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Sent: Saturday, April 07, 2001 10:54 PM
Subject: Expresso Vida n� 63
Expresso Vida �
( n� 63
- 7 de Abril de 2001 -
ano 2 )
S�o Francisco do Sul, Sc,
Brasil
Espa�o
para discuss�o,informa��o e defesa da
dignidade
( sem fins
lucrativos, patroc�nio e publicidade comercial )
__________________
CONSELHO EDITORIAL CONVIDADO *
- Baden Pawell
- Alo�sio de Oliveira - Ulisses Guimar�es - Rougendas- Martin
Afonso de Souza - Jos� Poy -Tarcila do Amaral - Antonio Carlos Brasileiro Jobin-
Pedro de Toledo
-
____________________________
Roberto J.
Pugliese
editor
S�rgio Luiz
Gadini
( jornalista respons�vel 7177 -
DRT/RS )
Cr�ticas, sugest�es, mat�rias, informes e
correspondencias para: [EMAIL PROTECTED]
(* leia-se inspirado )
____________________________
EDITORIAL
Anivers�rio de S�o Francisco do
Sul, a terceira mais antiga cidade do pa�s, conforme alguns historiadores
ufanistas, sem muito o que se comemorar. Hospital paralizado, �ndios largados a
pr�pria sorte, ruas esburacadas e a presen�a da Usinor que ir� se implantar a
custa o er�rio, causando danos a ecologia e a cidade de um modo geral. Mas para
o Expresso Vida,
toda a trag�dia que possa acontecer em SFS, pouco ou nada representa. O pior � o
desgoverno da Na��o, entregue nas m�os de alguns impatrioticos dirigentes que
est�o propiciando a dilapida��o dos valores e bens nacionais em favor do capital
estrangeiro. A fome ronda a fam�lia brasileira e as massas populares n�o se
apercebem. De outro lado, a noticia boa � que o Deputado Federal Edson Andrino,
do PMDB S/c, elaborou projeto de lei revogando a lei federal 9636. Agora cabe as
pessoas interessadas pressionarem os Congressistas para a aprova��o deste e
revoga��o daquela. Enfim, para n�o ser enfadonho, Abril � o mes que devemos
lembrar de Joaquim Jos� da Silva Xavier, o m�rtir Tiradentes, que igual a outros
her�icos brasileiros, em nome do ide�rio da liberta��o sucumbiu diante dos
grilh�es do capital internacional escravocata. Tiradentes, o brasileiro que em
defesa da p�tria e da liberta��o deu sua vida deve ser lembrado, re-lembrado e
sempre lembrado, pois o verdadeiro Pessach verde amarelo, para a liberta��o
h� de passar por causas nobres e pessoas como ele e alguns outros her�is j�
esquecidos. Roberto J. Pugliese,
editor.
Palavra do
Cronista
Joinville, Sc - Faculdades P�blicas - (
Fabio Emmendorfer ) Pobre educa��o brasileira. N�o encontrei em outros pa�ses
tamanha disparidade. Educa��o � uma das garantias fundamentais de nossa
Constitui��o e uma das "prioridades" na estrat�gia de transforma��o social deste
Governo. Sendo uma garantia fundamental e priorit�ria, deve ser aplicada
ou disponibilizada � todos. Por isso, devemos nos questionar sobre o modelo
educacional existente. Na atual conjuntura temos nos preocupado com o ensino
fundamental e m�dio, sendo disponibilizados recursos estaduais e
municipais para atender as escolas p�blicas. At� o Governo Federal auxilia a
ensino fundamental, como vimos pela cria��o do programa da Bolsa-Escola (para
crian�as de 07 � 14 anos). Quando come�amos a tratar do n�vel
profissionalizante e superior vemos o absurdo: poucas escolas federais e
estaduais no nosso Estado. Federal mesmo, somente a UFSC. Diante disso, vemos
que o ensino superior � para a elite. Muitos dir�o que est� disponibilizada
atrav�s do vestibular. Triste demagogia. Todos sabem que, com todo o respeito,
as escolas particulares possuem melhores condi��es de ensino. Os cursos
preparat�rios para vestibular s�o pagos. Automaticamente, quem possui maiores
chances de passar no vestibular? Claro que aquele que teve condi��es de pagar
11 anos de escola particular e se precisar at� de cursinho. Digamos ent�o que o
jovem estudante, se esforce ao m�ximo para passar no vestibular. Consegue. E
agora. Como conseguir dinheiro para sustentar seu filho na Capital do estado?
Moradia, alimenta��o, livros, transporte e muito mais. Ser� poss�vel realizar
o sonho do jovem estudante? Dificilmente. Ent�o fa�a o vestibular na sua cidade
mesmo (no "interior" do Estado). Se passar, como ir� pagar se durante 11 anos
estudou em escolas p�blicas, exatamente porque n�o tem condi��es de pagar uma
escola particular? CHEGAMOS A UMA CONCLUS�O - A escola federal, gratuita, �
para os ricos. Vejam alguns dados da UFSC em 2000. Dos 3802 aprovados, 2096
possuem renda familiar superior a 10 sal�rios m�nimos, ou seja, 55% tem,
teoricamente, condi��es de pagar a faculdade. Dos 2096, 580 (15%) possuem renda
familiar acima de 30 s.m. Dos aprovados, 57,5% (2189 aprovados) cursaram TODO o
2.� Grau em escolas particulares. Na UFPR (2001) os dados n�o foram
muito diferentes. Dos 4082 aprovados, 2606 possuem renda familiar acima de 10
s.m., ou seja, 63,8% dos aprovados possuem condi��es de pagar a faculdade. Dos
aprovados 896 (22%) possuem renda familiar acima de R$ 4.000,00. � para
isso que pagamos os impostos? N�o seria justo cobrar uma mensalidade de quem
tem condi��es? N�o seria mais justo criar, com esses recursos, vagas nas escolas
particulares onde o jovem mora e conseguiria estudar? Somente assim estaremos
realmente disponibilizando o ensino � todos.
Quadrilha de FHC afunda a maior
plataforma de petr�leo do mundo ( publicado no JORNAL HORA DO POVO (20/03/2001) - www.horadopovo.com.br ) Para
sabotar a Petrobr�s, FHC demitiu 24 mil funcion�rios graduados da estatal
nos �ltimos cinco anos, terceirizando servi�os essenciais como a
manuten��o; o resultado n�o poderia ser outro: derramamentos, explos�es e
mortes As explos�es ocorridas na madrugada da �ltima quinta- feira
na plataforma P-36 da Petrobr�s, na Bacia de Campos, � o que
se costuma chamar de caos anunciado. Entre os in�meros atos de sabotagem
praticados por Fernando Henrique, Zylbersztajn e
Reichstul contra a estatal est� a cont�nua substitui��o da m�o-de-obra
especializada por contrata��o de empresas sem a
menor qualifica��o para realizar servi�os que exige alta especializa��o,
como � o caso da explora��o de petr�leo em alto
mar. "A terceiriza��o dos servi�os de manuten��o, inspe��o e opera��o
est� por tr�s de todos os acidentes que est�o
ocorrendo nos dutos e nas plataformas da Petrobr�s nos �ltimos dois
anos", assevera o diretor de Comunica��o da
Associa��o dos Engenheiros da Petrobr�s (Aepet), Argemiro
Pertence, lembrando que "at� tr�s anos atr�s os acidentes nas plataformas
da Petrobr�s eram pontuais, quando passaram ent�o a ser
freq�entes". Nos �ltimos cinco anos os funcion�rios da companhia foram
reduzidos de 58 mil para 34 mil e atualmente do
n�mero de trabalhadores que atuam na Petrobr�s 60%
s�o de mpresas prestadoras de servi�os, al�m da presen�a de 3 mil
estrangeiros. Segundo o engenheiro Argemiro Pertence,
"substitu�ram oper�rios treinados, experientes e concursados da
Petrobr�s por empregados de empresas terceirizadas que ficam, em m�dia, um
ano na empresa. Os terceirizados n�o t�m continuidade no servi�o para que
se tornem qualificados. O acidente na plataforma P-36 � mais
uma conseq��ncia deste modelo de gest�o, que gerou
tamb�m os vazamentos de �leo na Ba�a de Guanabara e no
Paran�. N�o se pode terceirizar �rea de
seguran�a.". E foi imediatamente ap�s a desativa��o do Posto Avan�ado de
Cru que ocorreu o rompimento de uma tubula��o na
refinaria de Arauc�ria (Refar), no Paran�. Segundo o diretor da
Aepet, "se houve explos�o da plataforma � porque havia vazamento de g�s,
que n�o foi detectado nem pelos t�cnicos da �rea
de opera��o e de manuten��o. Se ocorresse vazamento de �leo
haveria inc�ndio", O acidente em uma das quatro
colunas de sustenta��o da plataforma P-36 � mais um entre os in�meros
casos que v�m ocorrendo nos �ltimos tr�s anos (ver mat�ria nesta p�gina),
registrando agora um morto, um ferido grave e nove desaparecidos. Ante �
trag�dia, resultante direto de sua pol�tica de desmonte da Petrobr�s,
Fernando Henrique apenas "lamenta" o ocorrido, mas mant�m-se
inflex�vel em sua pol�tica, que se resume em sabotar e esquartejar a
empresa para entreg�-la, junto com o nosso ouro negro,ao cartel internacional do
petr�leo. Agora, at� o presidente da Petrobr�s, o banqueiro franc�s
Henri Philippe Reichstul, admite que a maior parte
dos acidentes acontecem com funcion�rios de
empresas prestadoras de servi�os. A plataforma P-36, em funcionamento no
campo do Roncador desde mar�o do ano passado e avaliada atualmente
em R$ 1 bilh�o, operava numa profundidade entre
1.360 metros a 1.853 metros, a maior plataforma de todo o mundo,
com uma capacidade de produ��o de 180 mil barris
di�rios e comportando 7,5 milh�es de metros c�bicos di�rios de
g�s. At� a explos�o estava produzindo 80 mil
barris por dia, provenientes de 21 po�os submarinos - equivalentes a
US$ 2,08 milh�es (US$ 748,8 milh�es no ano) -, e
quando atingisse sua capacidade m�xima de produ��o aumentaria
em 16% a produ��o nacional, o que levaria o pa�s
praticamente � auto-sufici�ncia em
petr�leo. Ali�s, esse fato s� n�o foi ainda
alcan�ado exatamente pela pol�tica de favorecimento ao cartel das "Sete
Irm�s" que vem sendo levado a cabo pela Ag�ncia Nacional
do Petr�leo (ANP), que tem como diretor-geral David Zylbersztajn,
o not�rio genro de Fernando Henrique. Como por exemplo, a "venda"
a pre�o de banana de blocos localizados nos
campos petrol�feros - todos descobertos pela Petrobr�s - das bacias de
Campos, Santos, Amazonas, Sergipe-Alagoas,
Rec�ncavo (BA), Par�-Maranh�o, Paran�, Potiguar (RN) e Camanu-Alamada (BA),
todos escolhidos a dedo pelo cartel internacional do petr�leo,
j� que tiveram acesso ao mapeamento completo dos 44 anos de
pesquisa realizado pela Petrobr�s, a empresa pioneira em tecnologia em
�guas profundas, que, em fun��o do alto grau
de tecnologia desenvolvida, por duas vezes recebeu
o pr�mio Offshore Technology Distinguished Award.Al�m disso, dentro da
pol�tica de esquartejamento da empresa o governo est� entregando as
refinarias da Petrobr�s ao cartel internacional do
petr�leo, a exemplo da doa��o da Refinaria Alberto Pasqualini, no Rio
Grande do Sul, � transnacional espanhola
YPF. A diretoria da Aepet informou que vai entrar com pedido ao
Minist�rio P�blico para que seja investigada a terceiriza��o de
servi�os de opera��o, manuten��o, inspe��o e pesquisa. VALDO
ALBUQUERQUE
Artes @ Artes
Joinville, Sc - Mostra de Fanzines
-A 1� Mostra de Fanzines de Joinville, Santa Catarina,
acontecer� nos dias 25, 26 e 27 de maio no Col�gio Bom Jesus/IELUSC mais
especificamente na sede do diret�rio acad�mico do curso de Comunica��o Social. O
organizador, o poeta Caco de Oliveira, vem divulgando sua id�ia h� alguns meses.
O endere�o est� abaixo.Quanto aos fanzines virtuais, o diret�rio acad�mico est�
estudando a id�ia de disponibilizar um computador com Internet para que eles
tamb�m possam estar presentes na mostra. A id�ia � fazer um cat�logo com os
endere�os dos sites e e-mails dos respons�veis. Quem tiver um e-zine pode
participar enviando o endere�o (em caso de sites) ou os arquivos (em caso de
mensagens que s�o enviadas para os leitores). A Mostra ser� aberta ao p�blico
e far� parte, como atividade paralela, do I Semin�rio
Sul-Brasileiro de Comunica��o Social sobre �perspectivas no mercado de
trabalho�. Mais informa��es sobre o Semin�rio podem ser obtidas
pelo mesmo e-mail abaixo. CACO DE OLIVEIRA Rua Guanabara, 765 bloco A-34 /
ap. 202 89207-900 Joinville-SC e-mail: [EMAIL PROTECTED] (Katherine/Diret�rio
Acad�mico)
Rio de
Janeiro, Rj - CLAIR DE MATTOS
FALA SOBRE LIMA BARRETO. - NO P.E.N.
CLUBE DO BRASIL - Depois do grande sucesso
da palestra sobre Fagundes de Menezes, Clair de Mattos estar� de volta ao P.E.N.
Clube, no dia 9 de abril, realizando nova confer�ncia, dessa vez sobre Lima
Barreto, um dos mais caracter�sticos representantes do romance urbano e de
cr�tica social, grande nome da literatura brasileira. Tema da palestra: O humor sat�rico na obra de Lima
Barreto P.E.N. Clube do Brasil
Data: 9de abril de
2001 17:30 h - Praia do Flamengo, 172/11 andar -
Flamengo Rio de Janeiro (21) 556-0461
-
Primeiro de Abril
Voc�, que me roubou a paz e o p�o
fez de meus caminhos
uma trilha escura no meio do mato,
apareceu em olhos frios por detr�s da mentira.
Voc� que ontem, ano passado, s�culo passado
matou irm�os trabalhadores, escravos, pobres
tirou seu sangue e lavou os pertences
de ouro e prata roubados do meu ch�o.
Voc� que hoje coloca a pol�cia atr�s de mim,
bombas e balas nas nossas cabe�as,
Manchas de sangue pisado na minha face
e no meu dorso.
Voc� que se fingiu rep�blica,
de na��o, de pastor das minhas ovelhas.
Voc� que riu das minhas fraquezas
e me impediu de saber ler as letras.
Voc� que me roubou a terra e meus sonhos,
meus dentes, minha beleza.
Saiba que ter� troco
Est� chegando o dia que rirei da sua covardia
e mostrarei minhas m�os,
meus irm�os vivos de terra,
vivos de luz, de �gua, de fogo.
H� 37 anos roubou meu sono,
ditou, pintou e bordou.
Mas meu trabalho transforma dor em vida,
como fez nossas m�es.
