o melhor do colunismo social esta no livro de franklin jorge ( o splim de 
natal). leia a entrevista de J. pifanio. 
  o colunista, sei não.
   
  

Maurílio Eugênio <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
            Serrão, seu bloque está porreta! 
  
  Passei hoje na tua loja sobraçando (como diz Osvaldorf) variadas e volumosas 
preciosidades literárias - outras não tão literárias assim - para negociarmos, 
porém vossa iridescente presença não se encontrava fisicamente presente. 
  Mesmo com a porta cerrada pude perceber a tua aura e a de Sandrinha 
sobrepostas harmoniosamente por entre as frestas do cartaz do Sebo Paraupaba 
levemente iluminado pela luz do sol neste sábado devagar, pós-festejos do Ano 
Novo.
  
  “Vagabunda! Você é uma va-ga-bun-da!” O autor da crítica mordaz era um dos 
decanos do colunismo local. A vítima dos ataques, uma sua colega de profissão, 
Eliana Lima, que acabava de ser contratada, a peso de ouro, para dar expediente 
no mesmo jornal...
  
  
  Mas quem foi, Serrão, afinal, o colunista q chamou Eliana Lima de vagabunda? 
Foi Paulo Macedo? 
  Por favor, F. Serrão, me mate essa curiosidade!
  Por falar nesse célebre jornalista que tem horror que se lhe perguntem a 
idade, eu sei uma história porreta sobre ele - se vc quiser eu conto. 
   
  PS: Tu num abre aos sábados não, é!? 
         Enfim, um bom weekend pra vocês.


Franklin Serrão <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:         O cidadão aí merece ser 
repórter da Caras,  da Bravo ou da Papangu (brincadeirinha, rssss). Alexandro, 
como é que o cara elege Fernada Tavares o pináculo mais célebre da tribo 
potiguar e esquece Marina Elali de Julin?

  p.s. celebridade é Cascudo que já foi até dinheiro. 
  
Alexandro Gurgel <[EMAIL PROTECTED]> escreveu:
        Caviar, champanhe e Ministério Público
   
  João Moreira Salles
   
   
  Natal, capital do Rio Grande do Norte, não é exatamente um celeiro de 
celebridades. Com exceção da top model Fernanda Tavares, a fama dos personagens 
nativos corre na faixa que vai da Paraíba ao Ceará. Mas, se o nordestino é um 
forte, o colunista social potiguar é um hércules. A pobreza da lavra não o 
impede de suar o rosto nas minas exíguas do jornalismo de sociedade. O ouro é 
pouco; a concorrência, imensa. Espalhados por jornais, rádios e tevês, o 
contingente de colunistas potiguares é forte de cerca de noventa 
almas................... 






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