Viva!
Dando um pouco mais de
continuidade ao tema, como um complemento mais, com um pequeno acr�scimo n�o s�
de uma divulga��o pessoal, por relacionamento com "m�diuns" (diga-se de si
mesmos, dos outros e meio ambiente), como do que � constatado pela medicina,
embora o diga de c�r.
Trata-se da tend�ncia, por
vezes e em alguns casos extremos, entre outros, para maniaco-depressivos,
como de persegui��o, aumento de consumo de drogas (�lcool, tabaco, maconha,
liamba, haxixe... at� �s mais pesadas - LSD)... Nestes �ltimos, por causa
da ideia de quem entra em estados alterados de consci�ncia no "v�cio" e sai
ileso, ent�o mesmo em estado normal, sendo viciado ou se iniciando nas
drogas, caiem facilmente na ilus�o da cren�a de que com uma boa "limpeza"
at� se fica melhor... Um engano que tem desgastado muita boa gente em
"esgotamentos" ("entupimentos" de informa��o) cerebrais e outras disfun��es, p.
ex. displexias, displic�ncia... nos melhores casos.
Para al�m disto, a natural
tend�ncia para a homossexualidade. Com maior express�o, mais vis�vel, no homem,
pelo incremento de maiores quantidades em circula��o no seu organismo de
hormonas femininas. Parecendo que estas possam ter um relacionamento mais
directo com os fen�menos "medi�nicos de incorpora��o" (de ideias)... [inclusive
para as mais dispares desculpas, p. ex. de roubo, viola��o...]
PSI-Sauda��es
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Fernando De Matos:
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----- Mensagem original -----
De: "M� Lu�sa Albuquerque" <[EMAIL PROTECTED]>
Para: <[EMAIL PROTECTED]>
Enviado: S�bado, 15 de Abril de 2000
14:18
Assunto: [CLAP-PT] que � a
mediunidade
> Segundo o espiritismo, � o contacto entre o mundo dos vivos e o mundo dos
> mortos.
> Os chamados m�diuns de incorpora��o, s�o pessoas que tem um condicionamento
> ps�quico produzido pela hipnose. O homem sente como que uma necessidade de
> vitalizar e robustecer a sua f�. Ora, n�o se tenta robustecer sen�o o que
> est� fraco. No inconsciente dos buscadores do maravilhoso, existe na
> realidade uma astenia de f�. E como reac��o angustiosa de defesa, atiram-se
> aos bra�os de movimentos pseudo-religiosos, que consideram, � falta de
> outros, como uma nova confirma��o da sua cren�a an�micapnose pode ser
> induzida por outr�m: nos centros esp�ritas e terreiros dos cultos
> afro-brasileiros, h� toda uma prepara��o psicol�gica para a pessoa se tornar
> m�dium e esta prepara��o funciona depois como o signo-sinal da hipnose
> induzida. Quer dizer, basta voltar �quele local, ou fazer aquele ritual -
> que pode consistir numa ora��o, numa m�sica especial - e a pessoa de
> imediato incorpora o esp�rito. Claro que n�o incorpora nada, � dominada pela
> sua cren�a, pelo seu inconsciente.
> Ent�o, a chamada mediunidade n�o � outra coisa sen�o a sugestionabilidade em
> alto grau para a hipnose ou a letargia. Os que se cr�em m�diuns, chegam a
> uma sugestionabilidade cada vez maior, isto �, em linguagem esp�rita, "os
> esp�ritos baixam com cada vez mais facilidade".
>
> O ser humano foi feito para funcionar conscientemente e n�o para se deixar
> dominar pelo seu inconsciente. Ent�o, este tipo de pr�ticas leva a
> dist�rbios ps�quicos e por vezes � loucura. Segundo opini�o de v�rios
> m�dicos, o chamado m�dium, deve ser considerado como uma personalidade
> anormal, predisposto a enfermidades mentais, ou j� portador de psicopatias
> cr�nicas ou em evolu��o. Da mesma forma como os m�dicos desaconselham
> formalmente o desenvolvimento da chamada mediunidade, os parapsic�logos
> acad�micos previnem contra o desenvolvimento da faculdades parapsicol�gicas.
> Porque comprometem o equil�brio do sistema nervoso e � um atentado contra a
> sa�de ps�quica. No atendimento cl�nico ainda n�o tive a ventura de ver um
> chamado m�dium que n�o fosse um nevropata.
>
> E porque h� tanta gente que cr� nos alegados poderes dos m�diuns e os
> consulta? Em pleno s�c. XX, �poca da Ci�ncia e do laborat�rio, h� como que
> um recrudescimento da tend�ncia humana ao maravilhosismo. O ser humano
> parece cansado de ser m�quina, n�mero, mais um na multid�o e sente em si um
> chamamento divino. S� que, com uma f� debilitada ou por esclarecer,
> acontece-lhe agarrar como sobrenatural, qualquer facto que, de momento, lhe
> parece fora do curso normal da natureza. Ou qualquer filosofia que consiga
> suprir o medo que o desconhecimento da morte provoca.
> O homem sente como que uma necessidade de vitalizar e robustecer a sua f�.
> Ora, n�o se tenta robustecer sen�o o que est� fraco. No inconsciente dos
> buscadores do maravilhoso, existe na realidade uma astenia de f�. E como
> reac��o angustiosa de defesa, atiram-se aos bra�os de movimentos
> pseudo-religiosos, que consideram, � falta de outros, como uma nova
> confirma��o da sua cren�a an�mica.
> A Igreja n�o tem nada a dizer sobre a chamada mediunidade, pois este � um
> tema que pertence � ci�ncia. A Igreja (concretamente aqui estou a referir-me
> � Igreja Cat�lica), fala de cren�a, do sobrenatural e consequente doutrina.
> Religi�o � uma "op��o de f�", mas com argumentos v�lidos e n�o caminho
> aberto � fantasia e gosto de cada um.
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