Caro Fernando,
Tem toda a raz�o naquilo que diz, se bem que o termo "Deus" que utilizei n�o
pretendia ter um sentido confessional - se o teve pe�o desculpa. Dedico-me,
na medida do poss�vel � Hist�ria das religi�es e, ultimamente � sua
filosofia, por isso, por vezes n�o consigo reprimir estas refer�ncias (s�o
os exemplos que mais rapidamente surgem na minha cabe�a).
A refer�ncia que fez � valida��o de opini�es ou posi��es em nome de...
(neste caso Deus) merece reflex�o e tamb�m faz parte de muita da constru��o
cient�fica dos dias de hoje (algu�m afirma qualquer coisa que depois �
citada por um, citada por outro, por outro e outro e no fim temos uma
verdade que nunca foi testada - uma esp�cie de conhecimento do g�nero monge
copista - tantas vezes se repete um erro que por insist�ncia se torna
verdade).
Um abra�o
Sebasti�o Nuno Barros
----- Original Message -----
From: "CLAP-PORTUGAL" <[EMAIL PROTECTED]>
To: <[EMAIL PROTECTED]>
Sent: Tuesday, August 28, 2001 10:44 PM
Subject: Re: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
questao)
> Sebasti�o,
>
> o f�rum � de todos, desde que haja civismo.
>
> O que fala � verdade. Contudo, puxa como apoio um termo, "Deus", que em
vez
> de ajudar pode trazer pol�mica, no sentido que foge ao �mbito desta lista.
>
> Digo isto, n�o para aprofundar muito, vejam como um aparte, que os
pr�prios
> estudiosos da b�blia, tanto cat�licos como protestantes, refiro-me a gente
> muito s�ria, apontam que muitos do termos s�o usados como veia de
express�o
> po�tica. Pondo o ser humano coisas em �nome de� para ganhar um v�nculo
> oficial vindo do alto, que no fundo s�o nem mais nem menos do que aquilo
que
> eles pensavam, queriam e faziam para que acontecesse, hoje, amanh� ou em
> futuras gera��es... Tamb�m � verdade que �a morte tem sempre uma desculpa�
e
> podem dizer que por detr�s de tudo o que apontei pode estar muito bem
Deus.
> E depois, como ficamos, pelos factos ou pelas suposi��es?
>
> Pensem nisto.
>
> Psi-Sauda��es
>
> Fernando De Matos
>
> ----- Original Message -----
> From: "Sebasti�o Nuno Silva" <[EMAIL PROTECTED]>
> To: <[EMAIL PROTECTED]>
> Sent: Tuesday, August 28, 2001 1:45 PM
> Subject: Re: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
> questao)
>
>
> > Caros amigos:
> >
> > Antes de mais, e desculpem este atrevimento de um novato nestas
andan�as,
> > mas estou encantado com esta discuss�o!
> >
> > Parece-me dif�cil, no mundo de hoje, contrariar esta tend�ncia para as
> > solu��es f�ceis - todos apelam para o mais simples (em termos de
esfor�o)
> e
> > navegar contra a mar� pode ser contrariar uma esp�cie de tend�ncia
social
> > que nos foi incutida desde a mais tenra idade. Quem n�o se lembra do
> > super-homem que, usando todos os seus poderes, deu v�rias voltas � terra
> > para fazer recuar o tempo salvando assim o seu amor da morte e
corrigindo
> as
> > asneiras do Homem? Quem n�o sonhou, mais que uma vez, ter este mesmo
> poder,
> > de fazer recuar o tempo para remediar asneiras que cometemos? E nos dias
> de
> > hoje todos esperam solu��es miraculosas - os extra-terrestres com
poderes
> > mirabolantes que nos v�o ensinar tudo o que ainda n�o sabemos; as seitas
e
> > novas correntes filos�fico-religiosas que acham que a solu��o est� no
> > Oriente e mesmo sem saberem nada da cultura Oriental (muito menos da
> > Ocidental) iniciam exerc�cios pat�ticos de "medita��o" (com respeito por
> > aqueles que o fazem conscientemente) ou de busca de uma espiritualidade
> > empacotada que se vende num qualquer livro escrito por um pseudo-s�bio
> > cibern�tico. Eu como amante da Hist�ria, sinto-me arrepiado quando vejo
> > estes novos movimentos que acham que as civiliza��es antigas j�
> descobriram
> > tudo mas deixaram os seus segredos codificados e h�, para a� um s�bio
> > qualquer que sabe decifrar os segredos mais secretos da Humanidade... Na
> > verdade queremos solu��es r�pidas para quest�es t�o profundas �s quais
> > dev�amos dedicar toda a vida. Porque morreu tanta gente � procura do
Santo
> > Graal, ou do t�mulo da Virgem Maria, ou do Santo Sud�rio, quando o
pr�prio
> > Cristo disse: o reino de deus est� dentro de v�s!!!!! Se Cristo deu
> > instru��es acerca do comportamento do crist�o, como podem haver
crisnt�os
> > que julgam que a salva��o est� num copo ou num pano?
