Em 07/03/08, Renato Frederick<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > Não há Problema algum. > O que acontece e que, com a profissão regulamentada, você pode começar a > usar o conceito de tabelas de honorários: > http://www.crea-mg.org.br/interna.aspx?id=2177 > Não sei se a informática poderia ter uma tabela tão detalhada como esta: http://www.crea-mg.org.br/upload_file/633071408693828787VALORESSEAMG_2007B.p > df
Eu acho que pode. Afinal de contas, podemos cobrir por macro áreas, como DBA por exemplo, ou Analista, ou Programador, sem ir a fundo na linguagem. Essa pequena curva de diferenciação se faz pelo próprio mercado. "Sei que para Assembler tem menos gente, então vou oferecer mais pois o cara é realmente uma peça rara". > Mas, ao menos, teríamos parâmetros para questionar algo assim: > Se a base são 100 "cruzados/hora" e você se depara com um indivíduo cobrando > 1 "cruzado/hora", tão abaixo da tabela sugerira pelo órgão, algo de errado > tem. > E todos sabemos que em toda profissão, preço baixo demais ou é desespero ou > é incompetência... > > Todos aqui já tem uma ou outra história de um serviço que perdeu porque > alguém fez mais barato e depois de algum tempo o serviço voltou prá ele, > porque o alguém fez mal e porcamente ou não deu conta. > > Isto é o que chamo delicadamente de "prostituição" da função. > > Ou seja, você não é o "analista de suporte", fica sendo o "menino que toma > conta do computador da recepção". > > Claro que mesmo entidades que possuem CREA sofrem de desvalorização, já vi > gente falando que o preço pago a um médico em cirurgia em determinados > hospitais é de fazer rir, não paga o risco que ele tem ao te abrir para > operar, mas isto é outro assunto, é desvio da idéia original da > regulamentação. Mas nesse caso é o hospital pagando mal, e não o médico cobrando pouco. Esse médico que esta lá, com certeza não fica muito tempo. ------------------------- Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd

