Aos colegas membros do grupo:

Até que meu iluminado amigo e colega Dinir Rocha me mostrasse a decisão
anexa,
confesso que duvidava de sua existência.

Agora que São Tomé pode vê-la, gostaria, por amor ao debate, de ouvir
comentários
sobre sua aplicação nas recentes "cisões" de escritórios, como a do Machado,
Meyer
de onde nasceu repentinamente o Souza Cescon, e casos análogos, como a
quebra de
"afectio societatis" no ex-Amaro, Stuber, Street.

By the way, a norma é tão absurda que proíbe um sócio, que trouxe seu
cliente para
a sociedade, de decidir deixá-la e levar consigo seu próprio cliente.

Será que a advocacia deixou de ser atividade personalíssima para se tornar
efetivamente uma "commoditie" mercantil? Será que os clientes agora são
clientes
de um CNPJ, e não mais de seus advogados de confiança?

Abraços,
Marcello Klug


------------------------------

Endere�os da lista:

http://www.professorsoares.adv.br

Para entrar: [EMAIL PROTECTED]

Para sair: [EMAIL PROTECTED]

------------------------------


cancelar assinatura - p�gina do grupo

Attachment: Resolu��o 16_98 - OAB_SP (sa�da de advogado).doc
Description: MS-Word document

Responder a