Pablo, se o engenheiro que "só assina" abaixo do que o estagiário fez, ele está sendo inconseqüente, porque o estagiário está ali pra aprender, logo, o engenheiro teria que revisar o que o seu "pupilo" fez.
Isto é uma má fé da empresa, que põe em risco a obra que o estagiário planejou e o engenheiro se vê obrigado a aceitar isto senão perde o emprego, colocando em risco a reputação dele também. Com certeza isto vai acontecer sim se houver o crivo do CREA para a informática, mas como falei, isto é desvirtuação da proposta original, famoso jeitinho brasileiro. > -----Mensagem original----- > De: [EMAIL PROTECTED] [mailto:[EMAIL PROTECTED] Em > nome de Pablo Sánchez > Enviada em: sexta-feira, 7 de março de 2008 11:07 > Para: Lista Brasileira de Discussão sobre FreeBSD (FUG-BR) > Assunto: Re: [FUG-BR] RES: Fwd: [PSL-DF] Aprovado parecer que > regulamenta as profissões de analista de sistemas e técnico de > informática > > Em 07/03/08, Cleiton Luiz Siqueira<[EMAIL PROTECTED]> escreveu: > > Pablo, acredito que o Renato somente deu um exemplo, não de > concorrência > > desleal, mas sim de prostituição do mercado. Ele não se refere > somente à um > > serviço simples como o de instalar um Linux, BSD, etc, mas sim ao > fato de > > que empresas, por exemplo, possam contratar um "estagiário" que nem > > estudante é, para excercer a profissão de alguém que fez uma > faculdade e se > > preocupou em se graduar, para excercer a profissão de forma que > possa > > garantir a qualidade e segurança no serviço prestado. > > Ok, mas este caso também existe em arquitetura, em engenharia. Também > se pega um estagiário e coloca o bicho para fazer as coisas, só que no > final, tem lá um bambambam para rever e assinar o projeto. Isso não > está acontecendo em TI pois não há a obrigatoriedade de ter um > bambambam formado para assinar embaixo do que o estagiário fez. Então, > o que temos, é um monte de estagiário com "Administrador de Redes > (estágio)", "Analista de Sistemas (estágio)" no currículo. Com um > mínimo de regulamentação, consegue-se que esse estagiário esteja sob a > supervisão de alguém com, em tese, maior conhecimento e que realmente > vai dar orientação ao estagiário. Quem ganha com isso é a empresa e o > estagiário. > > > Atualmente as empresas sérias, preocupam-se em contratar pessoas > > qualificadas para exercer a profissão, mas isso não as impedem de > por > > questão de custos usarem os tais "estagiários" para isso. Acredito > que isso > > venha a contribuir para profissionalização da área de informática e > ao meu > > ver é muito bem vinda. > > Vide acima: se tem alguém para ser obrigado a assinar embaixo do que o > estagiário faz, nem é tanto problema ter um estagiário. O problema é > ter zilhões de estagiários, e ter apenas estagiários. Como não existe > obrigatoriedade, o que acontece? Empresas que só tem estagiários. > ------------------------- > Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ > Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd
smime.p7s
Description: S/MIME cryptographic signature
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