Sua mentira � grosseira, fedorenta
Mas meu abril � diferente.
Ainda vamos fazer daqui um pa�s,
n�s, trabalhadores desse mundo.
Rog�rio Chaves
Abril de 2001
Buzios, Rj - LAN�AMENTO DO "GUIA DO CONSUMIDOR MIRIM" EM
B�ZIOS -Maria Helena Esteban estar� em
B�zios, no dia 11 de abril, autografando seu livro Guia do Consumidor
Mirim. A tarde de aut�grafos faz parte de um grande evento
organizado pela APAE-B�zios e pela Associa��o de Mulheres de Arma��o de B�zios,
que reunir� cerca de 400 alunos de diversas escolas da regi�o. Objetivos do evento: confraterniza��o; inclus�o dos
PNE's na sociedade; arrecada��o de fraldas descart�veis para crian�as
carentes e Portadores de Necessidades Especiais.Local: Shopping Via Mar Data: 11 de abril de 2001
15 h Av. Jos�
Bento Ribeiro Dantas, 222 B�zios - RJ
Escolas participantes: APAE,
Escola da �rvore, Esc. Estadual Oliveira Botas
"Fracassei em tudo o que tentei na vida.
Tentei alfabetizar as crian�as brasileiras, n�o
consegui.
Tentei salvar
os �ndios, n�o consegui. Tentei
fazer uma universidade s�ria e fracassei. Tentei
fazer o Brasil desenvolver-se autonomamente e
fracassei.
Mas os
fracassos s�o minhas vit�rias. Eu
detestaria estar no lugar de quem me venceu"
Darcy Ribeiro
Rio de Janeiro, Rj -
convite LAN�AMENTO
- POVOS IND�GENAS NO BRASIL -1996/2000 = 10
de abril, ter�a, 20hs, Livraria Argumento;Rua Dias Ferreira, 417 -
Leblon Tel: (21) 239.5294.
direitos
humanos
Bras�lia, Df - FHC sanciona lei que acaba com todos os manic�mios
do pa�s .- O presidente Fernando
Henrique Cardoso sancionou nesta sexta-feira, no Pal�cio do Planalto, a que
pro�be a cria��o de manic�mios p�blicos no Brasil. Velha reivindica��o de
m�dicos, entidades de direitos humanos, ONGs e mesmo deputados e senadores, a
lei tamb�m prev� a extin��o gradual de todos os manic�mios que ainda
existem.
Recife, Pe - A M�QUINA
DE MOER CARNE HUMANA - Um epis�dio quase recente de
tortura policial. Tem certos dias em que a gente
anda, se movimenta somente por honra da firma. Estava
curtindo uns diaszinhos de dengue, com muitos pontos vermelhos pelo
pesco�o e pelo colo, quando me chegou �s m�os um processo de habeas
corpus .Recebo autos de seis Estados da regi�o judici�ria que corresponde �
procuradoria onde trabalho. Mesmo no estaleiro, eu pedira ao meu
Secret�rio que me trouxesse os processos em casa, para n�o acumular
trabalho. E o meu fiel escudeiro do gabinete, um calvo e sorridente, e
atencioso, que al�m de me quebrar galhos e
troncos di�rios, ainda toca viol�o na medida certa para
me acompanhar-me os trinados de mezzo soprano que vez por
outra solto nas ocasi�es festivas. O Habeas
Corpus � um processo para o qual n�o tem boquinha : s�o
48 horas para oferecer o parecer. N�o importa se os autos t�m 10 ou
1000 folhas, o prazo � o mesmo. E este HC estava mesmo fora
de s�rie. Os pacientes todos eram policiais, uns mais graduados
e outros menos. Estavam denunciados pela morte de um preso nas depend�ncias
do Departamento deles no tal Estado. Ingressaram com o processo
porque queriam suspender o interrogat�rio j� marcado e tamb�m trancar
o processo. Vi logo que n�o dava para trancar o processo
porque havia muita coisa para ser demonstrada. Se h� necessidade de prova
n�o pode haver o encerramento de uma a��o penal. Somente nos
finalmentes do julgamento � que a d�vida poderia beneficiar os
pacientes. Autos volumosos , folhas e mais folhas contendo
depoimentos, transcri��es de fitas gravadas , registro de
conversas, de combinando a assun��o de culpa por alguns policiais
tidos como de m� conduta, com promessa de que eles botavam o fardo nos
ombros, sa�am da corpora��o e depois voltavam. E o mais
impressionante era o �lbum de fotografias. O mais macabro
que j� vi at� hoje. Nada nesse campo me havia causado
mais impacto, nem as ilustra��es dos comp�ndios de Medicina
Legal que j� folheei, nem as transpar�ncias vistas na sala de
aula da Faculdade de Direito, projetadas pelo Professor da mat�ria
, um perito-m�dico da Pol�cia Civil. As fotografias e o laudo
cadav�rico comprovavam a tortura medieval praticada em tempos muito
posteriores � queda da gloriosa , e tamb�m depois de entrar em
vig�ncia a Constitui��o Cidad�. A necr�psia registrou o
estrago feito no corpo de um homem de pouco mais de trinta anos, de
complei��o robusta, sem registro de doen�as : hemorragia interna ;
costelas quebradas nos dois lados; f�gado retalhado; osso hi�de
fraturado, aquele chamado de Pomo de Ad�o. O relato dos presos.,
que. na horrenda noite da morte ocupavam outras celas do edif�cio, e
o daqueles que ficaram no mesmo c�rcere, combina com o conte�do
do laudo da morte. Os presos ouviram os gritos do
espancado ecoando pelo edif�cio todo. A garagem do edif�cio
daquela unidade policial funcionou como o c�mara da
morte. Depois de v�rias horas de espancamento, o homem foi levado para
a cela mo�do de pau.. Passou a noite levantando-se do catre,
indo beber �gua na pia do recinto. Pediu analg�sico a um agente que
olhou para dentro do xadrez. Ouviu a promessa de atendimento , mas o
policial n�o retornou com o rem�dio. Talvez at� por medo de
ser ligado ao presunto que j� estava na vinha d'alhos, quase na barca de
Caronte. E de nada adiantaria ter ministrado qualquer paliativo para a
dor da morte, era apenas um predefunto literalmente arrebentado
por dentro. E todo esse massacre ocorreu em poucas horas. O
homem fora preso por volta das 18 horas de um dia e no dia
seguinte, pelas 9 horas da manh� seguinte morreu sentado no ch�o,
entre o vaso sanit�rio e a parede , com as m�os unidas sustentando o
baixo ventre. Impressionante a resist�ncia f�sica do torturado. Com os
�rg�os internos dilacerados pelas pancadas desferidas com toros de madeira,
pelas joelhadas e cotoveladas e pelos chutes, conseguiu andar at�
morrer. A leitura dos depoimentos revela que a selvageria dos
policiais se deveu � raiva que o preso lhes causou. Ele o fizera de
bobos. Iludiu a campana armada para ele, aquela vigil�ncia de
longe, de quem pesca com os olhos feito jacar�. Tudo indicava que ele
seria um peixe gra�do. A not�cia chegada na reparti��o dos pacientes
-aqueles que queriam se livrar do processo penal por meio do habeas corpus
- era a de que o dito homem tinha ido ao Estado vizinho para trazer uma
grande quantidade de maconha para ser vendida naquela terra. Por isso
queriam peg�-lo na volta. Prender um traficante com muita erva d�
not�cia nos jornais, mostra que os policiais trabalham bem. Conta ponto
para toda a equipe da delegacia especializado. � o sucesso da miss�o. Mas
se a letra "I" - esta era a inicial do morto - tinha muita maconha deve
t�-la escondido em alguma caverna do drag�o, ou na da Ali Bab�. O
