Meu caro Ricardo........
Esta ai uma das principais razões de quase nada ou tão
pouco fizemos pelo serviço de registro Genealógico da Federação
Americana de criadores de búfalos. Somos sim, defensor de um unico padrão
racial para cada uma das raças tolerando os seus limites biológicos e um
programa de controle e melhoramento dos mestiços para levar a essa ou
aquele grupo racial no momento que for de todos convenientes, assim como
descorna-los, seja de qual grupo racialpertença.
A existencia ou não do cabelo ou cornos não muda o pedegree
do individuo, se puro, puro continua, baseando na tecnologia de DNA ora
existente. Somos sim um tanto intolerante com relação aquilo que julgamos
ser enquadrado dentro de um grupamento racial, para isso fomos duas vezes,
ao Paquistão, á Índia, á Italia, e estudamos como são nos seus paises
de origem, conhecemos os bufalos da Colombia, Venezuela, Cuba, Argentina,
além dos nossos, etc, e como estavamos na eminência de fazer acertos no
nosso Regimento de Registro Genealógico em decorrencia das imposições do
nosso Ministério e das novas tecnologia de identificação de paternidade,
como as análise de DNA, há algum tempo, nada fizemos como coordenador do
serviço de registro genealógico da Federação.
Não iriamos propor algo que fosse de imediato alterado,
você há de concordar conosco nesse sentido. A idéia de unificaçõ do
serviço precisa ser amadurecida para se tornar definitiva. Você tem razão
quando reclama, mas somos um grupo, e qualquer um pode tomar a iniciativa de
deixar um trabalho bem coordenado e bem feito a todos nós latinos
americanos. Todavia, penso que para isso, há a necessidade de deixar as
paixões particulares de lado e pensar nos Búfalos como uma das coisas
importante que ora exploramos. Fato que não temos vistos pelas dificuldade
criadas, todas as vezes que queremos tornar as iniciativas mais fáceis,
práticas e de importância universal encontramos barreiras quando estamos
na metade do caminho. Lamentavelmente.
Entendo que esse motivo do nosso Regulamento do Serviço de
Controle Genealógico foi um exelente pretexto para que possamos pensar de
como deverá ser no futuro o nosso controle único de serviço genealógico
a ser aprovado. Muito obrigado por ter levantado o tema a respeito.
Saudações Bubalinas.
Prof. Dr. Alcides Amorim Ramos
DPA/FMVZ/UNESP/Botucatu- SP.
CxP. 560 - CEP 18618 970
Cel: (14) 9722 - 4782
VOIP: (14) 3880 2959
SKYPE: alcides.amorim
Apreciados colegas:
Sin intención de inmiscuirme en sus deliberaciones sobre el SRG, me permito
hacer algunos comentarios:
- La Federación Americana de Criadores de Búfalos, que hasta ahora ha
actuado muy poco, tiene como uno de sus objetivos la unificación, en los
países miembros, de criterios, parámetros y patrones raciales de las
diferentes razas con el objetivo de que los criadores del continente
hablemos "el mismo idioma bubalino". Una de las principales razones es la
económica, pues eso nos permite claridad y facilidad en el comercio de
animales y semen entre los países.
Ya tuvimos en Colombia problemas pues la ACB tenía definidas las diferentes
categorías (LAs, PA, PO) de manera diferente a Brasil y por esta razón
algunos búfalos que llegaron con registro PO expedido por ABCB no eran
aceptados en la misma categoría por nosotros y el comprador se sentía de
cierta forma engañado. En Colombia modificamos nuestro Reglamento del PRG
(equivalente al SRG) para adaptarnos al de la ABCB y evitar los malos
entendidos.
- Nuestro objetivo es ser incluyentes, no excluyentes, queremos que todos
los criadores de búfalos sin importar el mestizaje o la raza que críen
pertenezcan a la ACB pues nos interesa fortalecer* la especie*. Hemos
encontrado frecuentemente criadores que no son asociados porque creen que
la ACB es un "club" solo para los criadores de búfalos puros. Inclusive
este mes encontramos un criador de Mediterráneo que no es asociado porque
alguien le dijo que la ACB solo es para los criadores de Murrah.
- Con relación al búfalo Mediterráneo, en Colombia adoptamos el patrón
racial de Italia, no vemos ninguna razón válida para crear un patrón
racial
del búfalo Mediterráneo "colombiano".
