----- Mensagem original -----
Enviado: Domingo, 21 de Maio de 2000
1:15
Assunto: [CLAP-PT] Re: [CLAP-PT] A n�o
replica��o em PSI
J� fazia muito tempo que n�o lia algo t�o complicado e t�o absurdo assim
PS- O termo "replicar"conforme o Aur�lio significa:
[Do lat. replicare.]
V. t. d.
1. Combater com
argumentos; contestar, refutar, redarg�ir: 2
2.
Dizer como r�plica, ou como explica��o: 2
3. Fazer
r�plica, c�pia, reprodu��o de; reproduzir.
V. t. i.
4.
Responder a obje��es ou respostas de outrem; retorquir, redarg�ir:
2
V. int.
5. Responder aos argumentos de
outrem; retorquir, redarg�ir: 2
6. Acusar em
r�plica (5): 2
Algu�m poderia "traduzir" o
assunto?
Eu solicitaria ao remetente que
ao usar a l�ngua Portuguesa fosse mais claro!
Ser erudito n�o quer
necessariamente ser claro. Por favor, sejam mais simples na linguagem para
que possamos nos entender!!!
----- Original Message -----
Sent: Saturday, May 20, 2000 1:18
PM
Subject: [CLAP-PT] A n�o replica��o em
PSI
Trabalho apresentado por DICK BIERMAN da Universily,
of Utrecht and Amsterdam. Com o tema: A n�o replica��o �
uma caracter�stica b�sica de PSI?
Gerou uma importante pol�mica entre os participantes da
conven��o, defendendo a n�o replicabilidade de Psi. Devido � sua natureza,
Psi conecta eventos que normalmente n�o se conectariam e isto viola um
princ�pio b�sico da replica��o, o qual indica que experimentos sucessivos
devem ser independentes uns dos outros.
O modelo do balanceamento prev� a interconex�o dos
experimentos no sentido de que um desvio gerado por um experimento seria
compensado pelo resultado diferente do outro experimento; isso conduziria �
perspectiva da n�o replicabilidade como caracter�stica fundamental de Psi. O
efeito psicol�gico do experimentador nos experimentos Psi � considerado como
tendo uma fun��o principal em rela��o aos resultados; por�m mesmo que todos
os sujeitos recebam uma mesma motiva��o por parte do pesquisador, os
resultados Psi n�o podem ser previstos. Por outro lado a desmotiva��o dos
pesquisadores poderia explicar o decl�nio dos resultados de estudos com
DMILS e DMT, mas isso n�o � v�lido para as pesquisas Ganzfeld.
Outros experimentos j� efectuados, que BIERMAN comentou, teorias de Psi
- Teoria Observacional (TO) e Teoria dos Sistemas von Lucadou - que
indicam que um experimento n�o seria igual a outro, mesmo que as condi��es
psicol�gicas possam ser replicados identicamente. O n�mero de observadores e
as suas atitudes psicol�gicas depois do t�rmino do experimento na TO e
fechamento organizacional na teoria dos sistemas, s�o vari�veis cruciais e
no entanto n�o podem ser controladas.
Fonte: RPP n.� 59.
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