agente escalado para a campana dele comeu mosca. Nem percebeu que
ele saiu fundos do hotel. Perdendo seu alvo de vista, o
agente somente voltou a encontrar a letra "I" em um trevo
rodovi�rio, no cair da tarde. Ele foi preso sem oferecer resist�ncia,
pelas 18 horas . Em seu poder somente uma bolinha de haxixe, poucos
gramas de maconha, quantidades pequenas que somente poderiam caracteriz�-lo
como usu�rio de droga, jamais como grosso traficante, a fama que
tinha. A esperteza da letra "I" foi a sua senten�a de morte
b�rbara..Escondeu a erva - se � que a informa��o era verdadeira - e ainda
desafiou o poder dos esbirros teimando em ficar calado. Morreu
apanhando e n�o revelou nada aos policiais. Tem um dos depoentes que diz
sobre o morto : "... mostrou que era macho. Morreu , mas n�o falou
" Intriga-me o porqu� de oito homens bem
instru�dos, enfurecidos, matarem a pauladas um homem
subjugado! Preocupa-me encontrar a explica��o para a inocuidade
de uma instru��o de alta qualidade recebida pelos
agentes da pol�cia judici�ria , que n�o teve qualquer poder
inibit�rio sobre sua f�ria animalesca e assssina !!!. Os
policiais partiram da premissa de que toda informa��o sobre algu�m deva ser
tida como verdade absoluta. Por isso quiseram arrancar a pauladas o que
eles julgavam ser a verdade. Ou ent�o ser a vers�o que a eles
convinha, mesmo que o pre�o fosse uma vida. Os autos registram
a hist�ria de ter havido combina��o para que dois integrantes do pequeno
esquadr�o da morte assumissem que contavam com puni��es na folha de
servi�o.Ent�o eles foram convidados a assumirem o presunto. Sa�am e depois
voltariam. Depois que sa�ram e n�o voltaram abriram a boca. Outro
policial , mais graduado, pela via administrativa conseguiu sair do elenco
da sindic�ncia interna. Antes do HC houve um processo administrativo,
cujos acontecimentos se assemelharam a uma elei��o, com partidos a
favor e outros contr�rios. E o resultado n�o s�o votos, mais declara��es
de apre�o, atestados de boa conduta. Os �nimos estavam t�o
exaltados na reparti��o que importaram um delegado de outro
Estado para apurar o caso. Este delegado deve ter feito muitos inimigos. As
organiza��es de direitos humanos tomaram a defesa da vi�va que j�
recebia pens�o quando peguei no processo. Essa mulher recebeu
todo quebrado o crucifixo que o marido usava no momento em que foi
preso. No tribunal o juiz relator negou o pedido, aceitando meu
parecer. Mas suspendeu o interrogat�rio dos pacientes. Outro juiz pediu
vista dos autos e o processo somente foi julgado nove meses depois
. Mesmo sendo denegada a ordem de habeas corpus, os policiais
moedores de carne viva tiveram uma boa pausa no andamento do
processo, de nove meses. Curiosa analogia com o tempo de produ��o
de uma vida. Eles que tiraram a vida de um preso, descumprindo a
obriga��o que a lei lhes imp�e de velarem pelos detentos, sejam anjos
ou dem�nios. Armanda Figueiredo
S.Francisco do Sul,Sc -
Violencia Policial - A Pol�cia Militar de Santa Catarina, como de
resto a do Distrito Federal e dos demais Estados, tem como miss�o
constitucional propiciar a seguran�a p�blica, no entanto, por falta de preparo e
face a estrutura pol�tica da institui��o, de um modo geral a PM est� sempre
a servi�o do governo que se encontra no poder temporariamente e age, com
violencia e truculencia, sempre favoravelmente a elite dirigente e economica. Em
SFS, a PM � pe�a chave a favor do poder e da oligarquia tracional e sempre
pratica a violencia em defesa dessa ordem unida.- � cultural e
hist�rico.
Rio Claro, Sp - Indeniza��o milion�ria
-O imigrante haitiano Abner Louima, torturado em 1997 em uma delegacia de
Nova York, nos Estados Unidos, vai receber US$ 9 milh�es de indeniza��o da
cidade e de uma associa��o de policiais. O acordo estabelece que Louima vai
retirar a a��o que movia contra o Departamento de Pol�cia de Nova York, pedindo
US$ 155 milh�es, revelou na edi��o desta quinta o jornal Daily News.
Belo Horizonte, Mg - Promiscuidade
Generalizada - Os detentos da Divis�o de Crimes contra o
Patrim�nio (DCcP), mais conhecida como Delegacia de Furtos e Roubos, continuam
vivendo em condi��es de promiscuidade e insalubridade, muitos deles com asma,
bronquite e Aids. Como a superlota��o na carceragem prossegue, eles se
revezam para dormir, alguns durante o dia e outros � noite. Esse quadro foi
relatado pelo pastor Roberto Luiz, membro do Conselho da Comunidade de Belo
Horizonte, que ontem voltou a fazer uma vistoria de pouco mais de uma hora na
delegacia.
Osasco, Sp - Procurador denuncia juiz
por tortura - Magistrado � acusado de ordenar castigo a presos
numa cadeia p�blica de Osasco. O procurador-geral de Justi�a do Estado de S�o
Paulo, Jos� Geraldo Brito Filomeno, apresentou den�ncia (acusa��o formal) no
Tribunal de Justi�a (TJ) contra o juiz Jos� Marcos Silva por crime de tortura. O
magistrado est� sendo acusado de ser o "ordenador" de sess�o de tortura de 350
presos numa revista na cadeia p�blica de Osasco, na Grande S�o Paulo, em 10 de
dezembro de 1998 - dia do 50� anivers�rio da Declara��o Universal dos Direitos
Humanos. Al�m do magistrado, que hoje est� na Vara de Execu��es Fiscais de
Guarulhos, foram denunciados tamb�m o major Reginaldo dos Santos, os tenentes
Samuel Gomes Pereira e Josiel Oliveira de Andrade, o delegado Jo�o Roberto de
Lemos Barbassa, o carcereiro Edivaldo Rodrigues da Silva e o ex-delegado Jos�
Geraldo Leonel Ferreira.
ecologia - meio ambiente
Joinville, Sc
- Bush diz que polui��o do planeta � melhor do que crise econ�mica nos EUA -
O presidente americano George W. Bush resolveu admitir
publicamente que seu pa�s polui o planeta sim, muito, e n�o se importa com isso,
desde que os cofres estejam em ordem. "Somos o maior poluidor do mundo, mas se
for preciso, vamos poluir ainda mais para evitar uma recess�o na economia
americana", avisou. "Estou convencido de que o mundo tem muito mais a perder com
a recess�o nos Estados Unidos do que com a polui��o que produzimos." A frase foi
dita durante o encontro com o presidente Fernando Henrique Cardoso, na semana
passada, segundo o ministro das Rela��es Exteriores, Celso Laffer.
Rio de Janeiro, Rj -Convite - Contamos com a sua presen�a. PARTICIPE! -DIABUSH SUFOCA O PLANETA AQUECIMENTO GLOBAL -Data: 09/04/2001 � 2�
feira.- Hora: 13 h LOCAL: em frente ao Consulado Americano, esquina da
Rua M�xico com a Rua Pres. Wilson. - Rio de Janeiro -Defensores da Terra � Pres. LarafMoutinho 524-5809 / 524-7931 [EMAIL PROTECTED]
S�o Francisco do Sul, Sc - Agua -
Aten��o todos: Em breve as aguas ser�o privatizadas. Aguardem. O
Expresso Vida j�
alertou.
