Amigos de diretoria, conselho e listeiros

Seguem minhas impressões a respeito do projeto para o novo regulamento:

1 - A primeira impressão que tive foi de susto quanto ao tamanho do dito cujo. 
Depois percebi que aquele que está em vigor, nesse quesito não fica muito 
atras. Achei quase tudo muito confuso, difícil de ser entendido. Penso que 
qualquer documento deve primar pela clareza e na maioria das vezes isso não se 
alcança com o tamanho do texto, muito pelo contrário... Acho que se temos de 
aprovar um outro junto ao M.A. a oportunidade é boa para tentarmos fazer um 
novo, mais enxuto, mais objetivo, mais claro.

2 - Algumas sugestões para enxuga-lo:

* Pesquisar regulamentos de outras raças bovinas, para buscar "inspiração" 
entre os melhores.
 
* Evitar mencionar tudo aquilo que for dispensável ou meramente burocrático.

* Ser mais genérico e menos "particularista", partindo do princípio de quem 
pode o "tudo", também pode o "pouco"...

* Outorgar maiores poderes de decisão aos técnicos da ABCB. 
(É uma forma de torna-los mais engajados e responsáveis pelo serviço).
 
* Não diluir em tantos capítulos as obrigações dos criadores. Penso que tudo 
que eles precisam saber deve estar dentro de um só capítulo.

* Nunca perder o foco dos vários objetivos de um bom regulamento : Colaborar 
com o melhoramento PRODUTIVO da nossa bubalinocultura, estimular a prática do 
"registro", garantir confiabilidade e valor aos documentos oficiais.

3 - Quanto a não participação ativa dos membros do CDT na elaboração do projeto 
do novo regulamento:
 
* Sem entrar no mérito dos motivos que originaram tal ausência, apenas me cabe 
lamentar profundamente que isso tenha ocorrido. No entanto imagino que 
consequências ainda mais graves poderão advir caso se opte por recuperar o 
tempo perdido, tentando burila-lo durante os próximos "7 dias" ou durante o 
"Encontro da Expointer". (1 dia no meio de festa !!!!)
Atenção : Ninguém se esqueça das recentes "trapalhadas governamentais no 
açodamento das reformas políticas")... 

4 - Quanto a permissão da prática da mochação:

* Apoio a ideia de criar mecanismos que tornem possíveis registros de 
indivíduos mochados de quaisquer raças bubalinas. Esse caminho não é novidade 
pra ninguém - já foi percorrido por várias raças bovinas. Mil e uma razões 
existem para justificar esse apoio. Seria abusar da paciência dos amigos se eu 
passasse a mencionar e discorrer sobre cada uma delas no que se refere as 
vantagens de manejo. Sou totalmente defensor da ideia de que quaisquer filhos 
de pais registrados, sejam POs ou LAs possam ser mochados e registrados como 
pertencentes a raça dos seus pais. Concordo até que nestes casos, o técnico de 
registro possa ser mais rigoroso ou exigente na vistoria dos indivíduos, seja 
com relação a aspectos produtivos ou de fenótipo racial.
  
Encaro os chifres como bons indicativos raciais, mas NÃO INDISPENSÁVEIS !!! Vou 
além: Se depois de mais de 50 anos de existência da ABCB, ainda necessitarmos 
dos chifres para catalogar os indivíduos dentro de uma raça bubalina, temos de 
nos penitenciar e confessar que pouco ou nada caminhamos até aqui!!!

5 - Quanto aos padrões raciais:

* Acho extremamente pobre a descrição de todos padrões raciais. Fala-se muito 
da cabeça e nada sobre as características do esqueleto e conformação dos 
animais. Quanto as demais características, coloca-se tudo igual, como "farinha 
do mesmo saco".... Também nada se menciona sobre as 2 variedades de tipos da 
raça jafarabadi.

6 - Quanto a "transformação" de LAs em POs - art. 26 e 27 :

* Apesar dos 2 artigos estarem mal redigidos e confusos, percebe-se uma 
intenção de limitar registros dos animais LAs. Não concordo com essa ideia 
nesta fase em que nos encontramos, pois isso fatalmente iria agravar ainda mais 
nossos já reconhecidos e grandes problemas decorrentes da excessiva 
consanguinidade dos nossos búfalos. 

7 - Sobre o CCG :

* O CCG teve origem em uma proposta do Dr. João Carlos Mattos, proposta essa 
que particularmente considero uma das mais belas e corretas peças já escritas 
sobre melhoramento de búfalos, que ele denominou como "BÚFALO BRASILEIRO". 
Proponho que a Marlene a desenterre de algum arquivo da ABCB e a publique na 
nossa lista. 
Resumindo, ele propunha que fosse criado um livro específico para o ingresso de 
animais que satisfizessem apenas 2 exigências: MOCHADOS E PRODUTIVOS. Nada se 
exigia sobre padrão fenotípico, etc.
Em suma : que deixássemos que ao longo do tempo, que a própria natureza 
estabelecesse o padrão desses animais mochos e produtivos.

* Por razões burocráticas o "BÚFALO BRASILEIRO" mudou para CCG,
 
* Por dificuldade em estabelecer parâmetros de avaliação para eleger animais 
produtivos, deixou-se de lado esse princípio básico da proposta do Mattos,

(Apoio a tentativa do novo regulamento em introduzir, mesmo que tardiamente a 
exigência da produtividade, até hoje "esquecida". Caso as dificuldades de 
avaliação quanto a esse quesito não sejam superadas, proponho que essa 
avaliação seja feita de forma subjetiva pelo próprio técnico de registro. 
Afinal, não é dessa forma subjetiva que nossos búfalos são comumente julgados 
nas exposições?)

* Não concordo que o tal aspecto de produtividade, no novo regulamento, apenas 
mencione "aptidão para produção de leite", ignorando a "aptidão para produção 
de carne". A única razão que encontro para essa falha é um simples engano ou 
esquecimento dos redatores do regulamento.   

 


   

        
     
 

  
Jonas Camargo Assumpção
Fazenda Boa Vista - Tietê - SP
http://www.jafasdabv.com.br
(19) 8137-1317


Em 27/07/2013 11:24, renatoamaral  escreveu:

Prezados

Todos concordamos que os índices produtivos são os dados mais importantes, 
alías creio que a maioria de nós cria, trabalha com essa espécie pois já tem 
conhecimentos desses índices.
 
Acredito que é muito importante começarmos a ter esses controles "oficiais" o 
mais rápido possível.
 
Infelizmente é um número muito pequeno de criadores que são associados da ABCB, 
e um número menor ainda que registra os seus animais, e um número menor ainda 
que está disposto a "trabalhar" (pensar, discutir, dispor de seu tempo, etc...) 
pela "melhoria" da criação de búfalos.
 
Estive óntem na ABCB, onde a Marlene me falou dos prazos e trâmites  que o MAPA 
exige para mudança do regulamento.
Vamos aproveitar que começou essa conversa e não deixar esfriar para deixar o 
regulamento da melhor maneira possível.
 
 
Acho que alguns pontos são muito importantes de serem analisados.
 
- Identificação dos animais. Por se tratar de animis longevos, várias temos 
dificuldades de identificação de animais mais velhos que ainda estão produtivos 
e que passaram na mão de muitos criadores; 
- Descorna - Cada vez mais vejo criadores que estão preocupados com 
produtividade, descornando seus animais, e muitos deles querendo continuar com 
o registro de uma determinada raça específica. 
- Padrão racial - acho que já estão bem definidos.
 
Abs
 
Renato Amaral


 



Em 25/07/2013 20:13, Rolf Erichsen  escreveu:

Prezado Eduardo e Bubalinocultores,
Confesso que ainda não tive tempo de ler e analisar a proposta porém :
Acredito que o SRG atual que é da década de 60, precisa ser revisto.
Acredito também que o que deve ser valorizado neste novo SRG são as 
características  produtivas, tais como ganho de peso e produção leiteira entre 
outras e cada vez menos aspectos que não interferem na produtividade tais como 
pelagem e chifres.
Concordo também com o Nelson e com o Otavio, que os aspectos econ��??micos e de 
custos para o Produtor e de atração para registro também devam ser considerados.
Em resumo, esta discussão precisa ser bastante ampliada.
 
