Bom dia, por favor, gostaria de saber se alguém poderia me informar onde
posso ter uma definição mis precisa do termo imagético.
Obrigada
Maria Lúcia
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Sent: Tuesday, March 04, 2008 4:59 PM
Subject: [Bib_virtual] uma história da CI
Para entender a Ciência da Informação : um novo livro sobre a área
A ciência da informação enfrenta na atualidade
uma serie de desafios de permanência da área
como campo de conhecimento estabelecido . As
tecnologias que vieram com a Internet estão
modificando e transformando profundamente as
atividades na pratica do cotidiano e em quase todas as áreas do saber.
Ao mexer com o espaço e o tempo da condições de
geração, transferência , acesso e uso da
informação, todos setores do núcleo formativo da
área precisam ser repensados ou reformulados ou esquecidos.
Áreas como a organização, a gestão a comunicação
cientifica e as metrias da informação precisam
ser repensadas em um novo contexto das
tecnologias intensas. A escrita , a leitura e o
código de interface gerador vs receptor foram
abalados estruturalmente pela base digital.
O frágil arcabouço teórico da área, de pouco
consenso, na sua formulação sempre correu atrás
das práticas de informação em transformação
contínua, para construir uma explanação
epistemológica coerente com a mudança constante.
Todos os discursos precisam ser revistos e a
história de como foi a ciência da informação até agora precisa ser contada
Há um silêncio dos sensatos na área ciência da
informação. O silencio do conhecimento é o
silêncio da incomunicação, uma terrível
desarmonia do discurso velho com uma realidade
nova. Existe uma grave solenidade no momento
atual, que é de despedidada do velho
e acolhimento do novo. Uma solidão de
convivência conjunta entre Tânatos e Eros.
Todo o falar sobre a coisa em si deve ser
comedido e cauteloso por esta situação de um
campo que se encontra em se refazendo. Apregoar o
discurso antigo nos coloca na situação do
papagaio dos índios Atures *. Uma aturdida ave de
cores brilhantes vivendo entre as ruínas e
repetindo uma e outra vez longos discursos numa
língua incompreensível. Até não restar mais ninguém que a entendesse.
Mas o novo não apaga o caminho percorrido. A
história de como tudo começou, e da conquistas
alcançadas é bonita e precisa ser contada. Ao
domiciliar estas memórias podemos deslembrar um
passado para conviver no futuro de uma área
transformada. Deslembrar nunca esquecer.
Por essa razão escrevemos " Uma História da
Ciência da Informação" em Livro lançado semana passada pelo ICI da
UFBA, Chamado Para entender a Ciência da
Informação , organizado por Lidia Maria Brandão
Toutain onde estou na companhia de ótimos autores
confirmado pelo no Sumario que revelo abaixo. Aldo Barreto
Sumário
Apresentação
Uma história da ciência da Informação
Aldo de Albuquerque Barreto
Filosofia da ciência da informação
Jaime Robredo
Abordagem Inter e transdisciplinar
Maria da Paixão Neres de Souza
Representação da informação visual
Lídia Brandão Toutain
Organização do conhecimento
Rosali Fernandez de Souza
Literatura científica, comunicação científica
Suzana Pinheiro Machado Mueller
Acesso livre
Hélio Kuramoto
La era de Ia partlcipación
Maria Ángeles Cabrera González
A bibliometria
Rubén Urbizagástegui Alvarado
A matemática da Informação
Yves-François Le Coadic
O livro é o nº 6 da coleção Sala de Aula e pode
ser adquirido na Editora da UFBA , EDUFBA no
tel/fax (71) 3283 6164, email [EMAIL PROTECTED]
ou contatando a organizadora do livro Lídia Brandão <[EMAIL PROTECTED]>.
Aldo Barreto
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* "No século 18, o naturalista alemão Humboldt
foi a Venezuela encabeçando uma expedição
científica; em determinado momento da viagem,
chegaram à aldeia dos índios Atures e descobriram
que ela havia sido incendiada até os seus
alicerces pelos agressivos Caribes; os restos dos
Atures já começavam a ser cobertos pela selva.
Buscaram e buscaram, mas não havia sobrevivente algum.
Só encontraram um aturdido papagaio de cores
brilhantes que vivia entre as ruínas e repetia
uma e outra vez longos discursos numa língua
incompreensível. Era a língua dos Atures, mas não
restava mais ninguém que a entendesse.
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