Pi�arras, Sc - Farra do Boi - No
litoral catarinense, mesmo sendo proibido, a farra do boi continua
sendo festejada pelos pescadores de quase todos os muncipios cuja origem de
sua popula��o � a�oriana. Lamentavelmente, a Farra do Boi
continua. Pi�arras, Sc - Farra do Boi - No litoral catarinense,
mesmo sendo proibido, a farra do boi continua sendo festejada pelos
pescadores de quase todos os muncipios cuja origem de sua popula��o � a�oriana.
Lamentavelmente, a Farra do Boi
continua.
J = HUMOR * HUMOR =
J
Teste para
ver se voce tem algum problema de DNA. ( Remetido pelo advogado
Pl�nio Pinto Teixeira ) 1.. voc� j� tomou K-Suco? 2.. voc� bebia Grapette?
3.. sua primeira bebida alco�lica foi Cuba Libre? 4.. j� comeu Goiabada Casc�o?
5.. voc� tomou Leite que vinha em garrafa de vidro com tampinha
de alum�nio? 6.. j� tomou Cibalena? 7.. tomou Biot�nico Foutoura ? 8..
voc� cuidou de suas espinhas adolescentes com pomada in�ncora? 9.. sua m�e
usava Violeta Genciana para cuidar de seus chucados? 10.. seu pai usava
aparelho de Gilete com l�minas remov�veis? 11.. sua m�e tinha Secador
de cabelos com touca? 12.. sua m�e usava Leite de Col�nia? 13.. voc� jogava
Bilboqu�? 14.. usava ampinha de guaran� para fazer Distintivo de pol�cia? 15..
soltava Bombinha de quinhentos em �poca de festa junina? 16.. voc� andou de
carrinho de Rolim�? 17.. brincou de Queimado? 18.. voc� lembra qdo. o Ronnie Von
jogava a franjinha de lado cantando Meu Bem ? 19.. voc� assistia
Perdidos no Espa�o ? 20.. voc� sabia de cor a m�sica de Bat Masterson? 21.. sabe
quem foi Phantomas? 22.. quem foi Ted Boy Marinho? 23.. voc� assistia
ao Rep�rter Esso? 24.. assistia ao Toppo Giggio? 25.. assistia Vila
S�samo? 26.. voc� sabe quem foi Jonhnny Weismuller? 27.. assistiu ao
Vigilante Rodovi�rio? 28.. sabe quem foi Odorico Paraguass�? 29.. voc� se lembra
o que era compacto simples e o que era um compacto duplo? 30.. Voc� j�
teve um Bamba? 31.. se lembra do Vulcabr�s 752? 32.. voc� usava Japona
? 33.. quando estudava os graus eram: prim�rio, admiss�o, gin�sio
e cient�fico? 34.. voc� chamava revista em quadrinhos de Gibi? 35.. sua
m�e tinha caderneta no armaz�m? 36.. usou alguma vez bomba de Flit ? 37.. j�
andou de Simca Chambord? 38.. conheceu o Aero Willis? 39.. o Kharman Guia ? 40..
j� andou de Vemaguete? 41.. j� usou gasolina azul no seu carro? 42.. sua m�e
usava cera Paquetina 43.. voc� se lembra do sab�o em p� Rinso ? 44.. da
televis�o com seletor de canais rotativo? Se voc� respondeu SIM para pelo menos
30% das quest�es, est� mesmo com um probleminha (mesmo que n�o admita) de .....
DNA - Data de Nascimento Antiga. Em Tempo: Por onde
anda a mo�a do Karmann Guia vermelho, t�o lembrada por H�lio Ribeiro
?
-- MEM�RIA
HIST�RICA --
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S. Paulo, Sp -
Cole��o Rebeldes Brasileiros Fasc�culo 9 � Canind� e Cipriano Barata - J� nas bancas
- A Cole��o Caros
Amigos - Rebeldes Brasileiros (Homens e Mulheres que desafiaram o poder),
� composta de 12 fasc�culos quinzenais, com dois personagens em
cada. Grande parte dos 24 personagens da
cole��o � relegada ao esquecimento pela hist�ria oficial ou conhecida
apenas do ponto de vista do vencedor. Estes homens e mulheres que
desafiaram o poder nas mais variadas �pocas da vida brasileira, nunca
tiveram a merecida abordagem nos livros e aulas de hist�ria. E exatamente
no rastro destes grandes personagens, que o oficialismo sempre ignorou, �
que surge a cole��o Rebeldes Brasileiros. - O Expresso Vida recomenda a leitura
que haver� de inriquecer o conhecimento do leitor sobre a hist�ria do
Brasil.
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Porto Alegre, Rs -Flores
foram depositadas junto aos nomes das v�timas -
Dezenas de pessoas
participaram, no �ltimo s�bado, da homenagem aos homens e mulheres que
lutaram contra o regime militar no Brasil, em um ato junto ao monumento �
mem�ria dos mortos e desaparecidos - um projeto do artista pl�stico Luiz
Gonzaga -, na esquina das avenidas Ipiranga e Beira Rio. A cerim�nia, na
qual todos depositaram flores ao lado dos nomes de cada v�tima, �
promovida por familiares e integrantes de entidades de apoio aos
perseguidos pol�ticos. O encontro acontece anualmente e marca a passagem
do dia em que foi anunciado o movimento que, no ano de 1964, levou os
militares ao poder.
Bel�m, Pa - Justi�a -
26 de mar�o de 2001, completam 3 anos
dos assassinatos de Onal�cio Ara�jo Barros , o Fusquinha e Valentin Serra,
o Doutor. - Os militantes do MST e as pessoas de bem est�o a espera de
Justi�a.
Bras�lia, Df -O MASSACRE DE
ELDORADO DOS CARAJ�S - Ma�sa
Mendon�a* - Em 17 de abril de 1996, aproximadamente �s 15 horas, policiais
militares chegaram a um acampamento de 1500 trabalhadores sem terra, na
chamada �curva do S�, entre
Eldorado dos Caraj�s e Marab�.
Sob o comando do major Jos� Maria Pereira de Oliveira, comandante da 10�
CIPM/1�CIPOMA, dois �nibus e uma caminhonete, vindos da cidade de
Parauapebas, traziam 68 homens armados com duas escopetas, quatro
metralhadoras, cinq�enta fuzis e rev�lveres. Pelo sentido oposto da
estrada, vieram outros tr�s �nibus. Sob as ordens do coronel M�rio Colares
Pantoja, comandante do 4� Batalh�o da Pol�cia Militar, desembarcaram 200
homens equipados com metralhadoras e rev�lveres. Nenhum policial estava
com a devida identifica��o. Haviam deixado no quartel a tira de pano
costurada sobre o velcro que os identifica. O batalh�o de Marab�, comandado pelo coronel Pantoja, chegou
lan�ando bombas de g�s lacrimog�neo. No in�cio, os trabalhadores
resistiram jogando paus e pedras. Entretanto, ao ouvirem os primeiros
disparos, tentaram fugir e se proteger. O massacre durou aproximadamente
uma hora. Dezenove trabalhadores foram assassinados e outros 69 ficaram
feridos. Os trabalhadores assassinados foram Altamiro Ricardo da Silva (42
anos), Antonio Costa Dias (27 anos), Raimundo Lopes Pereira (20 anos),
Leonardo Batista de Almeida (46 anos), Jos� Ribamar de Souza (22 anos),
Oziel Alvez Pereira (17 anos), Manoel Alves de Souza (49 anos), Lourival da Costa Santana (26
anos), Antonio Alves da Cruz (59 anos), Ab�lio Alves Rabelo (57 anos),
Jo�o Carneiro da Silva, Ant�nio �Irm�o�, Jos� Alves da Silva (65 anos),
Robson Vitor Sobrinho (25 anos), Am�ncio dos Santos Silva (42 anos),
Valdemir Ferreira da Silva, Joaquim Pereira Veras (32 anos) e Jo�o
Rodrigues Ara�jo. Desde ent�o, outros dois feridos morreram em
conseq��ncia do massacre, Francisco Divino da Silva e Jo�o Batista Penha.
