é isso mesmo Alex, vc sempre certeiro!

perfeito.

Abraços,
Yuno.Silva:.*
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» Antes de imprimir, pense no meio ambiente.


2010/1/19 Alex de Souza <[email protected]>

>
>
> Fim de semana passado, fui a Tabatinga e, na volta, tive problemas para
> passar por Pirangi: na frente de uns botecos da moda, transplantados para a
> praia que é point do verão, a playboyzada parava os carrões no meio da pista
> para conversar com a galera. Ao lado, tinha umas motos da polícia. Mas não
> sei para que eles serviam. Não tive problemas para passar diante do
> cajueiro.
>
>
> Lex
>
> 2010/1/19 Yuno.Silva:.* <[email protected]>
>
>
>>
>> olá todos,
>>
>> essa não é a primeira vez, nem será a última, que o colunista Paulo Araújo
>> irá destilar sua ignorância aos quatro ventos na última página do guia
>> cultural Solto na Cidade (inclusive, vale lembrar que o espaço parece estar
>> garantido enqto a prefeitura patrocinar a publicação - só vejo essa
>> explicação para justificar a publicação/permanência da coluna, ou seja,
>> espaço em troca de patrocínio).
>>
>>  Enfim, conheço uma pessoa que viu o sol nascer de dentro do carro
>> naquele mesmo trecho durante o reveillon - quando e onde percorreu um km em
>> quade 90 minutos!
>>
>> O problema foi bem descrito e em nada tem a ver com o cajueiro:
>> simplesmente motoristas bêbados paravam os carros na via para 'arriar a
>> lombra' ou mesmo colocar os famigerados paredões de som para funcionar. No
>> caso específico do meu amigo que ficou no trânsito, ele descreveu a cena que
>> tirou todos do sério: um jovem abastado e visivelmente alterado
>> (etilicamente falando), com seu tremendo carrão, atravessou a via para
>> estacionar em um estacionamento lotado(!). Como o carro não pôde entrar,
>> ficou ali mesmo, atravessado na Rota do Sol, como se fosse seu quintal (que
>> por sinal deve achar que é mesmo!!).
>>
>> Como moramos em uma cidade onde os motoristas são muito "educados", outros
>> carros que estavam atrás do referido não deram brecha para manobras e tudo
>> ficou travado...
>>
>> Abraços,
>> Yuno.Silva:.*
>>
>>
>> 2010/1/19 gbelgrado <[email protected]>
>>
>>> Gente, recebo, endosso e encaminho e-mail sobre esse absurdo...
>>>
>>> Como se não bastasse todos os problemas ambientais que nós já temos,
>>> inclusive o de preservação, vem um colunista do Solto na Cidade (na última
>>> edição do guia - 16 a 31 de janeiro 2010), Paulo Araújo, diretor de
>>> jornalismo da TV Ponta Negra, que só sabe passar a mão na cabeça da Prefeita
>>> (claro... é pago pela TV no qual ela é a dona), para achar que "espocar dos
>>> fogos e ouvir o tilintar das taças de champanhe" é mais importante do que a
>>> preservação do Cajueiro de Pirangi.  Ele realmente deve ser o  único
>>> decepcionado com o Cajueiro, que segundo ele encontra-se "intocável em seu
>>> berço explêndido de egoísmo".
>>>
>>> Relata que um turista paulista bradou que o cajueiro vai chegar em São
>>> Paulo...ah, ele não vai ter essa sorte porque a poluição de lá não deixa
>>> isso acontecer! Sinto muito por termos um jornalista totalmente despreparado
>>> para escrever tanta besteira porque se for pelo caminho dele, vamos sim ser
>>> conhecidos por ser um estado que matou ou limitou um de seus ícones
>>> ambientais, o maior cajueiro do mundo, sim!
>>>
>>> O direito de ir e vir deve ser respeitado, tal qual a preservação de um
>>> dos nossos ícones. Ao meu ver, o espaço é do cajueiro. A pista é que está
>>> errada e deveria ser feito um trabalho de desvio. Não é por causa do
>>> cajueiro que o trânsito em pirangi está insuportável...são os pedestres que
>>> não respeitam o espaço (embora estes também não têm espaço para transitar),
>>> são as vias pequenas para o grande fluxo de carros e muitos outros fatores.
>>>
>>> Seria possível sim um trabalho urbanístico que desse ao cajueiro a
>>> liberdade de sua natureza. Ele não pode desviar de ninguém, mas nós podemos
>>> criar um outro fluxo para a malha viária ao entorno do cajueiro...
>>>
>>>
>>>
>>> Leiam a crônica:
>>>
>>>
>>>
>>> Via Libre já para o Cajueiro de Pirangi
>>>
>>> por Paulo Araújo.
>>>
>>>
>>>
>>> "E o cajueiro de Pirangi, hein? Quietinho no canto dele, sem mexer com
>>> ninguém - na opinião dos ecochatos, claro! - foi o grande vilão do revéillon
>>> 2010 e tudo indica que assim permanecerá até a Quarta-feira de Cinzas.
>>> Milhares e potiguares que foram ver o espocar dos fogos e ouvir o tilintar
>>> das taças de champanhe para além de Pirangi do Norte comeram o caju que o
>>> diabo amassou, com o perdão do trocadilho, por causa dos galhos do maior
>>> Anacardium occidentale do mundo. Como se a anomalia genética centenária
>>> fosse mais importante que o direito de ir e vir, só há hoje uma pista de
>>> rolamento para os carros transiterem naquela rodovia. Aí é um Deus nos
>>> acuda. Não foi brincadeira não, como relataram twitteiros de plantão: muita
>>> gente viu o sol do primeiro dia do ano nascer dentro do carro, porque o
>>> trânsito simplesmente não fluia, e muitos chegaram a chama pela Via Livre
>>> naquele entorno. Um turista paulista, revoltadíssimo, bradou em alto e bom
>>> som para uma equipe de TV: "e quando os galhos dessa árvore chegarem em São
>>> Paulo?" Aqui pra nós, a bem da verdade, a primeira vez que vamos conhecer o
>>> maior cajueiro do mundo ficamos um pouco decepcionados, não ficamos? Afinal,
>>> todo mundo imagina que ele é o mairo do mundo para o alto, formando uma
>>> torre gigantesca, como a de Babel. Quando se constata que ele é grandão por
>>> causa da área de terreno pela qual se esparrama, intocável no seu berço
>>> esplêndido de egoísmo, vamos confessar: o máximo que dá é para esboçar um
>>> sorriso amarelo, bater um retrato rapidinho e seguir em frente. É a mesma
>>> coisa que acontece no famoso cruzamento das avenidas Ipiranga X São João, em
>>> São Paulo, na Linha do Equador, em Macapá, ou na fonte de Marília de Dirceu,
>>> em Tiradentes. Cara de paisagem. Foto de Orkut. E nada mais. A solução, como
>>> todos esperam, é um meio termo: que os galhos do cajueiro não invadam a
>>> pista além dos limites que já ultrapassou há alguns anos e que a pista, por
>>> sua vez, também não invada o cajueiro. Cada um no seu quadrado, como diz o
>>> ditado. E se isso não for resolvido até o próximo verão, corremos o risco de
>>> ficarmos conhecidos no Brasil inteiro como o estado onde uma árvore privou
>>> turistas e natalenses de conhecerem, sem aporrinhação, um dos pedaços mais
>>> lindos do litoral brasileiro."
>>>
>>
>>
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