vitória moluscular
climato e historicamente, em plúmbeos tempos
um dia solar de feriadão no centro histórico
em pleno processo eleitoreiro.
a batalha do kapital contra o romantismo liso,
quase (i)leso;
o profissionalismo versus o utopismo
muito além e/ou abaixo da alego(gale)ria do povo.
inda continuo radicalmente contra:
o sonambulismo cultural
a vacância institucional
e a letargia estrutural
até então vigentes na viela mítica
a comovente tradição de embates da cena polética cultural:
em 97, para o profinc, plínio x ayres
em 2006, bira x alex
agora em 2009, dunga x lula
sempre animados contextos de agitações salutares,
e articulações imprescindíveis a labuta cultural.
a ideia de referendum populu(la)rem a cada seis meses
de presidencialismo egolátrico
ao parlamentarismo de assembléias não tirânicas;
desatando os nóis e jabás:
o calendário de eleição decidido em assembleia as cinco da tarde
(hora de desocupado).
a estratégia do silencio ou arroubo jaguardatiano(?)
48 horas pra inscrição, (sic!)
o simlêncio organizado, estratégico.
uma chapa/cobra de duas cabeças
afirmei várias vezes ao augusto
só não fiquei neutro por não saber quem seria o “canidato”.
patulhamento ideológico (acusação de micarlistas?)
logo dos wilmistas que remetem ao dem(on).
seria wilma maia, vilma faria
se não fizesse parte da(s) oligarquia(s)
lamartine, maia, com passagens pelos alves?
a traição como prova dos nove...
questionamentos:
lula (mesmo com seus dez dedos)
nunca apertava a mão de zés ou manes,
in campana, salve-salve-simpatia
trocas de germes em apertos de membros fortuitos
o jabaquara continuará carismático e “acessível”?
vem me dê a mão e vamos sair pra ver o sol...
o boicote a nazaré,
tudo em pretensa solidariedade ao bob, detalhe,
o próprio marcelus continuava frequentando.
recentemente, a horda volta a aparecer no bar
como se nada tivesse acontecido.
pena, o bar estava bem mais aconchegante.
proselitismos de campanha?
cooptações legítimas
outras na foice ou na marra.
coerções, ameaças, chantagens, tipo:
se votar “neles” não compro mais,
não trabalha conosco...
chapa alinhavada, até 48 horas antes do pleito
do prazo (inclusive) não cumprido,
duas pessoas ficaram surpresas com a presença na chapada.
mermo assim, para-bens para disciplina
comprometimento e militância arretada,
mesmo a preço de blt.
paz, pra quem é de paz.
quem iniciou o clima de agressões?
“não se faça de bobo,
porque bobo também apanha”.
respingou em mim.
esse “poeta zero a esquerda”,
“ninguém no jogo do bicho (muito menos o 24)
detonado, nas esquinas do beco, inté na praia.
melhor assim, enxuguei o rol de “colegas”
com quem posso tomar “umas bramas”.
aliás, o orfex já voltou agressivo
daquele mesmo jeito que esvaziou o webeco
domingo 03/05, ás 19h07min: “soma”
“apenas porque me pediram - indignados! - para retificar:
onde se lê:'bem tem talvani guedes,
amigo de uns muito do beco' , leia-se:
amigo fraterno de uns muito poucos daqui do beco.
pronto, retifiquei!”
especulação futurista:
se dunga tivesse ganho teria sobrevivido?
continua invicto, nunca jámè ganhou uma brejeira.
mas como diria luis, seu silva:
“o choro é livre”e/ou “conversa de rola murcha”.
a vitória foi insofismável, mas não acachapante
dani me segredou que tinha 60 votos de vantagem.
sem revanchismos, nem continuísmo,
essencialmente, do nada
ensejo práxis e sucesso
(com rara exceção protozoária)
espero uma administração atuante e transparente
e com muito metronidazol.
P.S
confiante e trankilo, trankilo
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