A primeira fase do julgamento dos 154
policiais acusados de envolvimento no massacre foi realizada em agosto de
1999, quando tr�s oficiais que comandaram a opera��o�o coronel M�rio
Pantoja, o major Jos� Maria de Oliveira e o capit�o Raimundo Lameira�
foram absolvidos. Os advogados do MST entraram com um recurso para afastar
o juiz Ronaldo Valle do processo, e com outro recurso para anular a
decis�o. Em abril de 2000, o juiz Ronaldo Valle entregou carta ao
Presidente do Tribunal de Justi�a pedindo seu afastamento do processo. No
dia 11 de abril, o Tribunal de Justi�a decidiu anular a decis�o que
absolveu os oficiais. Um
recurso dos advogados de defesa dos oficiais contra a anula��o do primeiro
julgamento est� sendo julgado na C�mara Criminal do Tribunal de Justi�a do
Par�. Ap�s cinco anos, nenhum dos respons�veis pelo massacre foi punido. A
Justi�a do Par� j� nomeou cinco novos ju�zes para o caso. Recentemente,
foi anunciada a nomea��o da ju�za Eva do Amaral Coelho pelo Tribunal de
Justi�a do Estado. Essa mesma ju�za se recusou a conduzir outros processos
envolvendo quest�es fundi�rias, como o julgamento de Jer�nimo Alves
Amorim, mandante do assassinato do sindicalista Expedito Ribeiro. Apesar
da pol�mica nomea��o da ju�za Eva do Amaral, o desembargador Ot�vio
Marcelino Maciel anunciou que um novo julgamento ser� realizado no m�s de
maio. Solicitamos que entidades e pessoas que defendem os direitos humanos
prestem solidariedade ao MST, comparecendo ao julgamento e enviando
mensagens de apoio.O MST defende o fim da impunidade e a realiza��o de um
novo julgamento. Entretanto, devido aos conflitos de interesse envolvendo
oficiais de justi�a no Par�, o movimento tem reivindicado a transfer�ncia
do processo para a Justi�a Federal. Nesse sentido, organizamos uma
campanha de cartas solicitando a imediata aprova��o de um projeto de lei
que transfere o julgamento de crimes contra os direitos humanos para o
�mbito federal. ( *Ma�sa Mendon�a � jornalista e
diretora do Centro de Justi�a Global
)
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**** NOTAS ****
S.Paulo, Sp - Globo em S. Paulo -As
Organiza��es Globo compraram o jornal paulista "Di�rio Popular". O valor do
neg�cio � de R$ 200 milh�es. O Globo vai assumir d�vidas de R$ 100 milh�es do
"Di�rio".A compra foi anunciada aos editores do "Di�rio Popular" .
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Belo Horizonte, Mg - Crimes de Prefeitos
- Criada em 12 de mar�o a Procuradoria de Justi�a Especializada
em crimes de Prefeitos Municipais j� conta com cerca de 500 alvos de
investiga��o, divididos entre a��es, inqu�ritos, processos e procedimentos
investigat�rios. A grande vantagem da Procuradoria � que os
processos nela instalados andam at� tr�s vezes mais r�pido do que na
esfera comum. A Procuradoria Especializada atua nos procedimentos de
compet�ncia origin�ria em que haja ind�cios de pr�tica de il�cito penal
por parte de prefeitos municipais, podendo efetuar dilig�ncias, requisitar
instaura��o de inqu�ritos policiais, instaurar procedimentos
investigat�rios . |
S. Francisco do Sul, Sc - Revista Virtual - O Expresso Vida recomenda visita ao s�tio
virtual Pangea.-/www.revistapangea.com.br A Revista Pangea � uma pubica��o eletr�nica quinzenal
destinada a profissionais de alta qualifica��o, pesquisadores, professores e
estudantes universit�rios. Nas suas 5 se��es interpreta e analisa os temas mais
importantes do cen�rio diplom�tico, econ�mico e pol�tico internacional, al�m de
produzir uma cr�tica da m�dia e um debate sobre os principais temas culturais da
agenda contempor�nea. Cada uma das se��es � editada por um especialista na sua
�rea.
Curitiba, Pr
- Expresso Vida
Recomenda a Visita -SAIBA TUDO SOBRE O TRIBUNAL
INTERNACIONAL DOS CRIMES DO LATIF�NDIO E DA POL�TICA GOVERNAMENTAL DE VIOLA��O
DOS DIREITOS HUMANOS NO PRANAN�-BRASIL, CONSULTANDO A P�GINA: www.conflitonocampopr.org.br
NOT�CIAS, CARTAS DE APOIO, FOTOS, N�MEROS, ETC.
S. Francisco do Sul, Sc
- Anivers�rio do municipio - Considerado o 3�
municipio mais antigo do pa�s, no pr�ximo dia 15 de Abril, S. Francisco do
Sul, completa 497 anos de sua funda��o, segundo historiadores locais. - A
par de cumprimentarmos os cidad�os e autoridades municipais,residentes na
privilegiada cidade catarinense, o Expresso Vida
e seus editores, patenteiam protestos p�blicos para que
tomem conhecimento que a cidade continua com in�meros problemas cujas
simplicidade de suas solu��es, n�o s�o as prioridades dos
administradores.
Boa Vista, RR - MEIO AMBIENTE/INDIOS MULHERES IND�GENAS CHUTAM O PAU DA BARRACA -
�Redu��o de terra ind�gena � inconstitucional� proclama em alto e bom som a
II Assembl�ia Geral da Organiza��o das Mulheres Ind�genas de Roraima (Omir).
Como m�es das gera��es atuais e futuras de seus povos, as mulheres ind�genas
reivindicaram: a regulariza��o das terras ind�genas em Roraima e a anula��o
da cria��o ilegal do Munic�pio de Uiramut�, no Parque Nacional Monte Roraima.
Bras�lia, Df - Curso a distancia
-JORNALISMO/TREINAMENTO - TUTORIAL DA WEBWRITER TEM 4 �REAS E 5 ETAPAS A Webwriter desenvolveu o treinamento profissional � dist�ncia, via
Internet, para estudantes e profissionais de Jornalismo. As �reas doTutorial
abrangem: meio ambiente, biotecnologia, entretenimento, conex�o.Para cada �rea,
existem cinco etapas, com graus de dificuldade e de orienta��o progressivos.
Visite www.webwriter.jor.br/tutorial
CONTATO: [EMAIL PROTECTED]
Salvador, Ba -Agress�o em Hospital da Bahia
-
O Hospital S�o Vicente, que atende tamb�m pelo SUS,
� o maior em atendimento p�blico de Vit�ria da Conquista. S�o 80 m�dicos e 300
pessoas atendidas em m�dia por dia. A empregada dom�stica Maria Pereira esperou
com a m�e para ser atendida no hospital das 5h30min �s 16h. Procurou o m�dico
ortopedista de plant�o para saber o motivo da demora e foi agredida. �Ele se
levantou da cadeira, pegou meu pesco�o e saiu me carregando�, conta. O
m�dico acusado, Wilton Borba, n�o quis gravar entrevista. Mas sem saber que
estava sendo filmado, confirmou a agress�o � mulher. �Eu realmente peguei a
paciente pelo pesco�o e a levei at� l� fora. Se voc� tem que atender a mais de
cem pacientes por dia, vai querer que algu�m diga que voc� � moleque e
vagabundo?�, disse. Segundo a provedoria do hospital, na semana passada, uma
m�dica foi demitida por maus tratos a um paciente e um outro m�dico est� sendo
investigado pelo mesmo problema.O Conselho Regional de Medicina da Bahia disse
que n�o ap�ia viol�ncia e que vai apurar o caso quando receber a den�ncia
oficialmente.
