Beleza. Gilmar com saudade dos jardins de São José do Egito. Abs, Chagas Lourenço.
Em 28 de junho de 2010 03:59, Gilmar Leite <[email protected]> escreveu: > > > > Pessoal, > Entre 2:00 e 3:00 da madrugada sonhei que estava numa floresta por entre um > jardim e via surgir do botão de uma flor uma linda criança sorridente. Nesse > divino momento toda a floresta parava para contemplar tal beleza singular. > De repente acordei, fui a geladeira e quando retornei que me deitei, o sonho > veio todo na minha mente. Para não perdê-lo, liguei o micro e fiz o poema > abaixo. Espero que gostem. > Abraços > Gilmar Leite > 3:50 da madrugada > 28/06/2010 > > > *Um Ser de Flor* > > > > Caminhei no jardim do paraíso > > Onde flora a beleza da existência, > > Vi a flor exalando a pura essência > > Sobre a forma divina dum sorriso. > > Dum pequeno botão lindo e preciso > > Eclodia um Ser de singeleza, > > Era Deus revelando a natureza > > Duma flor perfumada de esperança, > > Onde as pétalas sutis do Ser criança > > Encantava a minha alma de beleza. > > > > Eu fiquei contemplando o Ser divino > > Exalando seu mundo de inocência > > Os orvalhos cristais da transparência > > Cintilavam no rosto pequenino. > > O seu jeito delicado e cristalino > > Expressava da vida a flor ternura, > > Cada planta se curvava com brandura > > Ofertando respeito e reverência, > > Onde os galhos sutis da consciência > > Tinham Deus na divina criatura. > > > > Até mesmo o uirapuru cantador > > Seresteiro que cala os outros cantos > > Sobre o galho calou-se com encantos > > E ficou contemplando o Ser de flor. > > Na floresta formou-se um esplendor > > Ao redor da divina criação. > > A cascata parou sua canção > > E ficou sobre a rocha adormecida, > > Vendo a flor ofertando a luz da vida > > Através dum divino coração. > > > > Um sutil vaga-lume reluzente > > Ofertava os fulgores à criança; > > O meu peito brotava a esperança > > Me deixando feliz e mais contente. > > Compreendi a grandeza da semente > > Quando brota e depois revela a flor. > > Vi que a vida se mostra com amor > > Entre os ramos floridos do carinho, > > Onde o afeto constrói plácido ninho > > E recebe da aurora o seu fulgor. > > > > *Gilmar Leite* > > > -- > > > >
