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Rapaz,
Impressionante!
E eu que estava a pensar que voc� n�o usava letra
capital no �nicio das frases por um problema com a tecla SHIFT.
Um abra�o,
ermindo
----- Original Message -----
Sent: Thursday, March 10, 2005 5:51
PM
Subject: Re: [gl-L] O SAPO DE
EINSTEIN
Caro Ermindo
este � o ponto ! SOCORRO, SOS,
HELP...signos universais que n�o se aplicariam a "tradu��o", a Maria entendeu
muito bem, falou em semiologia, � disto que se trata
0000111011000111001110000, ser� t�o tradut�vel quanto mais eu tiver em m�os o
C�DIGO que os leia, a lingua nos engana e nos revela, n�o o percebemos
por que usamos uma espada ninja como se fosse uma enxada cega.
Borges,
"et pour cause" , via ISSO no escuro e no clar�o.
N�o se preocupe
, s�o s� filigranas de um desocupado , por esta M...de gripe. numa quinta
feira � toa , acho que no segundo mail que envieim se esclarece um pouco,
desculpe "cifrar" a linguagem :
a lingua materna � a lingua que os
"bebes" entendem, em geral � uma onomatop�ia do idioma dos pais e bab�s
etc...gugu, dad�, binito, thutchuka, etc...� onde no cerebro, no sistema
limbico, hipocampo etc...se "configura" a base neuroquimica,
corporal expressiva, de decodifica��o de c�digos tais como cara feia, sorriso,
biquinho etc...palmas, vaias, que realizam-se em sistemas altamente complexos
e complexific�veis at� o infinito ou parar, no Alzheimer p. ex.
sobre esta cogni��o afetiva se realizar� todo o aprendizado de
matem�tica, das abstra��es, das linguas e do
sexo.
ufa!!!!
ab�s
marco a
Ermindo J�nior
escreveu:
Socorro!
Algu�m me traduza, r�pido!
ermindo
-----
Original Message -----
Sent:
Thursday, March 10, 2005 4:38 PM
Subject:
Re: [gl-L] O SAPO DE EINSTEIN
Cara Maria, Freud n�o sei, eu posso tentar, a lingua
madrasta, aquela diferente da qual vc aprendeu a sentir ( complica-se em
pais ou alfabetiza��o bi-lingues ou mais ) isto � a lingua materna, que
constitui os "significantes mestres" , matrizes linguisticas das opera��es
cognitivo - afetivas primordiais, incluindo os gugu -dada
principalmente, nos protegem desta verdade : somos todos personagens de
nosso pr�prio enredo, representa��es de n�s mesmos, as linguas
outras desnudam isto mais facilmente e nos deixam com esta sensa��o de
"falsidade", sensa��o verdadeira.
O que "realmente " queremos �
antes de mais nada sermos reconhecidos como n�s mesmos, como isto se daria
se impostamos um idioma para requisi��o primitiva e prim�ria ? Hot
dog em ingl�s para ingl�s ouvir, n�o � o mesmo rotidogui, nem
sugar is shugarr, s� se seu " falso-self" tiver
incorporado/aculturado ( Ripley�s syndrome ) um Eu estranho,
neste caso a solu��o chineza que vimos aqui , certamente aplicada a
traficantes , l� o juizo e a pena s�o sum�rias, nos faz pensar em manter a
cabe�a no lugar ... ou n�o, como diria Gil, nosso ministro
extravagante.
ab�s
marco a
Maria Cristina Milani
escreveu:
O mais engra�ado � que, depois de alguns
meses, eu come�o a sentir que estou representando um personagem. Ser�
que Freud
explica?
---
N�o
leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
Coment�rios:
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N�o leve nada pro lado pessoal. Apenas divirta-se.
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