Faço parte de um grupo Monarquista que tem feito uma revisão da história da
implantação da república no Brasil. Este é nosso manifesto. Convido a todos
a uma leitura e os que desejarem poderão também assinar o manifesto.
www.monarquia-ja.blogspot.com

Terça-feira, 12 de Fevereiro de 2008  Manifesto do movimento Monarquia em
Ação<http://monarquia-ja.blogspot.com/2008/02/manifesto-do-movimento-monarquia-em-ao.html>
Assine
já este Manifesto e faça parte deste grupo, para a difusão do ideal da
restauração da monarquia. CLIQUE
AQUI<http://www.petitiononline.com/monarca/petition.html>,
preencha seus dados e junte-se ao movimento MONARQUIA EM AÇÃO.

NOSSO PROPÓSITO
Este blog foi aberto num ano muito especial. Comemoramos os 200 anos da
vinda da Família Real portuguesa ao Brasil! Um grande impulso foi dado em
1808: os fundamentos para a construção de uma grande nação foram então
implantados.

Seguiu-se a independência em 1822. E desse modo o Brasil, em Sete de
Setembro, recebeu dos céus o primeiro sorriso e a primeira benção que
necessitava para dar com segurança seus primeiros passos. Após o breve
período do primeiro reinado, o País conheceu o progresso e a estabilidade, e
alcançou projeção internacional.

Admirada, temida e respeitada, assim a jovem nação atravessou o primeiro
século de sua existência. Admirada pelas belezas naturais estupendas, pelas
pródigas riquezas naturais de seu subsolo, pela Amazônia verdejante, pelos
caudais imensos de um Amazonas e São Francisco. Temida pela fibra de seu
povo que, sem se deixar arrastar pelas turbulências criadas por caudilhos
aventureiros, soube se impor diante de suas coirmãs sul-americanas.
Respeitada, pelo forte vínculo monárquico capaz de unir vastidões quase
continentais sob um comando estável; pela inteligência de seu povo, capaz
das ousadias de um Engenheiro Rebouças, construtor de estradas de ferro em
locais que se julgara impossível; pela capacidade de sonhar alto e levantar
o homem sobre as nuvens, como o fez Santos Dumont.

Um raio súbito caiu em dia de sol. A República foi imposta por uma ditadura
militar, a ferro e fogo, no ocaso desse primeiro século de existência. A
nação estarrecida soube depois que tinha sido banida a Família Imperial.
Naus benfazejas haviam trazido os construtores da Pátria. Mas o segredo dos
conspiradores, ajudado pela escuridão da noite, a fez embarcar e a condenou
ao exílio.

Hoje, não assistimos à construção, mas à demolição. Em lugar da harmonia e
da ordem, assistimos ao caos crescente e à insegurança onipresente. Inúmeras
pessoas fazem uma retrospectiva histórica e questionam as evidentes mazelas
do período republicano. Incontáveis outras buscam uma saída para a situação
em que estamos.

Os que aqui nos reunimos, temos em comum uma apetência profunda, um grande
sonho e uma esperança guerreira. Voltamos nossos olhos, neste momento, para
o Príncipe D. Luiz de Orleans e Bragança, Chefe da Casa Imperial brasileira,
a quem apresentamos nossas homenagens e agradecemos o privilégio de
servi-lo.

Aos que nos lerem e aplaudirem, dizemos: aplaudam com redobrado vigor,
porque as palmas não são para nós, são para despertar os que ainda estão
átonos ou anestesiados, em estado de letargia psicológica que os impede de
acudir nosso País.

Aos que nos criticarem, agradecemos a colaboração que nos dão. O jogo das
idéias nos ajuda a explicitar nossos pensamentos e a robustecer nossas
convicções.

Aos que quiserem se juntar a nós, os recepcionamos com alegria, mas os
prevenimos: não somos um encontro de saudosistas, nem concedemos títulos e
condecorações honoríficas, nem sequer fornecemos palco para satisfação de
ambições pessoais. Somos, simplesmente, a monarquia em ação!

André Garcia
António Guerios
Bertolina Maffei
Klaibson N. R. Borges
Mauro Demarchi
Sandra Ramon
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