2009/12/1 Nenhum_de_Nos <[email protected]>: > On Tue, December 1, 2009 16:28, Welkson Renny de Medeiros wrote: >> Danilo Egea escreveu: >>> Entra modo sigle, e naquela tela de "pau" digita: ufs:/dev/<disco>s1a >>> (como no proprio exemplo da tela) que ele vai montar e entrar, depois vc >>> monta o resto e arruma o fstab >> >> Já tive situações parecidas em máquinas comuns, foi tranquilo acessar em >> single user, fazer acertos em arquivos de configuração, etc... mas em >> máquinas virtualizadas tá complicado... ele não encontra o ponto de >> montagem... quando informo o "?" não aparece nada. > > se não aparece nada acho que o problema é outro. > > eu sou meio receioso com virtualização por isso. tirar o hd e levar para > outra máquina é sempre possível quando na vera ... > > podes tentar isso e não perder tudo ... já tentou ? > > matheus
Parece gritante nossa diferença de visão sobre o assunto, pois onde você vê uma desvantagem ou dificuldade extra nas máquinas virtuais eu vejo uma gigantesca vantagem no quesito "praticidade de manipulação". Por ser um simples arquivo, as vezes inconveniente pelo seu tamanho, eu tenho a liberdade de copiá-lo pra onde quiser e testar, mecher, modificar de inúmeras formas, sem sequer precisar abrir um computador, ou estar perto dele, tudo remotamente. Inclusive para testar coisas, quando tiver alguma dúvida em relação ao resultado do procedimento, posso fazer um snapshot, testar/zoar/estragar a vontade, e se por fim não der certo o procedimento, voltar para o estado inicial, do momento da criação do snap. Tirar o HD e levar pra outra máquina? Que tal adicionar um "novo HD" em outra maquina virtual e apenas apontar para o VMDK que vc quer mitigar? E ainda criar um SNAPSHOT antes de mecher nele, se você detonar com o HD é só voltar. E se eu quiser testar uma mega-atualizacao de versao no meu servidor XYZ que está em produção? Simples: faço uma clonagem da VM (basicamente é apenas uma copia da pasta) e levanto esse clone como um ambiente de testes, faço todo o procedimento de atualização/testo/confiro/refaço até que fique perfeito, e então posso fazer isso no servidor oficial de produção, ou então para diminuir o downtime, simplesmente inverto a VM de produção pela VM de testes, apenas atualizando os dados que ela manipula. Enfim, resumindo minha verborragia virtual, quero dizer que na minha opnião as máquinas virtuais trazem tantos benefícios a sua administração e gerenciamento, que sua perda de performance em relação ao hardware nativo torna-se irrelevante para a grande maioria dos casos onde pode ser aplicada. Hoje em dia eu não vejo desvantagem alguma em utilizar virtualização em ambientes de T.I. de qualquer empresa que possua pelo menos uns 3 servidores. O único caso em que continuo usando preferencialmente máquina física é no gateway/firewall da rede. Gosto de ver aquele Pentium2 de 500MHz que todo mundo chinga e diz que vai jogar no lixo virando um baita de um router :) -- []s Nilson ------------------------- Histórico: http://www.fug.com.br/historico/html/freebsd/ Sair da lista: https://www.fug.com.br/mailman/listinfo/freebsd