Saudações bubalinas,
 
Rolf 

 

From: [email protected]
To: [email protected]; [email protected]
CC: [email protected]; [email protected]; [email protected]; 
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[email protected]; [email protected]; 
[email protected]; [email protected]
Subject: RES: novo regulamento do SRG
Date: Thu, 25 Jul 2013 19:50:
 18 -0300



 


Prezado Eduardo,

 

Pela troca de mensagens tomei conhecimento das deliberações do CDT que me 
causaram preocupações pelo que segue:

Quantos são os criadores de búfalos no Brasil? Quantos são os associados da 
ABCB? Quantos associados da ABCB registram regularmente seus animais? 

Qual o porte de nosso plantel bubalino e quantos são os registrados ( excluídos 
os que o foram para atender exigências do importador)?

As alterações propostas, em especial as não exigidas pelo MAPA, o que 
representarão em custos adicionais ao bubalinocultor e que benefícios 
econ��??micos podem proporcionar?

Com estas exigências conseguiremos aumentar a representatividade do setor 
atraindo mais associados para ABCB ou, corremos o risco de ver aumentar o 
numero de  criadores que estão fora da ABCB?

Porque exigir o microchips quando ainda são muitos os que sequer brinco 
utilizam?

Como barrar do Registro Genealógico animais com pintas ou pelos brancos acima 
da vassoura da cauda e aceitar animais descornados? Entendo que só atrairemos 
novos criadores à medida em que formos capazes de comprovar que a espécie é 
economicamente viável. Entendo que devemos buscar uma seleção por resultados e 
não por detalhes sem qualquer importância econ��??mica para a exploração.

Dentre os animais registrados junto a ABCB quantos são sistematicamente 
controlados quanto a sanidade, reprodução e produção?

Há anos ouvi de um grande amigo, experiente e conceituado criador, que o DNA do 
criador é  bem mais importante que o DNA do animal, e ainda concordo plenamente.

Tendo comprado as primeiras matrizes em 1992, dentro do processo de seleção, 
vendemos para corte, até esta data, entre machos e fêmeas, 836 POs e 163 LAs 
que a meu ver e a luz dos controles, não apresentavam potencial econ��??mico 
desejável.

Somente resultados podem seduzir novos criadores a investirem tempo e recursos 
na espécie.

Espero que criadores possam ser ouvidos antes que sejam tomadas decisões que 
afetem a viabilidade da exploração.

 

Um abraço

Nelson Prado

 

 



De: Otavio Bernardes [mailto:[email protected]] 
 Enviada em: quinta-feira, 25 de julho de 2013 16:08
 Para: 'Eduardo Bastianetto'
 Cc: 'ABCB - Marlene'; 'Claudio'; 'José Fernanrdo Simplício de Oliveira'; 
'Simplício'; 'Fab. Lat. Faz. Santo Anjo - Di Bufala'; 'Elcio Reis'; 'Alcides de 
Amorim Ramos'; 'jonasassumpcao'; 'Nelson'; 'Veloso'; 'Urbano Filho'; 
[email protected]; 'Delfino Beck Barbosa'; 'João Gaspar'; 'Pietro 
Sampaio Baruselli'; 'Eduardo Daher'; 'Julio Ketzer'; 'Pedro Paulo Assef 
Delgado'; '
 Roberto F. S. R. da Fonseca'; 'Caio Rosato'; 'Claudionor Serafim'; 
'fabio.pimentel'; [email protected]; 'Antonio Joaquim'; 'JOS? ROBERTO 
BAETA NEVES'; 'Sergio Souza Fernandes'; 'Eduardo Aziz Haik'; 'Humberto 
Tonhati'; 'NELCIO Toniza'; 'Amauri Paske'; 'Rolf Erichsen'; 'Ludgero José 
Pattaro'; 'Mauricio Lapertosa'
 Assunto: RES: novo regulamento do SRG


