Orf, e eu acho é pouco...
isso reflete o descaso como o tal desenvolvimento foi tratado por parte dos
detentores do poder econômico: era tudo fachada! Uma tremenda bolha mais
frágil que a da web no início da década.
Estrangeiro que se preza gosta de coisa boa (como nós, claro!) e os
empresário estavam se refestelando sobre as migalhas da banda podre dos
gringos. Pura ilusão!

Acorda Natal!!!

yuno

2009/9/22 Ørf <[email protected]>

>
>
> Yuno,
>
> Apenas acrescento que a crise imobiliária não se restringe - embora lá
> esteja mais vísivel - à Ponta Negra. Ela - a crise - está em todo o mercado
> natalense e talvez em todo o Nordeste.
> Ninguem do mercado gosta de falar, mas a quebradeira é grande, apartamentos
> que eram vendidos a 500 mil a um ano atrás, hoje o dono pede 350 e ainda não
> aparece comprador. Sei de dezenas de casos.
> Prédios que venderam uns poucos na planta e nem começaram a levantar, esses
> não saem mais do chão, pelo menos nos proximos doze meses. Basta ver a
> quantidade de placas e de terrenos anunciandos predios espalhados em toda a
> cidade. Os jornais continuam estampando dezenas de lançamentos, para quem é
> que não se sabe. Aqui em Morro Branco tem apartamento que começou anunciado
> a 400 mil, baixou para 290 mil e ainda não apareceu comprador.
>
> Oswaldo
>
> 2009/9/22 Yuno Silva <[email protected]>
>
>>
>>
>>
>> <http://3.bp.blogspot.com/_IrbyFrxwx98/SrkBaPKjtII/AAAAAAAAFeo/yAkJb6s6Ry4/s1600-h/waldemirbezerra.jpg>TRIBUNA
>> DO NORTE - 29/jan/2009<http://tribunadonorte.com.br/noticia.php?id=99353>
>> Foto: Júnior Santos
>>
>> PREJUÍZOS - Waldemir diz que desaceleração causou fechamento de
>> imobiliárias
>>
>>  Com a fuga dos investimentos estrangeiros no Rio Grande do Norte, após o
>> início da crise econômica mundial, o cenário do mercado de imóveis no bairro
>> de Ponta Negra começa a mudar. Um dos locais preferidos para a instalação de
>> escritórios de empresas do setor, a Avenida Erivan França hoje é exemplo de
>> como as imobiliárias - que tinham como foco os investidores internacionais –
>> sofrem com a recessão em outros países.
>>
>> O presidente do Conselho Regional dos Corretores de Imóveis (Creci RN),
>> Waldemir Bezerra, explica que não há números que demonstrem a dimensão dos
>> baques que as imobiliárias estão sentindo. Porém, ele confirma que as
>> empresas estão realmente baixando suas portas, saindo do mercado ou
>> procurando outros pontos de comercialização.
>>
>> “Uma vez que a crise tirou os investidores internacionais do estado, os
>> escritórios perderam seus clientes. Os negócios em Ponta Negra diminuíram
>> sensivelmente e, no ano passado, as imobiliárias com foco no mercado
>> internacional amargaram um prejuízo muito grande”, declara.
>>
>> A falta de dados sobre a quantidade de empresas fechadas nos últimos meses
>> se deve ao fato de que muitas delas encerram suas atividades mas não dão
>> baixa na documentação junto ao Creci. Bezerra acredita que somente em abril
>> o órgão poderá estimar um número já que, até março, está sendo cobrada a
>> anuidade do conselho. “Geralmente, descobrimos que as empresas realmente
>> fecharam quando elas não pagam ou a correspondência para pagamento retorna”,
>> explica.
>>
>> Waldemir Bezerra avalia o cenário com preocupação já que o Rio Grande do
>> Norte, em especial Natal, tem se tornado cada vez mais um destino de segunda
>> residência. “Há quem faça uma leitura que este mercado vai voltar a crescer
>> na Europa ainda este ano. Isso é muito importante para nós já que sabemos
>> que a queda dos investimentos ocorreu porque outros países entraram em
>> recessão e os estrangeiros ficaram mais cautelosos”.
>>
>> Mudança
>>
>> O empresário Fred Salsa era um dos sócios da imobiliária Euro que ficava
>> localizada na orla da praia mais famosa de Natal. Porém, depois de
>> aproximadamente cinco anos na área a sociedade terminou e ele, atualmente,
>> se prepara para abrir um novo escritório em Petrópolis.
>>
>> A imobiliária Imocapital, como será chamado o novo empreendimento de
>> Salsa, foge do foco de Ponta Negra, mercado que já está fraco segundo o
>> empresário. “O movimento estrangeiro caiu bastante nos últimos anos.
>> Continuo com clientes naquela região, mas preferi abrir o escritório em
>> Petrópolis”.
>>
>> Segundo Fred Salsa, cerca de 60% das vendas realizadas pela Euro eram
>> fruto de investimentos de estrangeiros. O público era variado incluindo
>> espanhóis, noruegueses, italianos e portugueses. A imobiliária foi uma das
>> primeiras a abrir na Erivan França e, de acordo com Fred, após o seu
>> fechamento muitos negócios do mesmo segmento também começaram a deixar a
>> região.
>>
>>
>> <http://lh5.ggpht.com/_IrbyFrxwx98/R81o4zrQp-I/AAAAAAAABFc/r1WmF-kKg3g/%21sosterra.jpg>>>>
>> Comentário pertinente: A atual situação [crítica] do mercado imobiliário
>> e os [contínuos] baixos índices no fluxo turístico, refletem a estratégia
>> depreciativa adotada pela especulação imobiliária e a maneira equivocada
>> como foi direcionado o turismo na capital potiguar. A relação é de
>> exploradores e explorados, em vez de parceiros! Formou-se uma bolha ilusória
>> e frágil de prosperidade, comprovando a necessidade de um crescimento urbano
>> responsável e antenado com as características culturais e históricas da
>> cidade.
>>
>>
>>
>> --
>> Postado por Yuno Silva no .: SOS Ponta Negra . Natal . RN . Brasil 
>> :.<http://sospontanegra.blogspot.com/2009/09/com-falta-de-investimento-estrangeiro.html>em
>>  9/22/2009 04:50:00 PM
>>
>
>  
>



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