- Algunos criadores de Venezuela han querido hacerse miembros de la ACB
dadas las dificultades que encuentran en su país; ya tenemos un criador
venezolano asociado y en próximos días nos visitarán algunos técnicos
del
hermano país para capacitarse en la ACB y poder hacer en Venezuela las
visitas técnicas que nuestra Asociación exige. Igualmente aceptan nuestro
Reglamento de Registro Genealógico.
- Con relación a la productividad, nuestra Asociación ha implementado el
Control Lechero y ha fomentado las pruebas de Productividad en Carne. Con
estas herramientas se conocen los mejores ejemplares de quienes desean
participar de ellas. No excluimos a los criadores de animales menos
eficientes, a esos los excluirá el tiempo.
Sería lamentable que ahora que tenemos criterios similares, la ABCB se
distanciara.
Respetuosamente
RICARDO BOTERO JARAMILLO
www.bufalosbelterra.com
2013/7/31 jonasassumpcao <[email protected]>
> **
>
>
>
> Amigos de diretoria, conselho e listeiros
>
> Seguem minhas impressões a respeito do projeto para o novo regulamento:
>
> 1 - A primeira impressão que tive foi de susto quanto ao tamanho do dito
> cujo. Depois percebi que aquele que está em vigor, nesse quesito não
fica
> muito atras. Achei quase tudo muito confuso, difícil de ser entendido.
> Penso que qualquer documento deve primar pela clareza e na maioria das
> vezes isso não se alcança com o tamanho do texto, muito pelo
contrário...
> Acho que se temos de aprovar um outro junto ao M.A. a oportunidade é boa
> para tentarmos fazer um novo, mais enxuto, mais objetivo, mais claro.
>
> 2 - Algumas sugestões para enxuga-lo:
>
> * Pesquisar regulamentos de outras raças bovinas, para buscar
"inspiração"
> entre os melhores.
>
> * Evitar mencionar tudo aquilo que for dispensável ou meramente
> burocrático.
>
> * Ser mais genérico e menos "particularista", partindo do princípio de
> quem pode o "tudo", também pode o "pouco"...
>
> * Outorgar maiores poderes de decisão aos técnicos da ABCB.
> (É uma forma de torna-los mais engajados e responsáveis pelo serviço).
>
> * Não diluir em tantos capítulos as obrigações dos criadores. Penso
que
> tudo que eles precisam saber deve estar dentro de um só capítulo.
>
> * Nunca perder o foco dos vários objetivos de um bom regulamento :
> Colaborar com o melhoramento PRODUTIVO da nossa bubalinocultura, estimular
> a prática do "registro", garantir confiabilidade e valor aos documentos
> oficiais.
>
> 3 - Quanto a não participação ativa dos membros do CDT na elaboração
do
> projeto do novo regulamento:
>
> * Sem entrar no mérito dos motivos que originaram tal ausência, apenas
me
> cabe lamentar profundamente que isso tenha ocorrido. No entanto imagino
que
> consequências ainda mais graves poderão advir caso se opte por recuperar
o
> tempo perdido, tentando burila-lo durante os próximos "7 dias" ou durante
o
> "Encontro da Expointer". (1 dia no meio de festa !!!!)
> Atenção : Ninguém se esqueça das recentes "trapalhadas governamentais
no
> açodamento das reformas políticas")...
>
> 4 - Quanto a permissão da prática da mochação:
>
> * Apoio a ideia de criar mecanismos que tornem possíveis registros de
> indivíduos mochados de quaisquer raças bubalinas. Esse caminho não é
> novidade pra ninguém - já foi percorrido por várias raças bovinas. Mil
e
> uma razões existem para justificar esse apoio. Seria abusar da paciência
> dos amigos se eu passasse a mencionar e discorrer sobre cada uma delas no
> que se refere as vantagens de manejo. Sou totalmente defensor da ideia de
> que quaisquer filhos de pais registrados, sejam POs ou LAs possam ser
> mochados e registrados como pertencentes a raça dos seus pais. Concordo
até
> que nestes casos, o técnico de registro possa ser mais rigoroso ou
exigente
> na vistoria dos indivíduos, seja com relação a aspectos produtivos ou
de
> fenótipo racial.
