O mundo tende ao totalitarismo do 'Politicamente Correto', do 'Ambientalmente Correto', do...
Por isso e por muitas outras é que quando eu vejo alguem falando em bem comum eu vou logo procurando saber quanto esse individuo vai faturar na jogada. Existem zilhões de estudos mostrando que celulares são perigossimos para a saúde, mas cadê que os governos teem( no novo Portugues que 'entrou' no ar ultimo dia 08, parece ser assim o certo) culhões de enfrentar a trilionária industria? Carros são trambolhos que só servem para incomodar, deveriam ser banidos em sua grande maioria e substituidos por transportes publicos eficientes e apenas serviços essenciais poderiam dispor de veículos de urgencia, tais como médicos, policia e raros outros, mas o que se vê? Carros vendidos a preço de banana, qualquer zé quer ter o seu, para dispor a hora que quiser, e os poucos, como eu, que faço questão de não ter carro, sou obrigado a me confrontar com risiveis argumentos: 'mas como? com o que você gasta de taxi, você poderia ter um carro muito bom...'. É, o livre arbitrio ainda é pouco compreendido, mal interpretado e até ridicularizado. Tristes tempos esses onde somos obrigados a nos comportar como esses animais desse filminho aí embaixo: "Comportamo-nos assim, massa ignara tangida feito gado, ao sabor de modismos, modelos e coletivismos. Basta alguém com uma vareta com um farrapo na ponta e uma visão mais ampla, e lá vamos nós seguindo cegamente o caminho traçado pelo guia." Do c.a.t http://www.metacafe.com/w/1019313 Oswaldo Em 09/01/08, augustolula < [EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > RUY CASTRO > Os vilões de sempre > RIO DE JANEIRO - Os vários Andrés (Gide, Breton, Malraux, Bazin), Jacques > Prévert, Sartre, Camus, Boris Vian, Genêt, Merleau-Ponty, Truffaut e demais > franceses que fizeram a cabeça do século 20 a partir de uma mesa de café em > Paris e de um cigarro na boca seriam, hoje, inviáveis. Se vivessem em 2008, > e quisessem continuar filosofando, poderiam tudo, menos fumar. > Em sua época, havia um forte aroma de contravenção no surrealismo, no > realismo poético, no existencialismo, na fenomenologia, na Nouvelle Vague e > nas outras disciplinas que ficamos devendo a esses homens. E, embora não > existisse nenhuma relação, todos fumavam como se fosse para salvar a vida. > Mas teria sido a mesma coisa se, entre um "pourquoi" e um "parce que", em > vez do onipresente Gauloise, eles mascassem chicletes ou chupassem jujubas? > A proibição de fumar em lugares fechados na França, a valer desde o > primeiro dia do ano, é uma saudável vitória da campanha antitabagista, > porque os franceses, de fato, fumam demais -com o mesmo fanatismo com que os > americanos comem batata frita com ketchup e os brasileiros bebem cerveja. > Na Inglaterra, por sua vez, o primeiro-ministro Gordon Brown anunciou no > mesmo dia que os fumantes britânicos poderão ter "dificuldade de acesso ao > sistema nacional de saúde". A idéia é a de que quem não fuma não é obrigado > a financiar com seus impostos o tratamento das mazelas de quem fuma. > Dito assim, faz sentido. Mas esse mesmo fumante, e que também paga > impostos, será obrigado a financiar o tratamento das mazelas de quem se > entope de fast food? Ou de quem bebe demais ou de quem usa outras drogas? No > entanto, Brown não se lembrou de ameaçar os usuários de cheeseburgers, > conhaque ou cocaína. Sobrou apenas para os fumantes, os vilões de sempre > > > -- ÿØÿà Oswald'Ørf
