos parar de temer casos de insucesso em Plone, pois já são vários 
e por vários motivos.
Eu, particularmente, conheço uma dezena de projetos fracassados em Java, .Net, 
PHP, ASP, JSP, ColdFusion, Drupal, Moodle, Joomla, etc. 
O Plone é mais uma ferramenta e como qualquer ferramenta está sujeita a bom uso 
e mal uso, a projetos que dão certo e projetos que fracassam, de temores e 
paixões.
Enfim são várias variáveis que levam um projeto por água abaixo tanto técnicos, 
comerciais, políticos etc. 
O que sabemos é que o Plone é um bom CMS e não é um projeto mal sucedido que 
vai derrubá-lo como não é um problema na JVM que derruba o java, ou um problema 
no windows que derruba a microsoft, ou um problema em site php que derruba o 
Joomla. 
Acho que devemos continuar divulgando, capacitando e trabalhando, sendo 
transparentes quanto aos problemas e soluções que o Plone (e Zope) traz para 
uma organização.
Assim, como o Luciano falou minimizaremos os efeitos contrários. 
Porque se fosse por alguem falar mal de algo ou deixar de usar o Java, .Net, 
Microsoft etc já teria sumido do mapa.
Obrigado.


Em 21/03/07, Fernando Correa Neto  <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:                
                    Fala Luciano!!
 
 On 3/21/07, Luciano Ramalho <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
 >
 >
 >
 >
 >
 >
 > "As you may know, we at Ubuntu love Python and use it whenever
 >  possible. However, we had a bad taste in our mouth from a haywire
 >  Plone incident, and decided we just couldn't use plone again. There
 >  are no other major oss python CMSs out there." [1]
 >
 >  Traduzindo:
 >
 >  "Como você deve saber, nós do Ubuntu amamos Python e usamos a
 >  linguagem sempre que possível. Entretanto, ficamos com um gosto ruim
 >  na boca em virtude de um incidente maluco com o Plone, e decidimos que
 >  simplesmente não queremos mais usar Plone. Não existem outros CMS
 >  Python open seource."
 >
 >  No final do post, o Matt Nuzum diz que escolheram Drupal para o novo
 >  site do Ubuntu, que já está no ar. [2]
 >
 >  Peguei a notícia na lista plone-dev, onde o John Stahl (organizador da
 >  PloneConf 2006), postou perguntando se alguém sabia o que se passou
 >  [3]
 >
 >  O Wiggy respondeu dizendo que na época em que ocorreram os problemas o
 >  pessoal do Ubuntu disse para ele que simplesmente não tinham nenhum
 >  expert em Plone na equipe, e por isso decidiram abandonar a
 >  plataforma.
 
 Tá.
 Se fossemos olhar bem de perto o problema logo de cara eu pensaria.
 "Não tem nenhum expert na equipe?"
 O projeto ubuntu é enorme. Eles tem excelented programadores python E
 também criam excelentes pacotes python.
 Na minha visão, a primeira coisa que eu faria se minha empresa fosse
 grande o bastante, seria suportar a plataforma que escolhi para a base
 dos meus negócios.
 Não sei até onde o projeto Ubuntu suportou a Plone Foundation ou
 tomaram a iniciativa se aproximar um pouco mais da comunidade e dos
 profissionais e consultores que estão por trás do plone.
 Um outro ponto é: Zope3 é definitivamente mais difícil do que
 Zope2/CMF/Plone. No entanto, o projeto launchpad.net, foi escrito
 completamente em zope3 e foi desenvolvido pela Canonical...a mesma
 empresa que desenvolbe o Ubuntu juntamente com a comunidade.
 Fica meio confuso para eu entender que o motivo que levou os caras a
 abandonarem o plone foi realmente a falta de um expert uma vez que os
 mesmos detém conhecimento suficiente para fazer o que bem entenderem
 com o plone.
 Me corrijam se eu estiver errado sobre os fatos apresentados acima.
 
 Mas tenho que aceitar apenas e não especular o porque.
 
 >
 >  Acho que vale a pena a gente discutir este tipo de notícia aqui, para
 >  não sermos pegos de surpresa ao fazer evangelização do Plone no
 >  mercado.
 >
 >  Infelizmente, já vi este filme algumas vezes. Como evitar?
 >
 >  O Plone é muito atraente, poderoso e produtivo, mas exige (a) um
 >  grande investimento de tempo para se capacitar, ou então (b)
 >  disposição e orçamento para ter o apoio permanente de especialistas
 >  (seja trazendo-os para sua equipe, seja através de contratos de
 >  suporte continuado).
 >
 >  Se nem (a) e nem (b) estão presentes, o risco de que a implantação de
 >  Plone seja mal-sucedida é extremamente alto (para não dizer que a
 >  probabilidade = 1).
 >
 >  Para quem vende projetos em Plone, a lição é clara: se você quer
 >  clientes satisfeitos a longo prazo, deixe claro para eles desde o
 >  início os desafios da plataforma. Se o cliente não está preparado para
 >  enfrentá-los, é melhor para o cliente, o fornecedor e a comunidade que
 >  outra solução seja indicada.
 >
 >  Aprendi isso a duras penas, cometendo este erro algumas vezes no tempo
 >  da Hiperlógica.
 
 Isso tudo é verdade.
 Mas é também é verdade com alguns outros frameworks. A grande
 diferença é que eles estão na carteira de todo e qualquer gerente de
 TI do mercado gerando assim mais e mais demanda para esses frameworks.
 Em Brasília por exemplo, o que não falta são profissionais de PZP. O
 que é muito bom pois a demanda ainda cresce por lá.
 O que já não é tão verdade quando eu encontro algumas pessoas da área
 de TI em SP.
 
 Eu tento entender em como chegar a um modelo de negócios sustentável
 onde empresas que contratem PZP, tenham o mesmo suporte ao qual já
 estão acostumados quando se fala em PHP, Java e .NET.
 Ou seja, assim que um projeto termina, quem vai dar suporte a esses
 caras da mesma maneira que eles tem o suporte nessas outras
 tecnologias?
 
 Qualquer gerente de TI que sair de um prédio na Av Paulista em SP e
 gritar: Preciso de um programador Java PJ início imediato!!! Vai
 dispor de uma quantidade absurda de recursos que se encaixam no
 perfil.
 Obviamente que não dessa maneira que eu expus, mas uma abortagem
 similar nos canais de contratação é válida.
 
 O que acontece normalmente é que esses caras que contratam PZP, ficam
 de mãos atadas e sempre com poucas opções para suporte
 profissional....que não é barato diga-se de passagem.
 
 Ainda não consegui enchergar como fazer isso :o((.
 
 []'s
 Fernando
 >
 >  [ ]s
 >  Luciano
 >
 >  [1] http://www.bearfruit.org/blog/2007/03/14/the-new-ubuntu-website  
 >  [2] http://www.ubuntu.com/
 >  [3] http://tinyurl.com/ysubge
 >                    
 
     
               
        






-- 
Cordialmente,
Wilton Souza Alencar
 www.tom.pro.br 



-- 
Cordialmente,
Wilton Souza Alencar
www.tom.pro.br 
     
                       

 __________________________________________________
Fale com seus amigos  de graça com o novo Yahoo! Messenger 
http://br.messenger.yahoo.com/ 

Responder a