Segue meus 2 centavos de contribuição para esclarecer uma mente insistente!
Leia as respostas abaixo.

[]s,
Daniel Bessa
--
P: Por que esta mensagem é tão curta?
R: http://3frases.efetividade.net


2010/11/4 Luiz Marins <[email protected]>

>  Entendo, ... mas discordo, e respondo com as seguintes perguntas:
>
>
> 1. Porque o usuário final desktop é obrigado a aceitar e adotar o conceito
> proprietário de software livre da FSF? (sim, por que ela se apossou deste
> conceito e dita-o à sociedade).
>
*R:  Onde você leu que o usuário final é OBRIGADO a aceitar tudo o que vem
da FSF? Mostre-me e eu renego tudo o que escrevi nesse e-mail.*

>
> 2. É a FSF proprietária deste conceito?
>
*R: Você diria que o Aurélio ou o Houaiss é proprietário de todos os
conceitos presentes em seus dicionários? A wikipedia é proprietária de todos
aqueles conceitos nas suas páginas?
Você não pode se apropriar de conceitos, você se apropria de marcas! A
Mozilla é dona da marca Firefox, mas nada lhe tirará o direito de chamar o
Firefox de um navegador ou de Web Browser ou de Xinforíncula!*

>
> 3. É ela FSF que deve ditar o que devo e o que não devo usar, para ser
> acjeito por ela?
>
*R: Você não é aceito por ela! Você CONCORDA ou DISCORDA das idéias dela!
Ela não lhe implora para que seja um seguidor da FSF, mas se as idéias dela
lhe cativarem, você pode difundi-las.*
*Se não gostou, crie sua própria fundação e seus próprios conceitos! Isso
que é liberdade, você pode discordar!*

>
> 4. Consegue ela FSF suprir as necessidades da sociedade com este conceito?
>
*R: Me diga uma pessoa ou organização que consegue suprir as necessidades da
sociedade com um conceito! Isso está muito generalizado!*

>
> Segundo ela, nem o Debian é Software Livre; então, na prática, o conceito
> dela já está abandonado. Quem está resistindo são os programadores, que não
> querem perder o poder da telinha preta, e para isso precisam do código
> aberto.
>
> Havendo boa vontade, visão e mente aberta, é possível ajustar os dois
> lados. Rever o conceito atual aceitando o "free-proprietário" como também
> software-livre voltado para desktop, enfraquece o poder do programador, mas
> fortalece o linux.
>
> Se sotware-livre pode ser vendido, por que o software-gratuito não pode ser
> considerado também um software-livre?
>
>
> Seria possível ajustar a licença para algumas realidades, que só valeriam
> para o software-proprietário que fosse distribuído gratuitamente, por
> exemplo:
>
>
> *Você deve fazer as seguintes perguntas aos desenvolvedores de software
proprietários, não à nossa lista. Sugira isso à Microsoft e pergunte se ela
toparia liberar o código do MS Office depois de 5 anos em troca de
"comissões".*

*Acho que você precisar ler um pouco mais e de mais maturidade para entender
algumas questões ou para fazê-las.*

