rss Rocas ! nem me liguei no nome de Graco! sério...to aqui rindo com minha
"voada" aliás
quem me conhece sabe...
Não fiz por mal.Adoro Adélia e seus poemas.Não vá "enrendar" não...rs
beijo
Yasmine



Em 07/12/07, graco medeiros <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
>    *"DEFENDENDO O PATRÃO"*
> **
> **
> *Querida Yasmine:*
>
> Eu já tinha inté jurado, me ajueiado no mío, rezado um credo e uma salvi
> raínha e tomém tinha feito pra mais de quarenta "pelo sinal" na frente da
> istauta do meu padim João Maria, sustentando qui num butava mais os pés
> nesse beco pirracento, ondi o *"pratodomundo" *principá foi "traira
> chamuscada" e "escorpião na brasa"!
>
> Isso sem contá com jornalista de brógui véio qui,* feito Stalin,* andô *
> limando* o nomi do meu patrão de um certo evento culturá
> (musicá) acontecido na cidade - acuma se pudesse iscondê o sol qui todo dia
> alumêia os ladrilhos do cucuruto da Igreja do Galo!!!
>
> Mas agora, além do "*quiridim dos noigandres"* falá mal da *mãe dos Gracos
> * - vem a *Flô Bela Yasmine* , butá puema de dona Adélia isculhambando a
> mãe do Patrãozim?????
>
> Minha bela *Yasyás,* essa muié mineira aí já passô ferro de ingumá puema
> lá na casa do patrão... foi no tempo qui *João Gualberto* tomém lavava
> puema, tais ligada????
>
> Entonces, ela pegô ar cum a mãe do patrãozim só pruquê esta arrecramava
> qui ela só quiria cumê pão de queijo com café e nada de passá os puemas qui
> o pobre do *João Gualberto* se lascava de lavá numa maquina véia qui num
> era siqué uma Brastemp...
>
> Aí, ela deu pra móde falá mal da *"mãe dos Gracos"*, feito seu "*Serafim Ponte
> Grande"*, qui derna daqueles tempos já gostava de puxá o saco de dona
> Vilma, talvez pensando qui fosse de tê o mermo arrêgo qui o ôtro* 
> Andrade*(Mário) arrecebeu por esses mangues de Poti...
>
> Agora, além do "Rei da Véia" (Pagu num merece!!!), vem dona *"Adélia
> Prato Come-Quéta"  *tomém fazê fuxico cum a mãe dos ôtros???
>
> Beijo grande, querida Yasyás!
>
> *Rocas Quintas*
> *(patrão unido jamais será vencido!)*
>
> *P.S:  vô cabuetá pro patrãozim lá no orkut qui a "mineira" tá falando da
> mãe dele, visse? *
> **
>
> Em 07/12/07, Yasmine <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
>
> >  *ADÉLIA PRADO*
> >
> > *Não sou matrona, mãe dos Gracos, Cornélia,
> > sou é mulher do povo, mãe de filhos, Adélia.
> > Faço comida e como.
> > Aos domingos bato o osso no prato pra chamar o cachorro
> > e atiro os restos.
> > Quando dói, grito ai,
> > quando é bom, fico bruta.
> > As sensibilidades sem governo.
> > Mas tenho meus prantos,
> > claridades atrás do estômago humilde
> > e fortíssima voz pra cânticos de festa.
> > Quando escrever o livro com o meu nome
> > e o nome que eu vou pôr nele, vou com ele a uma igreja,
> > a uma lápide, a um descampado,
> > para chorar, chorar, e chorar,
> > requintada e esquisita como uma dama.
> > *
> >
>
> 
>

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