> >
> > Por isso, para mim, esses "poderes" a que se referem s�o uma falsa
> quest�o.
> > Possivelmente todos n�s teremos essa capacidade cerebral para levitar
mas
> s�
> > alguns, por alguma raz�o, conseguem manifest�-la; mas n�o ser� esta mais
> uma
> > daquelas coisas que os Homens querem muito e depois n�o sabem o que
fazer
> > com ela? Lembro-me sempre daquela velha hist�ria b�blica de que durante
> > muito tempo o homem tinha um tempo de vida enorm�ssimo (v�rias centenas
de
> > anos) at� que Deus se questionou sobre aquilo que homem estava a fazer
com
> > todo este tempo que lhe estava a ser dado e percebeu que o estava a
gastar
> > sem qualquer proveito. N�o ser� isto que n�s fazemos com tantas das
> benesses
> > que recebemos? Inventamos a agricultura para alimentar a todos, mas ser�
> que
> > todos t�m alimento? Por isso, antes de avan�armos com estes "acess�rios"
> > l�dicos da vida humana (para mim esses "poderes" s�o isso mesmo) n�o
ser�
> > mais premente resolver algumas quest�es profundas que ainda resistem
> dentro
> > de n�s? Infelizmente, acho que estas quest�es prementes est�o a ser
> > ignoradas pela maioria desde o in�cio da Humanidade. Lembro o que dizia
> > Kant: a intelig�ncia (e neste caso os seus "poderes") n�o s�o um bem em
> si,
> > dependem da boa vontade.
> >
> > Pe�o desculpa pela confus�o de ideias...
> >
> > Um abra�o a todos
> >
> > Sebasti�o Nuno Barros
> >
> >
> > ----- Original Message -----
> > From: "CLAP-PORTUGAL" <[EMAIL PROTECTED]>
> > To: <[EMAIL PROTECTED]>
> > Sent: Tuesday, August 28, 2001 12:18 AM
> > Subject: Re: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1
outra
> > questao)
> >
> >
> > > Caro amigo,
> > >
> > > agradecemos o seu incentivo, apesar disso a economia � que prevalece
no
> > > mundo.
> > >
> > > N�o procure subverter o que eu escrevi! Ou ser� que compreendeu mesmo!
> > Pelo
> > > que fala parece-me mesmo que n�o.
> > >
> > > Quer outro exemplo pr�tico? Eu dou! A verdadeira raz�o � saber �priori
> que
> > > existe algo de errado com um alimento, por exemplo, (voltamos n�s aos
> > > comest�veis ;-) ) que est� envenenado, com um veneno semelhante �
> cicuta.
> > (�
> > > claro que se poderia fazer testes, mas economicamente � invi�vel.) E
> esse
> > > alimento, uma fruta, sofreu um acidente do qual resultou o seu
> > > envenenamento. Por azar... ;-) caiu num recipiente onde se encontra
> > outros
> > > de sua esp�cie e se misturou com eles.