 

Eduardo,

 

As alterações nos padrões raciais, as exigencias de testes de DNA por 
amostragem , a exigencia de microchips, a auditoria obrigatória em 5% das 
fazendas, extinção do PCOC (aliás previsto na portari 47), entre outras das 
novas proposições, como sabemos, não são adequações a portaria do MAPA, novas 
ou velhas, mas sim alterações que alguns entendem mais adequadas, outros não e, 
desta forma, me parece mais adequado que sejam discutidas de forma mais 
representativa pois impostas sem maior consenso, ao invés de aprimorar o 
processo, são capazes de desestimulá-lo.

 

Boa parte das alterações são completa surpresa mesmo para para mim, que 
acreditava ter participado da maior parte das discussões e nunca ouvi, nem vi 
registrado em ata, por exemplo,  proposta de proibir manchas brancas de 
qualquer tamanho na fronte nas raças Murrah, Mediterrâneo e CCG e nem que se 
tenha chegado a algum consenso de que animais dee CCG deveriam ter "tipo 
leiteiro e produção acima da média do rebanho a que pertençam" como disposto na 
proposta. Da mesma forma, boa parte das demais alterações são completa novidade.

 

Sei que é frustrante quando eivados de boa vontade na condução de interesses 
coletivos, vimos uma inexpressiva participação, mas isso não nos permite 
atropelar o processo pois como você be destacou, as funções do CDT estão bem 
estabelecidas no Art. 25 de nossos Estatutos, que reproduzem a portaria 
47/1987, que explicita que cabe ao CDT, em reunião convocada e presidida pelo 
seu Presidente ou Vice propor, se assim entenderem, mudanças no Regulamento do 
SRG a serem submetidas ao MAPA.

 

Neste sentido, a fim de aceleraras discussões, sugiro que sejam destacadas e 
justificadas as mudanças propostas por aqueles que as fizeram, para que, mesmo 
que por via eletr��??nica, sejam discutidas com maior profundidade. 

 

Otavio

 

 

 


De: Eduardo Bastianetto [mailto:[email protected]] 
 Enviada em: quinta-feira, 25 de julho de 2013 14:00
 Para: Otavio Bernardes
 Cc: ABCB - Marlene; Claudio; José Fernanrdo Simplício de Oliveira; Simplício; 
Fab. Lat. Faz. Santo Anjo - Di Bufala; Elcio Reis; Alcides de Amorim Ramos; 
jonasassumpcao; Nelson; Veloso; Urbano Filho; [email protected]; 
Delfino Beck Barbosa; João Gaspar; Pietro Sampaio Baruselli; Eduardo Daher; 
Julio Ketzer; Pedro Paulo Assef Delgado; Roberto F. S. R. da Fonseca; Caio Ro
 sato; Claudionor Serafim; fabio.pimentel; [email protected]; Antonio 
Joaquim; JOS? ROBERTO BAETA NEVES; Sergio Souza Fernandes; Eduardo Aziz Haik; 
Humberto Tonhati; NELCIO Toniza; Amauri Paske; Rolf Erichsen; Ludgero José 
Pattaro; Mauricio Lapertosa
 Assunto: Re: novo regulamento do SRG


 


Otavio e demais,


 



as colocações serão lidas e consideradas caso estejam dentro das novas 
normativas do mapa. Por razões técnicas a ABCB não atendia de forma plena 
algumas normativas pela inexistência de teste de DNA para bubalino com 
reconhecimento pelo MAPA. (ex: Instrução Normativa 53/2006). 



 



Em relação a discussão e representatividade gostaria de lembra-los que foram 
realizadas consultas junto aos membros do CDT a muito tempo, e que poucos se 
manifestaram e/ou deram continuidade ao trabalho. As funções do CDT estão 
claras na PORTARIA Nº 47, DE 15 DE OUTUBRO DE 1987 e, para podermos atendê-las 
de pleno são indispensáveis as alterações propostas.



