Olá Pessoal,

A internet não deve ser vista simplismente como um  ser vil.
Quando inventaram a televisão, algumas pessoas diziam que ela transformava
outras em zumbis.

Com a internet não é diferente. A pergunta é, por que isto acontece?
O problema está nas pessoas, e não na internet.
Se uma pessoa não tem autocontrole até o dinheiro pode se tornar algo
maléfico.

Pessoas com um bom nível de autocontrole devem estar livres desses
problemas.
Devemos cuidar e ensinar os nossos jovens a se comportar perante as novas
tecnologias.

Pirataria na internet é a prova da morte de um antigo sistema de
comercialização de mídias,
as novas bandas, editoras, jornais etc devem se ater a essa nova realidade.

Não temos que combater a pirataria, temos sim, é que abrir os olhos para os
novos
modelos de negócios que estão surgindo.

Desde a concepção da internet o anônimato existiu. Ela não foi projetada
para ações bancárias
oi coisas do gênero. Agora, é importante termos meios, pelos quais, podemos
auditar
de onde e para onde uma conecção foi feita. A polícia deve ter este poder.

Chamar a "massa" de ignorante, não é lá muito educado.
Eu diria que o conhecimento é do povo, para o povo e pelo povo, ou seja,
é obvio que a opnião de especialistas não podem ser esquecidas,
mas chamar o povo para a discussão e formulação do conhecimento
é parte do processo de disseminação do conhecimento e melhoria na qualidade
de vida.

Bibliotecas digitais são um vivo exemplo de como temos muito por fazer a
aprender com a rede.

Abrs,

2009/3/23 Elvina Barbosa <[email protected]>

>  Concordo com a opinião sobre a a Veja, mas entendi que o envio da matéria
> não foi para dar credibilidade ou não à revista. O assunto tratado na
> matéria merece ser visto, analisado, *discutido *e difundido. Todos nós
> precisamos ser criteriosos e críticos na absorção da informação de qualquer
> natureza. E temos o papel de difundir essa informação com o mesmo critério e
> preocupação.
>
> Nesaa geração de imediatistas que vivemos é muito fácil e cômodo ler e
> aceitar como verdade qualquer informação que recebemos, seja da Veja, da
> Wiki ou de qualquer outra fonte. Não temos tempo para analisar, pensar e o
> melhor, discutir entre nossos pares, as informações que recebemos aos
> montes, diariamente. Mas temos a liberdade de escolher o que fazer com essas
> informações: deletamos, repassamos simplesmente, ou enviamos com nossa
> opinião e assim criamos nossa discussão, ainda que virtual. Esse lado
> `benéfico`da tecnologia deve ser explorado e aperfeiçoado.
>
>
> ------------------------------
>
> *Elvina Barbosa*
>
> "Sim, sei bem
> Que nunca serei alguém.
> Sei de sobra
> Que nunca terei uma obra.
> Sei, enfim,
> Que nunca saberei de mim.
> Sim, mas agora,
> Enquanto dura esta hora,
> Este luar, estes ramos,
> Esta paz em que estamos,
> Deixem-me crer
> O que nunca poderei ser." Fernando Pessoa.
>
>
>
>
> ------------------------------
> Date: Mon, 23 Mar 2009 10:51:32 -0300
> From: [email protected]
> To: [email protected]
> Subject: [Bib_virtual] RES2: Livro: Rede de bobagens: Num ensaio
> provocador, Andrew Keen, ex-empresário da área de
>
>
> Eugenio C. G. Hansen, OFS
> Bibliotecário
> Universidade Federal do Rio Grande do Sul
> Biblioteca Central
> ------------------------------------------
> O poder só é limpo
> quando se traduz em serviço.
>                Francisco de Juanes
> Um bebê expressa a opinião de Deus
> de que a vida deve continuar.
>                Carl Sandburg, 1878-1967
> ------------------------------------------
>
> Paz e bem!
>
> Registro que considero a VEJA
> uma das revistas **** menos confiáveis ****
> que circulam atualmente no Brasil.
>
>         Eugenio
> -----Mensagem original-----
> De: [email protected] 
> [mailto:[email protected]<[email protected]>
> ]Em
> nome de Eugenio Carlos G. Hansen
> Enviada em: segunda-feira, 23 de março de 2009 10:40
> Para: [email protected]
> Assunto: [Bib_virtual] RES: Livro: Rede de bobagens: Num ensaio
> provocador, Andrew Keen, ex-empresário da área de
>
>
> Paz e bem!
>
> Como o final do artigo assinala
> muitos dos problemas apontados por Keen
> existem desde antes da Inet.
>
> Acho queue em vez do triunfo do amadorismo
> estamos gestando uma nova forma de profissionalismo;
> ou alguém duvida que hoje temos muitos "profissionais"
> que são pagos pelo seu conhecimento,
> mas na verdade são palpiteiros
> que de fato ignoram o tema,
> quando não são mal intensionados
> e comentam de forma a obterem lucros extras --
> um "analista" econômico pode
> lucrar muito com ações
> ao elevar ou baixar expectativas sobre uma empresa.
>
>         Eugenio
>
> -----Mensagem original-----
> De: [email protected] 
> [mailto:[email protected]<[email protected]>]Em
> nome de Claudio Matsu
> Enviada em: domingo, 22 de março de 2009 22:32
> Para: [email protected]
> Assunto: [Bib_virtual] Livro: Rede de bobagens: Num ensaio provocador,
> Andrew Keen, ex-empresário da área de
>
>
> Pessoal... Achei interessante
> Artigo da revista Veja  desta semana
> http://veja.abril.com.br/250309/p_130.shtml
> abraços
>
> Claudio
>
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Edson Ramiro
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