> > >
> > > Agora, com aplica��o dos seus argumentos, teria a coragem de se
atrever
> > > suicidar? Sim, creio que sim, caso o orgulho tivesse um peso tal em si
a
> > > ponto de correr esse risco. � como por uma bala num tambor de um
> revolver,
> > > girar o tambor, meter o cano do rev�lver na boca e premir o gatilho.
> > >
> > > E o que isto tem a ver, sendo de uma irracionalidade e,
> consequentemente,
> > > irrespons�vel, com o sair respons�vel para gozar um magn�fico dia e
cair
> > um
> > > avi�o na tola?
> > >
> > > S�o acontecimentos totalmente diferentes, n�o s�o? Pelo menos no modo
> como
> > > s�o procurados... Uns procuram o suic�dio, outros o "suic�dio" � que
os
> > > procura. Em termos de moral�tica, de consci�ncia de vida, de
> liberdade...
> > os
> > > �ltimos superam hiper anos de luz os primeiros. E o amigo est� a
> > justificar
> > > os primeiros para se chegar aos �ltimos? Onde est� o bom senso
aqui?...
> > >
> > > � como os exageros de "levantar o rio" para justificar aplica��o da
> > > levita��o de "uma pessoa que esteja a sofrer uma queda..."
> > >
> > > O ser humano � o que pensa e o que faz � o resultado desse pensar. Em
> toda
> > a
> > > sua Hist�ria podemos observar o quanto � muito dif�cil criar uma
imagem,
> > > leva muito tempo at� que se comprove a robustez da seriedade, empenho
e
> > > verdade no que se faz e mesmo assim as mem�rias, a imagem do passado
> ainda
> > > pesa, porque as pessoas d�o mais import�ncia � ilus�o, � imagem do que
�
> > > realidade, numa cadeia educativa fechada, por n�o saberem lidar de
outro
> > > modo... Mais ainda dif�cil � manter a nova, ainda esbatida, pouco
> > definida,
> > > uma n�voa a diluir a passada. Que, por tal, para ser destru�da
> > praticamente
> > > basta um pensar...
> > >
> > > Mas nem todo o pensar tem uma l�gica racional, �til, positiva. V�-se
> pelos
> > > comportamentos das gentes diariamente (e n�s estamos nessas gentes
> > tamb�m),
> > > uma cultura do passado bem vincada no presente e a burrice das gentes
> > > perpetua irracionalmente na transmiss�o desses fantasmas "gen�ticos"
por
> > > cont�gio virulento pelo seu pensamento...
> > >
> > > E, a Hist�ria repete-se, segue-se o caminho escolhido por aparentar
ser
> o
> > > mais simples. O ego�smo tem sido um grande impulsionador da
humanidade.
> > > Mesmo que se diga que se trata de altru�smo, uma nova capa de
ego�smo...
> > >
> > > Pessoalmente, acredito veemente que no dia em que o ser humano atingir
e
> > > conseguir permanecer a viver naquele estado que eu referi no meu mail
> > > anterior, o imposs�vel ser� uma palavra do ido. Mas isto implica
> > princ�pios
> > > e valores, educa��o, uma cultura que muitos mestres da humanidade
> > > apregoaram, porque viveram o que ensinavam, no entanto, que ouvidos
lhes
> > > deram, a humanidade? Grosso modo � a import�ncia dos "poderes", que em
> > geral
> > > � a dos tolos... Que � para n�o ser muito mauzinho. Que estudos, de
> facto
> > > s�o mesmo poucos, mas os consult�rios dos psic�logos e psiquiatras,
> > > hospitais e outras institui��es an�logas vivem cheios...