>
> Encaro os chifres como bons indicativos raciais, mas NÃO INDISPENSÁVEIS
> !!! Vou além: Se depois de mais de 50 anos de existência da ABCB, ainda
> necessitarmos dos chifres para catalogar os indivíduos dentro de uma
raça
> bubalina, temos de nos penitenciar e confessar que pouco ou nada
caminhamos
> até aqui!!!
>
> 5 - Quanto aos padrões raciais:
>
> * Acho extremamente pobre a descrição de todos padrões raciais. Fala-se
> muito da cabeça e nada sobre as características do esqueleto e
conformação
> dos animais. Quanto as demais características, coloca-se tudo igual, como
> "farinha do mesmo saco".... Também nada se menciona sobre as 2 variedades
> de tipos da raça jafarabadi.
>
> 6 - Quanto a "transformação" de LAs em POs - art. 26 e 27 :
>
> * Apesar dos 2 artigos estarem mal redigidos e confusos, percebe-se uma
> intenção de limitar registros dos animais LAs. Não concordo com essa
ideia
> nesta fase em que nos encontramos, pois isso fatalmente iria agravar ainda
> mais nossos já reconhecidos e grandes problemas decorrentes da excessiva
> consanguinidade dos nossos búfalos.
>
> 7 - Sobre o CCG :
>
> * O CCG teve origem em uma proposta do Dr. João Carlos Mattos, proposta
> essa que particularmente considero uma das mais belas e corretas peças
já
> escritas sobre melhoramento de búfalos, que ele denominou como "BÚFALO
> BRASILEIRO". Proponho que a Marlene a desenterre de algum arquivo da ABCB
e
> a publique na nossa lista.
> Resumindo, ele propunha que fosse criado um livro específico para o
> ingresso de animais que satisfizessem apenas 2 exigências: MOCHADOS E
> PRODUTIVOS. Nada se exigia sobre padrão fenotípico, etc.
> Em suma : que deixássemos que ao longo do tempo, que a própria natureza
> estabelecesse o padrão desses animais mochos e produtivos.
>
> * Por razões burocráticas o "BÚFALO BRASILEIRO" mudou para CCG,
>
> * Por dificuldade em estabelecer parâmetros de avaliação para eleger
> animais produtivos, deixou-se de lado esse princípio básico da proposta
do
> Mattos,
>
> (Apoio a tentativa do novo regulamento em introduzir, mesmo que
> tardiamente a exigência da produtividade, até hoje "esquecida". Caso as
> dificuldades de avaliação quanto a esse quesito não sejam superadas,
> proponho que essa avaliação seja feita de forma subjetiva pelo próprio
> técnico de registro. Afinal, não é dessa forma subjetiva que nossos
búfalos
> são comumente julgados nas exposições?)
>
> * Não concordo que o tal aspecto de produtividade, no novo regulamento,
> apenas mencione "aptidão para produção de leite", ignorando a "aptidão
para
> produção de carne". A única razão que encontro para essa falha é um
simples
> engano ou esquecimento dos redatores do regulamento.
>
> Jonas Camargo Assumpção
> Fazenda Boa Vista - Tietê - SP
> http://www.jafasdabv.com.br
> (19) 8137-1317
>
> Em 27/07/2013 11:24, renatoamaral escreveu:
>
> Prezados
>
> Todos concordamos que os índices produtivos são os dados mais
importantes,
> alías creio que a maioria de nós cria, trabalha com essa espécie pois
já
> tem conhecimentos desses índices.
>
> Acredito que é muito importante começarmos a ter esses controles
> "oficiais" o mais rápido possível.
>
> Infelizmente é um número muito pequeno de criadores que são associados
da
> ABCB, e um número menor ainda que registra os seus animais, e um número
> menor ainda que está disposto a "trabalhar" (pensar, discutir, dispor de
> seu tempo, etc...) pela "melhoria" da criação de búfalos.
>
> Estive óntem na ABCB, onde a Marlene me falou dos prazos e trâmites que
o
> MAPA exige para mudança do regulamento.
> Vamos aproveitar que começou essa conversa e não deixar esfriar para
> deixar o regulamento da melhor maneira possível.
>
>
> Acho que alguns pontos são muito importantes de serem analisados.
>
> - Identificação dos animais. Por se tratar de animis longevos, várias
> temos dificuldades de identificação de animais mais velhos que ainda
estão
> produtivos e que passaram na mão de muitos criadores;
> - Descorna - Cada vez mais vejo criadores que estão preocupados com
> produtividade, descornando seus animais, e muitos deles querendo continuar
> com o registro de uma determinada raça específica.
> - Padrão racial - acho que já estão bem definidos.
>
> Abs
>
> Renato Amaral
>
> Em 25/07/2013 20:13, Rolf Erichsen escreveu:
>
> Prezado Eduardo e Bubalinocultores,
> Confesso que ainda não tive tempo de ler e analisar a proposta porém :
> Acredito que o SRG atual que é da década de 60, precisa ser revisto.
> Acredito também que o que deve ser valorizado neste novo SRG são as
> características produtivas, tais como ganho de peso e produção leiteira
> entre outras e cada vez menos aspectos que não interferem na
produtividade
> tais como pelagem e chifres.
> Concordo também com o Nelson e com o Otavio, que os aspectos
econ�¿??micos
> e de custos para o Produtor e de atração para registro também devam ser
> considerados.
> Em resumo, esta discussão precisa ser bastante ampliada.
>
> Saudações bubalinas,
>
> Rolf
>
>
>
> From: [email protected]
> To: [email protected]; [email protected]
> CC: [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected];
[email protected];
> [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected];
[email protected];
> [email protected]; [email protected]; [email protected];
> [email protected]; [email protected]
> Subject: RES: novo regulamento do SRG
> Date: Thu, 25 Jul 2013 19:50:
> 18 -0300
>
>
>
> Prezado Eduardo,
>
>
>
> Pela troca de mensagens tomei conhecimento das deliberações do CDT que
me
> causaram preocupações pelo que segue:
>
> Quantos são os criadores de búfalos no Brasil? Quantos são os
associados
> da ABCB? Quantos associados da ABCB registram regularmente seus animais?
>
> Qual o porte de nosso plantel bubalino e quantos são os registrados (
> excluídos os que o foram para atender exigências do importador)?
>
> As alterações propostas, em especial as não exigidas pelo MAPA, o que
> representarão em custos adicionais ao bubalinocultor e que benefícios
> econ�¿??micos podem proporcionar?
>
> Com estas exigências conseguiremos aumentar a representatividade do setor
> atraindo mais associados para ABCB ou, corremos o risco de ver aumentar o
> numero de criadores que estão fora da ABCB?
>
> Porque exigir o microchips quando ainda são muitos os que sequer brinco
> utilizam?
>
> Como barrar do Registro Genealógico animais com pintas ou pelos brancos
> acima da vassoura da cauda e aceitar animais descornados? Entendo que só
> atrairemos novos criadores à medida em que formos capazes de comprovar
que
> a espécie é economicamente viável. Entendo que devemos buscar uma
seleção
> por resultados e não por detalhes sem qualquer importância
econ�¿??mica
> para a exploração.
>
> Dentre os animais registrados junto a ABCB quantos são sistematicamente
> controlados quanto a sanidade, reprodução e produção?
>
> Há anos ouvi de um grande amigo, experiente e conceituado criador, que o
> DNA do criador é bem mais importante que o DNA do animal, e ainda
concordo
> plenamente.
>
> Tendo comprado as primeiras matrizes em 1992, dentro do processo de
> seleção, vendemos para corte, até esta data, entre machos e fêmeas,
836 POs
> e 163 LAs que a meu ver e a luz dos controles, não apresentavam potencial
> econ�¿??mico desejável.
>
> Somente resultados podem seduzir novos criadores a investirem tempo e
> recursos na espécie.
>
> Espero que criadores possam ser ouvidos antes que sejam tomadas decisões
> que afetem a viabilidade da exploração.
>
>
>
> Um abraço
>
> Nelson Prado
>
>
>
>
>
> De: Otavio Bernardes [mailto:[email protected]]
> Enviada em: quinta-feira, 25 de julho de 2013 16:08
> Para: 'Eduardo Bastianetto'
> Cc: 'ABCB - Marlene'; 'Claudio'; 'José Fernanrdo Simplício de Oliveira';
> 'Simplício'; 'Fab. Lat. Faz. Santo Anjo - Di Bufala'; 'Elcio Reis';
> 'Alcides de Amorim Ramos'; 'jonasassumpcao'; 'Nelson'; 'Veloso'; 'Urbano
> Filho'; [email protected]; 'Delfino Beck Barbosa'; 'João
> Gaspar'; 'Pietro Sampaio Baruselli'; 'Eduardo Daher'; 'Julio Ketzer';
> 'Pedro Paulo Assef Delgado'; '
> Roberto F. S. R. da Fonseca'; 'Caio Rosato'; 'Claudionor Serafim';
> 'fabio.pimentel'; [email protected]; 'Antonio Joaquim'; 'JOS?