 



Estando certo de que é do interesse de todos, termos o búfalo mais valorizado e 
também a ABCB com maior reconhecimento no setor pecuário, solicito que no prazo 
de sete dias todos encaminhem as observações como já feito pelo Otávio. 



 



As principais alterações serão apresentados no Encontro Brasileiro de Criadores 
de Búfalos.



 



Eduardo.



 


Em 24 de julho de 2013 16:28, Otavio Bernardes  escreveu:



Prezado Claudio,

 

Segundo email do Eduardo, me parece que os 20 integrantes do CDT chegaram a 
esta proposta em encontros ou contatos a que não tive acesso e, desta forma, 
teci alguns comentários que talvez já tenham sido por eles abordados e que, 
brevemente, apontei em "comentários" (nas revisões do arquivo em werd)  junto 
ao texto original. (para os que não tem muita prática, é necessário cliar em 
revisões "mostrar comentários")

De qualquer forma, gostaria de destacar alguns pontos que me parecem mereçam 
uma reflexão maior posto que alteram fundamentalmente a atuação da ABCB frente 
ao sistema de registro e ao reconhecimento das raças, que, gostaria fossem 
melhor esclarecidos pelo grupo que prop��??s tais mudanças

 

PADRÕES RACIAIS

A proposta aboliu qualquer tipo de mancha branca como caracter permissível 
(mesmo que pequenas na fronte) nas raças Murrah,  Mediterrânea e CCG, bem como 
mancha branca na cauda que ultrapasse a vassoura do rabo. 

No CCG, que originalmente buscava tornar registráveis todos os búfalos não 
enquadrados em algum das raças reconhecidas forma mantidas como caracteristicas 
desclassificantes até manchas brancas na testa de qualquer tamanho e até que 
tenha que ter tipo leiteiro (?!)

Permitiu que o animal descornado filhos de animais registrados seja considerado 
da raça traz de volta a questão de que animais com chifres inadequados (que são 
uma das mais marcantes características raciais na espécie) possam após a 
descorna ser reinseridos. Vejo uma certa confusão entre paternidade e padrão 
racial. É perfeitamente possível que filhos de animais puros não tenham os 
padrões raciais de seus pais.

Trouxe novamente a discussão sobre padrões mínimos de produção em CCG, que 
deveriam ser superiores à média de cada rebanho. Mas permanece as velhass 
questões de: não existe controle ponderal ou leiteiro formal no Brasil, ou 
seja, por este critério nenhum animal será registrado em CCG até que se 
implemente tais controles oficiais; o critério da média do rebanho torna não 
comparáveis os exemplares da raça  mantidos em fazendas diferentes (os abaixo 
da média num lugar podem ser acima da média no outro). Qual fopi o consenso do 
CDT ? Fazer como ?

 

DNA

No final de 2011, manitive com o Eduardo Bastianetto uma troca de emails em que 
discutimos algumas sugestões para inclusão dos testes de DNA no regulamento da 
ABCB e chegamos a um certo consenso que anexo ao presente. (Proposta_DNA) que, 
ao que parece pelo texto enviado, não foi contemplada nesta proposta de 
alteração. Voltou a idéia de que todos os registros efetuados através de 
comunicações ficam sob suspeição a ser dirimida por uma ampla amostragem de DNA 
sempre ! A ponderação é de que é ainda prematuro considerar o exame de DNA 
obrigatório mesmo porque somente um laboratório o realiza,  e o preço do 
procedimento pode superar o custo do registr.  

 

IDENTIFICAÇÃO

Foi tornado obrigatória a identificação por microchip que será regulamentados 
depois. Não conheço o custo e viabilidade de sua implementação.

 

AUDITORIAS

Cria a obrigatoriedade de auditar (o superintendente e "o " tecnico da região) 
de 5% das propriedades que registraram animais no ano anterior (umas 4-5 
propriedades) de forma aleatória. (Lembrando que 10% dos registros serão 
confirmados por exame de DNA e que os animais estarão identificados com chip, a 
ser custeado pela ABCB e que poderá, incluir coleta de material para realização 
de DNA. Me parece que a auditoria, da forma como proposta, serve unicamente 
para atestar a idoneidade do Tecnico de Registro, pois qualquer irregularidade 
se houver, deveria por ele ter sido identificada. (lembrando que em 100% dos 
casos é necessária a presença do técnio para efetuar o registro). 