> > >
> > > Caro Jos� Silva, parece que ainda n�o entendeu a minha mensagem. Ela �
> > > simples, estes fen�menos parapsicol�gicos, se os vermos a frio, sem os
> > > pesarmos na balan�a se s�o graves ou n�o, n�o deixam a seu modo de ser
> > > instrumentos, embora diferentes e a outro n�vel, como o s�o por
exemplo
> as
> > > nossas m�os. E eles s� existem porque n�s existimos. De que nos servem
> as
> > > nossas m�os se forem decepadas?... Eles existem de facto por alguma
> raz�o,
> > > uma raz�o no �mbito da psicologia, psiquiatria, neurologia... tem sido
> > > sempre encontrada.
> > >
> > > Existe ferida que se tenha curado que n�o tenha deixado a sua marca:
> > > cicatriz? O mesmo se passa com um acto parapsicol�gico, mesmo que n�o
> > deixe
> > > mazelas f�sicas existem as psicol�gicas. Com isto, insisto que n�o
quer
> > > dizer que seja com tudo.
> > >
> > > Cada ser humano s� v� no que acredita, pela for�a do h�bito.
> > >
> > > Mas s�o todos os actos parapsicol�gicos maus?... S�o todos os dias, ao
> > > acordarmos, que nos sentimos cansados, piores do que quando nos
> > deit�mos? -
> > > Claro que n�o. Foi bem lido o meu outro mail? o que eu disse l�? Pode
> ter
> > > sido lido sim, mas n�o ter sido alcan�ado o pretendido... A falha pode
> ter
> > > sido minha.
> > >
> > > Procura-se o labirinto que n�o h�, mas passa haver porque se cria o
que
> se
> > > procura.
> > >
> > > Quem vive o auto-conhecimento n�o procura o que muitos designam
> > erradamente
> > > por "poderes". Mas os "poderes" podem ser uma indica��o de se estar no
> > > caminho, vivos, conscientes, cuja import�ncia n�o s�o esses
"poderes"...
> > > Igualmente, quem alguma vez na vida se sentiu VIVO, nesse estado de
> > > "medita��o" sabe perfeitamente que tal n�o significa n�o-ac��o.
> > >
> > > E tudo isto � totalmente contr�rio ao que � proposto pelo amigo, que
faz
> > > lembrar aquelas est�rias dos aprendizes de feiticeiro... Me desculpe
se
> > lhe
> > > for poss�vel.
> > >
> > > Ser-se um pouco de "cada" � n�o-Ser-se. E se Ser, �-se todos. Para
mim,
> > > pessoalmente, � prefer�vel Ser sem ser mec�nico, do que n�o-Ser e ser
um
> > > mec�nico, um rob�, um ser vegetativo...
> > >
> > > A escolha, o arb�trio s� existe quando se est� em caos!
> > >
> > > Tudo est� em cada um de n�s. E est� em cada um de n�s fazer sobressair
o
> > que
> > > h� de melhor. Embora haja quem assim n�o pense.
> > >
> > > Voltando aos fen�menos parapsicol�gicos, s�o eles que surpreendem o
ser
> > > humano. Mas maltratam-no quando permanecem.
> > >
> > > Tudo � bom com a sua devida conta, peso e medida.
> > >
> > > Um aparte, � que j� � tarde e estou com sono, mas ainda consigo
> discernir
> > > que algumas das coisas que escrevi soam a esot�rico, mesmo assim s�o
> > > v�lidas, quando as pessoas n�o entendem directamente o que se pretende
> > > procura-se outro caminho...
> > >
> > > At� breve
> > >
> > > Fernando De Matos
> > >
> > >
> > > ----- Original Message -----
> > > From: "Jose Silva" <[EMAIL PROTECTED]>
> > > To: <[EMAIL PROTECTED]>
> > > Sent: Monday, August 27, 2001 10:01 PM
> > > Subject: [CLAP-PT] Vantagens Psi para o Homem (Era - Re: RPP e 1 outra
> > > questao)
> > >
> > >
> > > > Caro Fernando,
> > > > espero q uma alternativa � RPP surja em breve. � muito necessitada
em
> > > > Portugal, uma visao cientifica deste tipo de fenomenos.