> ROBERTO BAETA NEVES'; 'Sergio Souza Fernandes'; 'Eduardo Aziz Haik';
> 'Humberto Tonhati'; 'NELCIO Toniza'; 'Amauri Paske'; 'Rolf Erichsen';
> 'Ludgero José Pattaro'; 'Mauricio Lapertosa'
> Assunto: RES: novo regulamento do SRG
>
>
>
> Eduardo,
>
>
>
> As alterações nos padrões raciais, as exigencias de testes de DNA por
> amostragem , a exigencia de microchips, a auditoria obrigatória em 5% das
> fazendas, extinção do PCOC (aliás previsto na portari 47), entre outras
das
> novas proposições, como sabemos, não são adequações a portaria do
MAPA,
> novas ou velhas, mas sim alterações que alguns entendem mais adequadas,
> outros não e, desta forma, me parece mais adequado que sejam discutidas
de
> forma mais representativa pois impostas sem maior consenso, ao invés de
> aprimorar o processo, são capazes de desestimulá-lo.
>
>
>
> Boa parte das alterações são completa surpresa mesmo para para mim, que
> acreditava ter participado da maior parte das discussões e nunca ouvi,
nem
> vi registrado em ata, por exemplo, proposta de proibir manchas brancas de
> qualquer tamanho na fronte nas raças Murrah, Mediterrâneo e CCG e nem
que
> se tenha chegado a algum consenso de que animais dee CCG deveriam ter
"tipo
> leiteiro e produção acima da média do rebanho a que pertençam" como
> disposto na proposta. Da mesma forma, boa parte das demais alterações
são
> completa novidade.
>
>
>
> Sei que é frustrante quando eivados de boa vontade na condução de
> interesses coletivos, vimos uma inexpressiva participação, mas isso não
nos
> permite atropelar o processo pois como você be destacou, as funções do
CDT
> estão bem estabelecidas no Art. 25 de nossos Estatutos, que reproduzem a
> portaria 47/1987, que explicita que cabe ao CDT, em reunião convocada e
> presidida pelo seu Presidente ou Vice propor, se assim entenderem,
mudanças
> no Regulamento do SRG a serem submetidas ao MAPA.
>
>
>
> Neste sentido, a fim de aceleraras discussões, sugiro que sejam
destacadas
> e justificadas as mudanças propostas por aqueles que as fizeram, para
que,
> mesmo que por via eletr�¿??nica, sejam discutidas com maior
profundidade.
>
>
>
> Otavio
>
>
>
>
>
>
>
> De: Eduardo Bastianetto [mailto:[email protected]]
> Enviada em: quinta-feira, 25 de julho de 2013 14:00
> Para: Otavio Bernardes
> Cc: ABCB - Marlene; Claudio; José Fernanrdo Simplício de Oliveira;
> Simplício; Fab. Lat. Faz. Santo Anjo - Di Bufala; Elcio Reis; Alcides de
> Amorim Ramos; jonasassumpcao; Nelson; Veloso; Urbano Filho;
> [email protected]; Delfino Beck Barbosa; João Gaspar; Pietro
> Sampaio Baruselli; Eduardo Daher; Julio Ketzer; Pedro Paulo Assef Delgado;
> Roberto F. S. R. da Fonseca; Caio Ro
> sato; Claudionor Serafim; fabio.pimentel; [email protected];
> Antonio Joaquim; JOS? ROBERTO BAETA NEVES; Sergio Souza Fernandes; Eduardo
> Aziz Haik; Humberto Tonhati; NELCIO Toniza; Amauri Paske; Rolf Erichsen;
> Ludgero José Pattaro; Mauricio Lapertosa
> Assunto: Re: novo regulamento do SRG
>
>
>
> Otavio e demais,
>
>
>
> as colocações serão lidas e consideradas caso estejam dentro das novas
> normativas do mapa. Por razões técnicas a ABCB não atendia de forma
plena
> algumas normativas pela inexistência de teste de DNA para bubalino com
> reconhecimento pelo MAPA. (ex: Instrução Normativa 53/2006).