S. Francisco do Sul, Sc - Greve Hospitalar
- Em comemora��o ao anivers�rio da cidade, o Hospital de
Caridade, o �nico da cidade, est� com seu quadro de servidores em greve.
Balne�rio de Barra do Sul, Sc - Ilha dos Rem�dios - Os pescadores de Balne�rio Barra do Sul, que
mantem h� v�rias d�cadas residencias na iha dos Rem�dios, est�o sendo despejados
pela Uni�o Federal, por falta de pagamento do aforamento da mesma. Sem condi��es
financeiras, os pescadores e a Colonia de Pesca local n�o disp�e de R$60.000,00
para quitar a d�vida com a Uni�o. A ilha ser� alienada para turistas que
possam pagar esse aformento.
S. Francisco do Sul, Sc-Regulada a lei
federal 9636 de 15 de Maio de 1998.- A lei que regula a administra��o dos
im�veis pertencentes a Uni�o foi regulamentada no �ltimo dia 11 de janeiro. Com
isso, os im�veis da Uni�o, notadamente os lindeiros ao mar, as ilhas, parques
florestais, reservas, quarteis, hospitais... poder�o ser vendidos, a nacionais
ou estrangeiros. A lei coloca em risco a soberania nacional e tem por objetivo
expresso o pagamento de d�vida consolidada. - Em Santa Catarina est�o
cadastrados atualmente 22 mil ocupantes particulares desses im�veis, que dever�o
compra-los ou entrega-los, inclusive perdendo as benfeitorias existentes.
O Expresso Vida n�o aceita a legisla��o e alia-se as entidades ( poucas ) e as
pessoas que est�o interessadas em revoga-la.
Bras�lia, Df - Lei federal n.9636/98 - O Deputado
Federal Edson Andrino, PMDB, S/c, apresentou projeto de lei revogando a lei
federal n. 9636/98. - O gesto isolado precisa de apoio incondicional das
oposi��es e das pessoas que n�o querem a aliena��o do patrimonio imobili�rio
nacional.
Bel�m, Pa -
Amaz�nia � Venda - O an�ncio
na Internet chamou a aten��o: um corretor americano, com escrit�rio na Fl�rida,
vende seis �reas na Amaz�nia. Para atrair o cliente, o corretor Richard Bruno
diz que as terras s�o ricas em bauxita, ouro e madeira. Na p�gina da
Internet(
http://braziliantimber.safeshopper.com ), a localiza��o: o mapa do Brasil, o
estado do Par� e as tr�s propriedades � venda. "Nesses �ltimos 10
anos, como titular deste cart�rio, em nenhum momento tenho conhecimento de ter
registrado �reas nesse montante. O que pode estar acontecendo � uma fabrica��o
de documentos", diz o dono de cart�rio, Zaqueu de Freitas.
No total, 10.100 quil�metros quadrados de floresta.
S. Francisco do Sul, Sc. - Palestra - O Deputado Federal Edson Andrino, PMDB, S/c
estar� na pr�xima quarta feira, dia 09 de Abril, para proferir palestra a
respeito da lei federal 9636/98 e suas atividades relacionadas a mesma. O evento
est� sendo organizado pelo Instituto de Defesa da Cidadania e
Direitos Humanos.
Bel�m, Pa -
Incentivo - Para incentivar a renova��o da frota de t�xis em
Bel�m, o Banco do Brasil e a prefeitura assinam no Pal�cio Ant�nio Lemos, um
conv�nio para a implanta��o de uma linha de cr�dito para taxistas. Atrav�s do
conv�nio, o Banco do Brasil financiar� a compra de carros zero quil�metro a
juros abaixo do mercado (1 a 1,5% ao m�s) e em at� 43 presta��es mensais, com
entrada de 10% do valor do carro. O Banco do Povo poder� financiar os 10%
exigidos pelo BB, caso o taxista n�o tenha como pag�-lo.
Bras�lia, Df - Afastamento de Desembargador
- A Corte Especial do Superior Tribunal de Justi�a determinou, em
21/03/01, por unanimidade, o afastamento do vice-presidente do Tribunal de
Justi�a do Amazonas, desembargador Daniel Ferreira da Silva. A decis�o de
suspender as fun��es do magistrado amazonense se estender� at� a conclus�o da
a��o penal, em curso no STJ, onde ele � acusado da venda de alvar�s de soltura,
irregularidade que teria beneficiado at� traficantes internacionais.
Curitiba, Pr -V�tima de atentado violento ao
pudor em hospital ser� indenizada .- A 4� Turma do Tribunal Regional Federal (TRF) confirmou, por
unanimidade, a senten�a da 2� Vara Federal de Curitiba, que obriga a
Universidade Federal do Paran� (UFPR) a indenizar uma paciente que sofreu
atentado violento ao pudor em um quarto do Hospital de Cl�nicas da institui��o.
A v�tima, casada e com filhos, foi internada em estado de coma na Unidade de
Tratamento Intensivo em 3 de julho de 1990. Na madrugada seguinte, conforme
testemunhas, estando inconciente, foi submetida a ato sexual pelo auxiliar de
enfermagem Carlos Maidel da Luz.
POL�TICA * POL�TICA
Joinville, Sc - Vice L�der -
O deputado Carlito Merss vai exercer uma das 14 vice-lideran�as
do PT na C�mara. Os nomes foram definidos em reuni�o da bancada petista,
ter�a-feira, 3, em Bras�lia. Como vice-l�der, a atua��o do parlamentar
catarinense ser� mais intensa especialmente em plen�rio, j� que ser� um dos
respons�veis diretos pelos encaminhamentos de vota��o do partido. Na nova
fun��o, Carlito tamb�m participa do col�gio de l�deres do PT, que se re�ne todas
as ter�as. "� um desafio importante colocado pelo PT, que exige qualifica��o e
articula��o pol�tica. Portanto, ser� um excelente aprendizado", comentou.
DEBATE COM A SENADORA HELO�SA HELENA -
A senadora Helo�sa Helena
(PT-AL) estar� no Rio, no dia 9 de abril, participando
de um debate promovido pelo DM-PT/RJ e pelo N�cleo de Mulheres. Essa � uma
atividade de recadastramento dos filiados do partido, e ser� realizada no
audit�rio do CREA-RJ (rua Buenos Aires, 40/quinto andar), a
partir das 19 horas. Lembramos que para o recadastramento �
necess�rio os (as) companheiros (as) levarem a carteira de identidade e t�tulo
de eleitor, ou a carteira de filiado do PT.