> > > >
> > > > Qt aos "ovos" :)
> > > > > A outra parte da mensagem resume-se, por analogia, nisto: qual � a
> > > > > probabilidade da humanidade sobreviver a comer uma refei��o de
ovos,
> > sem
> > > > > saber o seu estado, se est�o ou n�o comest�veis? Aqui enquadra-se
um
> > > risco
> > > > > de vida, de sobreviv�ncia. A probabilidade de sucumbir � maior ou
> > menor
> > > �
> > > > > sobreviv�ncia ap�s a refei��o? Uma certeza se tem: se n�o se comer
> os
> > > ovos
> > > > a
> > > > > probabilidade de sobreviv�ncia � 1. E, aqui, que pol�tica �
> prefer�vel
> > > > > aplicar? N�o � a do menor risco?
> > > >
> > > > Compreendo, mas ser� assim tao grande o risco? E a vantagem de
me
> > > > alimentar e conhecer o sabor dos ovos, possuir as proteinas dos
ovos,
> > nao
> > > > ser�o suficientes para correr o risco?
> > > > Claro, se nao sair de casa, a probabilidade de ser atropelado �
zero,
> > mas
> > > > assim nunca poderei conhecer pessoas novas, ver os novos modelos de
> > > > autom�veis, conhecer as motos, as bicicletas, os avi�es.... !
> > > > Eu acredito q o potencial do Homem com estas capacidades ser�
> largamente
> > > > compensador, inclusive na sua capacidade de sobreviver. Se tivermos
> > > > desenvolvidas capacidades de melhor utiliza�ao do nosso cerebro e da
> > > energia
> > > > q nos rodeia, nao estaremos mais capazes de resolver problemas,
lidar
> > com
> > > o
> > > > mundo, viver em sociedade, ajudar ao desenvolvimento da ra�a humana?
> > > > Eu pessoalmente nao me importava de "arriscar" se tivesse uma boa
> > hipotese
> > > > de conseguir esses objectivos.
> > > >
> > > > > A experi�ncia dos terapeutas ao lidarem com pessoas que apresentam
> > > > > faculdades parapsicol�gicas vai no sentido de elas serem
"mal�ficas"
> > na
> > > > sua
> > > > > continuidade persistiva de suas manifesta��es. (Chamam a isto um
> DOM?
> > > Nada
> > > > > mais errado!...) Mas isto n�o quer dizer que n�o sejam v�lidas,
> > aquando
> > > > > extempor�neas, quando n�o criam deforma��es prejudiciais
> psicol�gicas
> > > e/ou
> > > > > f�sicas. (T�o natural como a tentativa do suic�dio...) N�o � por
> acaso
> > > que
> > > > o
> > > > > ser humano s� se d� conta delas 'ocasionalmente' na sua vida. Para
> qu�
> > > > > utilizar algo que exige tanto do corpo se por menos, com um gasto
> > menor
> > > de
> > > > > energia, se pode atingir o mesmo objectivo? Por exemplo, porque
> hei-de
> > > eu
> > > > > levitar sobre um rio se existe uma ponte, um barco, um outro meio
> para
> > > > > atravess�-lo de uma forma muito mais simples? Para que se quereria
> > ent�o
> > > > as
> > > > > pernas?...
> > > >
> > > > Ok, h� exerc�cios q podem exceder as capacidades do ser humano,
> mas
> > > nao
> > > > quer dizer q toda a actividade o fa�a!
> > > > Para qu� levitar o rio? Mas poder� ser �til levitar uma pessoa que
> > esteja
> > > a
> > > > sofrer uma queda...
> > > > E concerteza pessoas diferente, terao limites diferentes. Porqu�
> pensar
> > s�
> > > > nas utiliza��es ego�stas destes poderes,
> > > > quando h� obvias vantagens em utiliza��es mais simples, mais
humanas.