>
>
>
> Em relação a discussão e representatividade gostaria de lembra-los que
> foram realizadas consultas junto aos membros do CDT a muito tempo, e que
> poucos se manifestaram e/ou deram continuidade ao trabalho. As funções
do
> CDT estão claras na PORTARIA Nº 47, DE 15 DE OUTUBRO DE 1987 e, para
> podermos atendê-las de pleno são indispensáveis as alterações
propostas.
>
>
>
> Estando certo de que é do interesse de todos, termos o búfalo mais
> valorizado e também a ABCB com maior reconhecimento no setor pecuário,
> solicito que no prazo de sete dias todos encaminhem as observações como
já
> feito pelo Otávio.
>
>
>
> As principais alterações serão apresentados no Encontro Brasileiro de
> Criadores de Búfalos.
>
>
>
> Eduardo.
>
>
>
> Em 24 de julho de 2013 16:28, Otavio Bernardes escreveu:
>
> Prezado Claudio,
>
>
>
> Segundo email do Eduardo, me parece que os 20 integrantes do CDT chegaram
> a esta proposta em encontros ou contatos a que não tive acesso e, desta
> forma, teci alguns comentários que talvez já tenham sido por eles
abordados
> e que, brevemente, apontei em "comentários" (nas revisões do arquivo em
> werd) junto ao texto original. (para os que não tem muita prática, é
> necessário cliar em revisões "mostrar comentários")
>
> De qualquer forma, gostaria de destacar alguns pontos que me parecem
> mereçam uma reflexão maior posto que alteram fundamentalmente a
atuação da
> ABCB frente ao sistema de registro e ao reconhecimento das raças, que,
> gostaria fossem melhor esclarecidos pelo grupo que prop�¿??s tais
mudanças
>
>
>
> PADRÕES RACIAIS
>
> A proposta aboliu qualquer tipo de mancha branca como caracter
permissível
> (mesmo que pequenas na fronte) nas raças Murrah, Mediterrânea e CCG, bem
> como mancha branca na cauda que ultrapasse a vassoura do rabo.
>
> No CCG, que originalmente buscava tornar registráveis todos os búfalos
não
> enquadrados em algum das raças reconhecidas forma mantidas como
> caracteristicas desclassificantes até manchas brancas na testa de
qualquer
> tamanho e até que tenha que ter tipo leiteiro (?!)
>
> Permitiu que o animal descornado filhos de animais registrados seja
> considerado da raça traz de volta a questão de que animais com chifres
> inadequados (que são uma das mais marcantes características raciais na
> espécie) possam após a descorna ser reinseridos. Vejo uma certa
confusão
> entre paternidade e padrão racial. É perfeitamente possível que filhos
de
> animais puros não tenham os padrões raciais de seus pais.
>
> Trouxe novamente a discussão sobre padrões mínimos de produção em
CCG, que
> deveriam ser superiores à média de cada rebanho. Mas permanece as
velhass
> questões de: não existe controle ponderal ou leiteiro formal no Brasil,
ou
> seja, por este critério nenhum animal será registrado em CCG até que se
> implemente tais controles oficiais; o critério da média do rebanho torna
> não comparáveis os exemplares da raça mantidos em fazendas diferentes
(os
> abaixo da média num lugar podem ser acima da média no outro). Qual fopi
o
> consenso do CDT ? Fazer como ?
>
>
>
> DNA
>
> No final de 2011, manitive com o Eduardo Bastianetto uma troca de emails
> em que discutimos algumas sugestões para inclusão dos testes de DNA no
> regulamento da ABCB e chegamos a um certo consenso que anexo ao presente.
> (Proposta_DNA) que, ao que parece pelo texto enviado, não foi contemplada
> nesta proposta de alteração. Voltou a idéia de que todos os registros
> efetuados através de comunicações ficam sob suspeição a ser dirimida
por
> uma ampla amostragem de DNA sempre ! A ponderação é de que é ainda
> prematuro considerar o exame de DNA obrigatório mesmo porque somente um
> laboratório o realiza, e o preço do procedimento pode superar o custo do
> registr.