Bras�lia, Df - CPI da Corrup��o - O governo
FFHHCC continua fazendo de tudo para que a COmiss�o Parlamentar de Inqu�rito da
COrrup��o n�o se instale. - O Expresso Vida
est� registrando o nome dos Parlamentares que n�o
querem assinar o requerimento para instala��o da CPI
CORRESPOND�NCIAS
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PIAU�
INDEPENDENTE - PODEMOS SONHAR? ACREDITO SIM. DEPOIS QUE
VIMOS ALGUNS ARTIGOS DO MSP SENTI O GOSTO DE VER A VERDADE SER
REVELADA. O MOMENTO SUBLIME ACONTECE QUANDO ENCONTRAMOS
PESSOAS COM CORAGEM DE ENFRENTAR OS ESTADO FEDERADO, QUE FOI FEITO PRA
DESTRUIR O SONHO DE MILH�ES DE BRASILEIROS. O DIREITO �
MANIPULADO EM NOME DA TAL DEMOCRACIA, QUE NA REALIDADE � A DEMONIOCRACIA DO
DINHEIRO, S� TEM QUEM TEM MUITO DINHEIRO, QUEM N�O TEM VIVE S� OLHANDO OU TEM
QUE FOR�AR A BARRA INDO EM BUSCA DE FORMA GROSSEIRA DESTE
DIREITO. TEMOS MUITOS CIDAD�OS BRASILEIROS SENDO PRESOS POR
CAUSA DO CAOS FORMADO POR UM ESTADO ESPELHADO NO DIREITO ROMANO, QUEM FOI
ROMA? O IMPERIO DA MORTE QUE DURANTE MUITO TEMPO MATOU E EXPLOROU POVOS
INTEIROS. O PIAU� PODE SER INDEPENDENTE SIM. S� BASTA O POVO
TER ACESSO A EDUCA��O DE QUALIDADE, VEJAMOS ALGUNS PIAUIENSES SEREM
REFER�NCIAS EM DIVERSOS RAMOS E CURSOS FORA DO ESTADO.
TEMOS UMA HIST�RIA DE MASSACRE, TALVEZ OS NOSSOS IRM�O IND�GENAS PIAUIENSES
TENHAM SIDO OS MAIS VALENTES QUE DERAM A VIDA LUTANDO. BASTA VER QUE A BATALHA
DO GENIPAPO FOI O PRIMEIRO GRITO DE LIBERDADE DAS M�OS DE PORTUGAL QUE TINHA
EM FIDI� SEU REPRESENTANTE MAIOR. MANDU LADINO O NOSSO
HER�I MAIOR MORREU EM CANID�, �LTIMO GUERREIRO DESTAS TERRAS, FOI PERESEGUIDO EM
MORTO NO CEAR�. NO PIAU� TEMOS O TORQUATO NETO UM DOS MAIS
INQUIETOS INVENTORES DO MOVIMENTO TROPICALISTA BRASILEIRO, SOI LOUCO POR TI
AMERICA E GELEIA GERAL,POR SER PIAUIENSE MORREU DANDO FAMA PARA ALGUNS CANTORES
QUE HOJE NEM LEMBRAM QUE QUEM FEZ A GEL�IA GERAL FOI O TORQUATO NETO, FICOU T�O
DECEPCIONADO COM O MOVIMENTO QUE SUICIDOU. TEMOS ARTISTA DE RENOME QUE TEM UMA
VOZ IN�DITA, O Z� MARQUES, AMIGO DE INF�NCIA QUE COM A FILOSOFIA HUMANA ESPALHA
A VOZ PELOS CANTOS DO PIAU�, AINDA N�O FOI DESCOBERTO MAS � UMA GRANDE FOR�A QUE
VAI UM DIA MOSTRAR NO PA�S UM GRITO DO PIAU� INDEPENDENTE DOS CORON�IS DO
VOTO. SOMOS UM ESTADO EXPLORADO PELOS CORRUPTOS, GENERALIZOU, EST�O EM TODO
LUGAR DO SISTEMA, SUGANDO A VIDA DO POVO, PORQUE ENQUANTO EXISTIR ESTES
TERRORISTAS, V�O CONTINUAR ROUBANDO O DINHEIRO DO FUNDEF, DA MERENDA ESCOLAR,
DAS OBRAS FANTASMAS, DA COMPRA DE VOTOS, DA ENGANA��O AOS MAIS
POBRES. BUSCAMOS A AUTODETERMINA��O DESTE POVO, EM BUSCA DE SE LIBERTAR DOS
EMPRES�RIOS QUE TEM O RECURSO DA SUDENE PRA EXPLORAR COM O RECURSO DO POVO,
DEIXANDO UM ESTADO SEM ESTRADA, SOMOS O POVO QU TEM MENOS ESTRADAS DE QUALIDADE
DO PA�S. NA ZONA RURAL TEMOS MENOS COMARCAS BASTA VER QUE OS DELEGADOS S�O
GERALMENTE MANDADOS PELOS PREFEITOS. NA INDEPEND�NCIA DEVEMOS TER EM MENTE O
DIREITO NATURAL, DE FINCAR A ESTACADE UM NOVO SONHO, VER A VIDA BROTAR DO CANTO
DE TERESINA: "AI TROCA QUEM TROCA DESTROCA, MINHA TERESINA N�O TROCO JAMAIS"
(AUR�LIO) OU CANTAR COM CAETANO VELOSO: "EXISTIMO A QUEM SER� QUE SE DESTINA
A CAJUINA CRISTALINA EM TERESINA",OU PASSEIAR NO CANTO DE SETE CIDADES ONDE O
SONHO � AZUL VENDO O CANTO DE SILIZINHO: "OLHA MORENA SE VOC� QUISER QUE EU
SEJA, UM HOMEM LIVRE PRA PODER TE MERECER". DEBRU�AR NA VOZ DE NOSSO EXPOENTE
NA MUSICA E NA TELEVIS�O, NOSSO LAMPI�O DE PIRIPIRI: JO�O CL�UDIO, COM A VOZ
IGUAL A DE LUIZ GONZAGA. VER A RIQUEZA DA OPALA DE PEDRO II SENDO COLAR PRA O
POVO DO PIAU�, E N�O SENDO ROUBADO PRA AUSTR�LIA A PRE�O DE BANANA. A SERRA DA
CAPIVARA SER UM LOCAL DE ENCONTRO DOS POVOS PRA ENSAIAR A MARCHA DA
LIBERTA��O.SENTIR O GOSTO ETERNO DA VIS�O DO DELTA DO PARNA�BA O MAIOR DAS
AMERICAS. DEBRU�AR NO PARNA�BA E VER NASCER UM RIO REVITALIZADO. SONHAR COM O
PORTO DE LUIS CORREIA E APROXIMAR BEM PERTO DE UMA FERROVI�RIA QUE VAI DAR EM
PETROLINA, S�O LUIS, FORTALEZA E PARNA�BA. VER OS JORNAIS ESCREVENDO ARTIGOS
CR�TICOS CONTRA OS CORRUPTOS, OS PREFEITOS DESONESTOS PRESOS EM PRIS�ES
ALTERNATIVAS, SEM PODEREM JAMAIS SE CANDIDATAREM. VER JUIZES HONESTOS
EXPULSANDO OS DESONESTOS QUE HOJE S�O MANDADOS PELO DINHEIRO. VER A SEGURAN�A
DO POVO AGORA EMPREGADO EM NOVAS IND�STRIAS. OS JOVENS DE
ESCOLA P�BLICA NAS UNIVERSIDADES ALTERNATIVAS, EM POSSAM ESTUDAR O DIREITO
POPULAR E NATURAL BEM COMO A MEDICINA ALTERNATIVA. SENTIR OS
CARROS MOVIDOS A ENERGIA SOLAR, JUNTO COM APROVEITAMENTO DO POTENCIAL DE UM SOL
DO EQUADOR.SONHAR FAZ BEM! A PAZ � FRUTO DA JUSTI�A! O POVO FAZ A LEI
NATURAL! FREI FERNANCIO - TEOLOGO - FILOSOFO POPULAR (
* correspondencia recebida em raz�o de artigo publicado no Expresso Vida n. 61 )
JJJJJJ
- O Expresso Vida � lido em Guajar� Mirim, Ro.; Lajes, Sc
e Reden��o Pa. -
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At� breve !
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