> > > > Eu tenho as pernas para andar, nao para voar, mesmo que exista um
> aviao,
> > > se
> > > > eu podesse ser teleportado para outro local mais depressa (em caso
de
> > > > urgencia), nao o deveria fazer apenas porque tenho pernas ou porque
> > > existem
> > > > avioes?
> > > >
> > > > E j� agora, essas pessoas com essas faculdades psi (? posso dizer
> > isto?),
> > > se
> > > > conseguissem controlar-se, e demonstrassem os fenomenos de uma forma
> > mais
> > > > controlada, mais doseada, demonstrariam os mesmos sinais de desgaste
> ou
> > > > degenera��o?
> > > > Compreendo q nao seja uma experi�ncia simples de executar, nao se
pode
> > > > controlar a realidade ou controlar externamente estes fenomenos, mas
> em
> > > > teoria pelo menos, parece-me linear que os sinais de desgaste seriam
> > > menores
> > > > ou insignificantes. Nao existe inclusive uma regenera��o dos
"tecidos
> > > > afectados" (ou de qq q seja o "meio" afectado) quando os fenomenos
> > deixam
> > > de
> > > > acontecer? A pessoa fica para sempre marcada fisica ou mentalmente
> > depois
> > > > dos fenomenos desaparecerem? H� estudos sobre isto?
> > > >
> > > > > Para al�m disto � o facto de conhecermos muito pouco a n�s mesmos.
> Mas
> > > > para
> > > > > isso temos de nos relacionar uns com os outros, com o mundo, com o
> > > > universo.
> > > > > E isso � necess�rio para passarmos a outros est�gios de vida que
> > > confirmam
> > > > o
> > > > > estado de estar 's�', que � o de uma comunh�o, que � o AMOR. Um
> estado
> > > que
> > > > > adv�m de um modo de vida, de ser e estar, que se pode designar de
> > > > MEDITA��O.
> > > > > (Aquele estado que foge a todo o tipo de mecanicidade.) Contudo,
as
> > > > pessoas
> > > > > em vez de algo profundo, cheio de significado, procuram o oposto,
o
> > que
> > > �
> > > > > pueril. Isto � confirmado pela Hist�ria!
> > > >
> > > > Nao sei se percebi o que este paragrafo tem a ver com o resto,
> mas
> > o
> > > > facto de nos conhecermos mal, nao ser� um impulso para melhorarmos o
> > nosso
> > > > auto-conhecimento? E a descoberta e utiliza��o destes "poderes" nao
> > poder�
> > > > ser um passo nessa direc��o?
> > > > E quando se refere a outros estagios de vida, porque toda a gente
deve
> > > estar
> > > > nesse estado de "medita��o"? Nao podemos ser alguns pessoas de
ac��o?
> > > > Precisam de existir extremos? Nao podemos ser um pouco de cada?
> > > > Se estar no estado de "medita��o" � fugir a todo o tipo de
> mecanicidade,
> > �
> > > > ser apenas um "ser mental", nao sei se quero avan�ar para esse
estado.
> > > > Mais, a Historia tambem conta pessoas que procuraram (com menor ou
> maior
> > > > �xito) os valores mais elevados que menciona, nem todos somos
pueris.
> > Por
> > > > favor, nao generalize a humanidade!
> > > > Eu tambem acho que massificar esse tipo de poderes, poderia
levar-nos
> a
> > > uma
> > > > nova forma de autodestrui��o, talvez pior do q engenhos nucleares -
> mas
> > > > tambem nao advogo que o conhecimento e a capacidade seja ignorada,
> > > escondida
> > > > ou simplesmente nao utilizada por receio. Afinal, a humanidade
avan�a
> > com
> > > > descobertas plenas de riscos, mas ainda c� andamos...
> > > >
> > > > Em todo o caso, obrigado pela paci�ncia em discutir estes assuntos.
> > > > Acho esta lista extremamente renovadora e essencial para minha forma
> de
> > > ver
> > > > o mundo.
> > > >
> > > > Um abra�o,
> > > > Jose Silva
> > > >
> > > >
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