On 11/28/06, Fabio Telles <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
PERL é realmente fantástico! PL/Perl também! DBI-Link então...
Com certeza. Que eu me lembre, ao usar o DBI do PERL, você também pode enviar
comandos tradicionais ao SGDB, para utilizar recursos específicos.
É verdade que vc pode fazer isto com DBI e com DBIx::Class tbm. Lembro uma vez de ter conversado bastante com o Mago sobre isto. Mas é verdade que a utilidade disto é restrita para situações muito
específicas. Não conheço o suficiente de PERL para opinar aqui, mas pelo que eu lembre existem brechas... estou equivocado?
Rpaz, não me deparei com brechas do tipo que vc citou. Uma coisa que senti falta foi poder escolher o schema no momento da conexão com o banco, mas acho que isto não vai demorar de ser feito. E isto não é classificado como brecha como vc disse, pq vc classificou como a impossibilidade de poder executar recursos específicos no SGBD. Mas pode ser que exista outros tipos de brechas. Aplicações financeiras exigem logs muito bem elaborados, por exemplo. Como disse...
São feitas geralmente em scripts batch. E mais, o > DBIx::Class tem uma váriavel de ambiente que pode ser setada para prover o > log das operações realizadas no SGBD.
E vc ainda pode customizar estatisticas com DBIx::Class::Storage::Statistics. É verdade, existem vários casos em que o SGDB não é um bom local para
isso. Mas para processar uma folha de pagamento de 10 mil funcionários... pode ser uma boa!!! Realmente cada caso é um caso!
Pode ser uma boa sim. E concordamos que cada caso tem suas especialidades. Mas
ainda fico imaginando que se as ferramentas de abstração fossem tão eficientes, porque é que as pessoas se debatem tanto entre a escolha de um Oracle, PostgreSQL ou MySQL?
Também já me fiz esta pergunta. Só que existem vários quesitos de escolha entre um SGBD e outro como: licensa e suporte, características do SGBD, habilidades do projetista de BD, etc. Aqui, começamos com MySQL e hj usamos PgSQL. Pq? Particularmente encontrei algumas coisas no Pg que não encontrei no MySQL: * tipos de dados = tipos base, tipos compostos, domínios, pseudo-tipos e tipos polimórficos * Programação server-side, UDF = query language functions, procedural language functions, internal functions e C-language functions * equivalência entre notação funcional e notação atributo, permite emular atributos derivados * também é possivel usar visões para emular atributos derivados * SQL Functions usadas como tabelas fonte nem tudo é eficiente ser feito na camada da aplicação, nem tudo no SGBD. Também por isto a escolha do SGBD é importante. Obrigado pelos comentários.... meu intuito foi justamente o de coletar
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Vlw! -- wallace reis Núcleo de Biologia Computacional e Gestão de Informações Biotecnológicas/LABBI
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