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20/05/2005 - Redu��o de taxas garantir acesso da popula��o a rem�dios de alto custo, diz ministro (Ag�ncia Brasil - ABr) A redu��o das contribui��es para o Programa de Integra��o Social (PIS) e para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) sobre os medicamentos garantir� rem�dios de �ltima gera��o e alto custo a milhares de pessoas que hoje n�o t�m condi��es de compr�-los. A afirma��o foi feita pelo ministro da Sa�de, Humberto Costa, ap�s anunciar isen��o de taxas para mais de mil medicamentos. A isen��o permitir� reduzir em 11% os pre�os dos medicamentos nas farm�cias. Ser�o beneficiados usu�rios de rem�dios pertencentes a 60 classes e indica��es terap�uticas. O decreto ser� assinado hoje pelo presidente Luiz In�cio Lula da Silva e deve entrar em vigor na pr�xima semana, depois de publicado no Di�rio Oficial da Uni�o. Segundo o ministro, o impacto financeiro da isen��o ser� de R$ 125,00 milh�es por ano. Ele disse que a medida tamb�m beneficia o Sistema �nico de Sa�de (SUS) e que muitos estados j� est�o seguindo a decis�o do governo. "Os governos t�m reduzido os impostos sobre medicamentos de alto custo, e o mais importante � que n�s vamos poder dar acesso a milhares de pessoas que antes n�o tinham". Al�m disso, Costa garantiu que o or�amento do Minist�rio da Sa�de n�o sofrer� nenhum preju�zo. "N�o h� qualquer risco de preju�zo para o or�amento do Minist�rio da Sa�de, porque existe um valor m�nimo que precisa ser gasto a cada ano", afirmou Costa, ap�s a cerim�nia de posse do novo secret�rio de Ci�ncia, Tecnologia e Insumos Estrat�gicos do Minist�rio da Sa�de, Mois�s Goldbaum. Para ter direito ao cr�dito, os fabricantes ter�o de encaminhar um pedido de isen��o das taxas � Ag�ncia de Vigil�ncia Sanit�ria (Anvisa). O ministro informou que a Anvisa far� uma avalia��o para verificar se o princ�pio ativo do rem�dio consta da lista de isen��o. "A Anvisa encaminhar� esse pedido � Secretaria da Receita Federal para que ela garanta o cr�dito presumido �quelas empresas". Na lista, est�o rem�dios contra depress�o, mal de Alzheimer, hipertens�o e asma; anticoncepcionais e anticonvulsivantes; diabetes; antiinfamat�rios, antineopl�sicos e antiinfecciosos; mal de Parkinson; reumatismo, doen�as psic�ticas, aids, colesterol alto e imunoduladores. Pacientes de hepatite B e C, esquizofrenia, osteoartorse, osteoporose, psor�ase e hipertens�o arterial pulmonar tamb�m ser�o beneficiados. O ministro Humberto Costa esclareceu que boa parte dos medicamentos j� est� coberta pela isen��o e que o grupo de medicamentos inclu�do neste momento n�o tinha essa possibilidade at� ent�o. Ele ressaltou que, com pre�os mais baixos, o governo poder� aumentar a gama de rem�dios distribu�dos gratuitamente � popula��o. "O crit�rio de escolha foi a import�ncia desses medicamentos para os consumidores brasileiros. O custo que tem e o fato de que, para muitos deles, o �nico comprador � o Minist�rio da Sa�de, o que faz com que possamos ofertar gratuitamente �s pessoas pagando um pre�o menor", concluiu o ministro. 20/05/2005 - JT julga dano moral em acidente de trabalho, decide Turma do TST (Not�cias TST)
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Equipe FISCOSoft On Line.
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Title: FISCOSoft On Line - �ltimas Not�cias: 20/05/2005
