Viva!
 
Aqui estou para esclarecer como referi na minha �ltima mensagem a respeito.
 
N�o vejo qualquer confus�o, atendendo ao texto e o seu contexto cient�fico.
 
Na m�sica, significa um sinal indicativo de que se tem de repetir certo trecho musical...
 
Na pintura, arte, trata-se de um exemplar repetido do seu original...
 
Na ci�ncia, em particular na Parapsicologia, recorrendo � Estat�stica, seu significado n�o est� muito longe dos anteriores.
 
Ou seja, numa leitura atenta, encontramos e verificamos ser facilmente intelig�vel, entend�vel e compreens�vel do trata-se de repeti��o dos experimentos no cumprimento do princ�pio b�sico do m�todo cient�fico, tendo em conta as vari�veis em causa...
 
Assim, "traduzindo" o texto, verificamos que o autor defende a impraticabilidade da repeti��o dos experimentos, indicando "que experimentos sucessivos devem ser independentes uns dos outros," o que, segundo ele, n�o acontece em termos de PSI. Explicando depois a raz�o da sua postura, comentando outros experimentos...
 
Mas penso que esta mensagem seria desnecess�ria, dado ter enviado outras duas posteriormente a este tema "Replica��o e Metan�lise" e "Replica��o e combina��o de dados". Em que no primeiro, voltando � Estat�stica, visa indicar "que os resultados n�o dependem da amostra, tempo ou qualquer outro factor do experimento original." Dando depois uma ideia do que se entende por "replicar" bem como da import�ncia da "Metan�lise" neste contexto. E no desenvolvimento intelig�vel de novas ferramentas e teorias.
 
Para o segundo caso, tamb�m recorrendo �s ferramentas da Estat�stica, justifica a sua aplicabilidade, em parte, dando uma continuidade e complementariedade aos dois textos que lhe s�o anteriores.
 
Psi-Sauda��es
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   Fernando De Matos:
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 Centro Latino-Americano de Parapsicologia - Portugal�
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----- Mensagem original -----
Enviado: Domingo, 21 de Maio de 2000 1:15
Assunto: [CLAP-PT] Re: [CLAP-PT] A n�o replica��o em PSI

J� fazia muito tempo que n�o lia algo t�o complicado e t�o absurdo assim
PS- O termo "replicar"conforme o Aur�lio significa:
[Do lat. replicare.]
V. t. d.
 1.  Combater com argumentos; contestar, refutar, redarg�ir: 2  
 2.  Dizer como r�plica, ou como explica��o: 2  
 3.  Fazer r�plica, c�pia, reprodu��o de; reproduzir.
V. t. i.
 4.  Responder a obje��es ou respostas de outrem; retorquir, redarg�ir: 2  
V. int.
 5.  Responder aos argumentos de outrem; retorquir, redarg�ir: 2  
 6.  Acusar em r�plica (5): 2  

Algu�m poderia "traduzir" o assunto?
Eu solicitaria ao remetente que ao usar a l�ngua Portuguesa fosse mais claro!
Ser erudito n�o quer necessariamente ser claro. Por favor, sejam mais simples na linguagem para que possamos nos entender!!!
 
----- Original Message -----
Sent: Saturday, May 20, 2000 1:18 PM
Subject: [CLAP-PT] A n�o replica��o em PSI

Trabalho apresentado por DICK BIERMAN da Universily, of Utrecht and Amsterdam. Com o tema: A n�o replica��o � uma caracter�stica b�sica de PSI?

Gerou uma importante pol�mica entre os participantes da conven��o, defendendo a n�o replicabilidade de Psi. Devido � sua natureza, Psi conecta eventos que normalmente n�o se conectariam e isto viola um princ�pio b�sico da replica��o, o qual indica que experimentos sucessivos devem ser independentes uns dos outros.

O modelo do balanceamento prev� a interconex�o dos experimentos no sentido de que um desvio gerado por um experimento seria compensado pelo resultado diferente do outro experimento; isso conduziria � perspectiva da n�o replicabilidade como caracter�stica fundamental de Psi. O efeito psicol�gico do experimentador nos experimentos Psi � considerado como tendo uma fun��o principal em rela��o aos resultados; por�m mesmo que todos os sujeitos recebam uma mesma motiva��o por parte do pesquisador, os resultados Psi n�o podem ser previstos. Por outro lado a desmotiva��o dos pesquisadores poderia explicar o decl�nio dos resultados de estudos com DMILS e DMT, mas isso n�o � v�lido para as pesquisas Ganzfeld.

Outros experimentos j� efectuados, que BIERMAN comentou, teorias de Psi - Teoria Observacional (TO) e Teoria dos Sistemas von Lucadou - que indicam que um experimento n�o seria igual a outro, mesmo que as condi��es psicol�gicas possam ser replicados identicamente. O n�mero de observadores e as suas atitudes psicol�gicas depois do t�rmino do experimento na TO e fechamento organizacional na teoria dos sistemas, s�o vari�veis cruciais e no entanto n�o podem ser controladas.

Fonte: RPP n.� 59.
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