>
>
>
> IDENTIFICAÇÃO
>
> Foi tornado obrigatória a identificação por microchip que será
> regulamentados depois. Não conheço o custo e viabilidade de sua
> implementação.
>
>
>
> AUDITORIAS
>
> Cria a obrigatoriedade de auditar (o superintendente e "o " tecnico da
> região) de 5% das propriedades que registraram animais no ano anterior
> (umas 4-5 propriedades) de forma aleatória. (Lembrando que 10% dos
> registros serão confirmados por exame de DNA e que os animais estarão
> identificados com chip, a ser custeado pela ABCB e que poderá, incluir
> coleta de material para realização de DNA. Me parece que a auditoria, da
> forma como proposta, serve unicamente para atestar a idoneidade do Tecnico
> de Registro, pois qualquer irregularidade se houver, deveria por ele ter
> sido identificada. (lembrando que em 100% dos casos é necessária a
presença
> do técnio para efetuar o registro).
>
>
>
> REPRESENTATIVIDADE PARA ALTERAÇÃO DO REGULAMENTO
>
> Por incluir alterações significativas no Regulamento, inclusive com
> repercussão nos custos do registro e custeio da própria ABCB, me parece
> oportuno que a sua discussão tenha uma dimensão mais ampla, sendo levada
ao
> menos a todos os associados, diretores e membros de conselhos e
comissões,
> razão pela qual inclui nesta resposta alguns emails de companheiros que
> disponho fico no aguardo da manifestação de mais companheiros.
>
>
>
> Otavio
>
>
>
>
>
>
>
> De: ABCB - Marlene [mailto:[email protected]]
> Enviada em: quarta-feira, 24 de julho de 2013 10:07
> Para: Claudio
> Cc: Otavio Bernardes; José Fernanrdo Simplício de Oliveira; Simplício;
> Fab. Lat. Faz. Santo Anjo - Di Bufala; [email protected];
> EDUARDO BASTIANETTO; Alcides de Amorim Ramos
> Assunto: Fw: novo regulamento do SRG
>
>
>
> Diretores
>
>
>
>
>
> Segue e-mail com anexo de alteração do Regulamento do SRG da ABCB, fico
no
> aguardo após análise de voces as providências à tomar quanto ao envio
ao
> MAPA.
>
>
>
>
>
> At.
>
>
>
> Marlene
>
> ----- Original Message -----
>
> From: Eduardo Bastianetto
>
> To: ABCB
>
> Cc: Claudio Bruna ; [email protected] ; Eduardo ; Alcides de Amorim
> Ramos ; Elcio Reis
>
> Sent: Tuesday, July 23, 2013 5:32 PM
>
> Subject: novo regulamento do SRG
>
>
>
> Prezado Claudio, boa tarde,
>
>
>
> segundo informações do MAPA, devemos providenciar o envio deste
documento
> para o endereço que segue:
>
>
>
> SFA-SP - SUPERINTENDÊNCIA FEDERAL DE AGRICULTURA NO ESTADO DE SÃO PAULO
> Rua Treze de Maio, 1558 – 8º andar
> CEP: 01327-002 – São Paulo - SP
> Telefone: (11) 3251 - 0400
>
>
>
> Informo que o texto foi extensamente revisado pelo CDT e contou também
com
> a diretoria do SRG e outros técnicos.
>
>
>
> Será necessário gerar todas as planilhas de comunicação referidas
neste
> texto e deixá-las disponíveis em um novo link da página
www.bufalo.com.br.
>
>
>
> Por fim, solicito providências de encaminhamento deste documento o
> endereço informado.
>
>
>
> Atenciosamente,
>
> --
>
> Dr. Eduardo Bastianetto
>
> Médico Veterinário
> Pesquisador INCT Sanidade e Genética Animal
> Presidente do CDT da ABCB e Direto da Associação Mineira de
> Bubalinocultores
> 0055 3192094020
> Skype: BASTIANETTO
>
>
>
> --
> Dr. Eduardo Bastianetto
>
> Médico Veterinário
> Pesquisador INCT Sanidade e Genética Animal
> Presidente do CDT da ABCB e Direto da Associação Mineira de
> Bubalinocultores
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> Skype: BASTIANETTO
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