 

REPRESENTATIVIDADE PARA ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO

Por incluir alterações significativas no Regulamento, inclusive com repercussão 
nos custos do registro e custeio da própria ABCB, me parece oportuno que a sua 
discussão tenha uma dimensão mais ampla, sendo levada ao menos a todos os 
associados, diretores e membros de conselhos e comissões, razão pela qual 
inclui nesta resposta alguns emails de companheiros que disponho   fico no 
aguardo da manifestação de mais companheiros.

 

Otavio

 

 

 



De: ABCB - Marlene [mailto:[email protected]] 
 Enviada em: quarta-feira, 24 de julho de 2013 10:07
 Para: Claudio
 Cc: Otavio Bernardes; José Fernanrdo Simplício de Oliveira; Simplício; Fab. 
Lat. Faz. Santo Anjo - Di Bufala; [email protected]; EDUARDO 
BASTIANETTO; Alcides de Amorim Ramos
 Assunto: Fw: novo regulamento do SRG





 


Diretores



 



 



Segue e-mail com anexo de alteração do Regulamento do SRG da ABCB, fico no 
aguardo após análise de voces as providências à tomar quanto ao envio ao MAPA.



 



 



At.



 



Marlene



----- Original Message ----- 


From: Eduardo Bastianetto 



To: ABCB 



Cc: Claudio Bruna ; [email protected] ; Eduardo ; Alcides de Amorim Ramos ; 
Elcio Reis 



Sent: Tuesday, July 23, 2013 5:32 PM



Subject: novo regulamento do SRG




 



Prezado Claudio, boa tarde, 


 



segundo informações do MAPA, devemos providenciar o envio deste documento para 
o endereço que segue:



 



 SFA-SP - SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO ESTADO DE SÃO PAULO
 Rua Treze de Maio, 1558 – 8º andar
 CEP: 01327-002 – São Paulo - SP 
 Telefone: (11) 3251 - 0400


 



Informo que o texto foi extensamente revisado pelo CDT e contou também com a 
diretoria do SRG e outros técnicos.



 



Será necessário gerar todas as planilhas de comunicação referidas neste texto e 
deixá-las disponíveis em um novo link da página www.bufalo.com.br.



 



Por fim, solicito providências de encaminhamento deste documento o endereço 
informado.



 



Atenciosamente,



-- 


Dr. Eduardo Bastianetto
 
 Médico Veterinário
 Pesquisador INCT Sanidade e Genética Animal
 Presidente do CDT da ABCB e Direto da Associação Mineira de Bubalinocultores 
 0055 3192094020
 Skype: BASTIANETTO 









 
 


 


-- 
 Dr. Eduardo Bastianetto
 
 Médico Veterinário
 Pesquisador INCT Sanidade e Genética Animal
 Presidente do CDT da ABCB e Direto da Associação Mineira de Bubalinocultores 
 0055 3192094020
 Skype: BASTIANETTO 



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 Verificado por AVG - www.avgbrasil.com.br
 Versão: 2012.0.2242 / Banco de dados de vírus: 3209/6019 - Data de Lançamento: 
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Lista de discussao sobre bubalinocultura:
Inscrição: envie mensagem para [email protected]
(sem assunto nem nada no texto)
Para sair da lista: enviar mensagem para
[email protected] (sem assunto nem texto)
Página do grupo: http://br.groups.yahoo.com/group/bufalos
Links do Yahoo! Grupos

<*> Para visitar o site do seu grupo na web, acesse:
    http://br.groups.yahoo.com/group/bufalos/

<*> Para sair deste grupo, envie um e-mail para:
    [email protected]

<*> O uso que você faz do Yahoo! Grupos está sujeito aos:
    http://br.yahoo.com/info/utos.html


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