Bom dia a todos!

Na verdade não venho acompanhando a discussão sobre o assunto da Estatística em 
Bibliotecas mas achei oportuno colocar alguns pontos que considero da maior 
relevância quando li o e-mail do colega Rizio.

Ele desta que:
De acordo com o site do Ministério da Cultura, uma das linhas de ação atual
inclui a "Criação do sistema de estatísticas das bibliotecas"

E é sobre este aspecto que gostaria de destacar:
1. As estatísticas, para serem um instrumento gerencial, não podem continuar 
sendo apenas quantitativas;
2. É preciso que se incluam informações qualitativas para que o instrumento 
sirva de apoio à tomadas de decisões. Por ex.: De que nos adianta o nº de 
livros emprestados se não tivermos o controle daquilo que foi solicitado, mas 
não tinhamos no acervo. Se não temos não temos como emprestar mas...se tivermos 
essa informação teremos como negociar a necessidade de ampliação/adequação do 
nosso acervo às necessidades dos nossos usuários.

Quem tem o controle daquilo que é solicitado mas não foi encontrado no acervo?

Eu poderia relacionar outras tantas informações relevantes que devem ser 
adicionadas a um instrumento de estatística para que ele não seja mais um 
serviço sem grande utilidade executado pelas bibliotecárias na maioria das 
bibliotecas do nosso país.

Queria apenas provocar reflexões sobre este assunto que considero da maior 
importância, caso haja realmente oportunidade de "Criação do sistema de 
estatísticas das bibliotecas".

Um abraço
Rejane


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Rejane Gontow  / Team Consulting
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