>
> a. Se o proprietário morre, quem continua?
>
> Pode-se incluir um parágrafo prevendo que neste caso, torne-se aberto, sem
> questionamento por pretensos herdeiros.
>
> b. Tempo de propriedade:
>
> Pode-se estipular um tempo de propriedade, digamos 5 anos, onde após esta
> data, tornar-se-ia aberto, mas garantindo "comissões" caso alguém aproveite
> o código e venha comercializa-lo.
>
>
>
>
>
>
> Lembremos:
>
> "O Linux foi criado para a sociedade, não a sociedade para o Linux"
> [luiz marins]
>
>
>
>
>
>
>
>
> Em 04-11-2010 11:26, Tiago Passos escreveu:
>
> O Linux só terá chance no Desktop se adotar um meio termo. É como
> casamento, onde cada lado cede um pouco para que ele sobreviva.
>
> Se esta filosofia adotada pela FSF não for revista, o Linux não morrerá,
> mas nunca conquistará o usuário desktop, pois ficará restrito aos usuários
> avançados e programadores.
>
> Mesmo o Ubuntu tem algumas restrições a softwares proprietários.
>
> Minha opinião:
>
> o Linux não precisa e nem vai mais engrenar em desktop...
> a era do desktop tá acabando (não q vá acabar, mas vai perder muita
> importância), e tá chegando a era dos mobile. E nesse aspecto o Linux tá
> dominando. Talvez não com a forma ideal, mas é um grande passo.
> Eu concordo que deva haver um meio termo. Mas acho que o papel da FSF é o
> ideal. É como aquele irmão chato que fica te regulando toda hora, pra você
> não ficar fazendo m*rda. Ela e o Stallman puxa a comunidade pra o caminho
> ideal
>
> ...
> Tiago Passos
> voxtiago ARROBA gmail PONTO com
> http://tiagopassos.com
> http://br.linkedin.com/pub/tiago-passos/24/995/aa4
> http://twitter.com/blogtiagopassos
> http://last.fm/user/tiagopassos
>
> [image: 
> http://sfx-images.mozilla.org/firefox/3.6/80x15_orange.png]<http://br.mozdev.org/>
>
>
>
> Em 4 de novembro de 2010 09:49, [email protected] <
> [email protected]> escreveu:
>
>> Salve galera e  Tiago,
>>
>>
>> Queria agradecer as explicações dos amigos, e o Tiago + GUILHERME ROCHA +
>> Milhares,  por responder a tudo sem polêmica, também fiz esta pergunta em
>> outras listas e as responstas foram todas desencontradas, e eu diria até
>> "preconceituosas".
>>
>> Então vou desconsiderá-las e, aproveitar somente as desta lista.
>>
>> Aliás, o Tiago "formatou" tudo e colocou no site dele, o que achei ótimo e
>> fácil de ler.
>> informações muito esclarecedoras, arrisco até a dizer que é um grande
>> material de estudo.
>>
>> Tiago, se eu pudesse pedir, seria legal atualizar essas páginas de vez em
>> quando, para refletir sempre a "situação" atual.
>>
>>
>>
>>
>> Eis a página do Tiago:
>>
>>
>> http://tiagopassos.com/linux/239/Debian_e_Ubuntu__Caracteristicas_diferencas_e_semelhancas.htm
>>
>>
>>
>> E o último comentário que fizeram no artigo:
>> **
>> "
>> .....
>> O Linux só terá chance no Desktop se adotar um meio termo. É como
>> casamento, onde cada lado cede um pouco para que ele sobreviva.
>>
>> Se esta filosofia adotada pela FSF não for revista, o Linux não morrerá,
>> mas nunca conquistará o usuário desktop, pois ficará restrito aos usuários
>> avançados e programadores.
>>
>> Mesmo o Ubuntu tem algumas restrições a softwares proprietários.
>>
>> .......
>> Enviado por Luiz L. Marins <http://luizmarins.rg3.net> no dia 22/10/2010
>> "
>>
>>
>>
>>
>>
>> Quanto a isso tenho somente o seguinte a acrescentar:
>>
>> Existem vários materiais que descrevem como países evoluíram rapidamente
>> depois de uma "liberação total e irrestrita" de todos os direitos autorais
>> no século passado.
>>
>> Naquela época, a "coisa" se limitava a poder copiar livros a mão mesmo, e
>> todos poderem ir nas bibliotecas para ler, sem haver reservas somente aos
>> nobres.
>>
>> Ou seja, quando se liberou a propriedade intelectual (de forma TOTAL e
>> irrestrita), mutia gente "cresceu".
>>
>>
>>
>>
>> Concluindo:
>> aqui o foco inicial vai mudar um pouco, mas lá vai:
>> talvez,  só talvez,
>> esteja se aproximando a hora de se rever os termos do GNU para serem um
>> pouco mais flexíveis. (por exemplo, trabalhar em conjunto com software
>> proprietário)
>>
>> Assim como o pessoal do Software Proprietário, também.
>>
>> Precisamos crescer,  e me parece que precisamos de "liberdade" para que
>> isso aconteça.
>>
>>
>>
>> De Minha parte:
>> simplesmente libero tudo  o que tenho sem reservas, se for meu, pode usar
>> sem nem mesmo me avisar de nada. Pode modificar como você quiser, e nem
>> precisa informar que sou o autor.
>> já, por educação e netiqueta, a estória é outra, digo por educação e
>> cortesia, vou ficar feliz se me citar quando re-distribuir o que criei.
>> obrigado
>>
>> []s Sena
>>
>>
>>
>> --
>> To UNSUBSCRIBE, email to [email protected]
>> with a subject of "unsubscribe". Trouble? Contact
>> [email protected]
>> Archive: http://lists.debian.org/[email protected]
>>
>>
>

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