Em 18 de agosto de 2010 18:40, Evandro Varonil <[email protected]> escreveu: > Ninguém é especialista em "tudo", aliás por > isso chama E-S-P-E-C-I-A-L-I-S-T-A. (risos)
Em 18 de agosto de 2010 18:55, Gustavo Santos <[email protected]> escreveu: > Será? Acho que nem em SP se paga 15k para este... ser programador, > desenvolver em perl, c++ ) Além de ser CCIE. Em 18 de agosto de 2010 19:03, Bruno L F Cabral <[email protected]> escreveu: > 2-3 mil você só arruma nivel médio, mesmo que com prática, não > vai ser um especialista muito menos formado... > ...óbvio que o dono vai querer ser capitalista e explorar o máximo > possivel do funcionário. E este se for muito apertado pode > simplesmente sair na primeira oportunidade (ou para ganhar mais) Em 18 de agosto de 2010 21:22, Giovane Heleno <[email protected]> escreveu: > Eu que ganho pouco (em relação ao que estão citando) ou estou de certa > forma, desqualificado ainda? > Pois posso não ser ninja, mas pelo menos a fantasia preta eu tenho... > e é bonita... kkk Em 18 de agosto de 2010 23:42, Paulo Henrique <[email protected]> escreveu: > Estou de acordo com o Bruno, exigir, exige bastante possibilitar que um > profissional desse tenha o que quer já é outro assunto e normalmente fica > sempre para a final da sessão, ( quando o profissional pede demissão vem com > história de pagar curso ou remunerar de acordo com o mercado). > > Fui por 8 meses o unico administrador de uma rede com 9 POPs trabalhando com > enlaces em MKT e UBNT além de servidores ( 6 servidores FreeBSD, 2 OpenBSD > mais dois MKTs e 1 Slackware ) e quase não conseguia ter tempo para vida > pessoal, quanto a sacrificar um monte de coisas por trabalho eu > particularmente não ligo, agora um leigo colocar o bedelho no meio querendo > ditar regras com base no o profissional de amanhã será mais caro, acabou > sendo o problema que me fez pedir demissão. Quando eu era programador (já no estágio de programar em qualquer linguagem para qualquer processador/dispositivo eletrônico que eu projetava) já sentia a figura do especialista desaparecendo. Depois de ingressar no campo da Física/Cosmologia e questionar alguns paradigmas de diversas áreas do saber humano com foco em Epistemologia já havia abandonado o campo do específico sem perceber. Foi quando finalmente, durante um papo com o gato de Schrödinger (o lado morto), passei a me dedicar mais ao Domingos com o foco em redes de computadores. Portanto, conhecimento nunca é demais, especialista nada mais é do que dedicação integral e Juniper é apenas mais um dispositivo de rede que, por acaso, ninguém me deixou brincar ainda. Faço minhas as palavras do egberto: "Quem realmente trabalha não ganha dinheiro." Embora vivemos numa época capitalista em geral, dinheiro terminantemente não é minha principal motivação. 15k é muito para um profissional da área de telecom empiricamente competente? Convenhamos que conhecimento sem aplicação não tem valor de mercado, senão, que valor teria o inexperiente especialista recém formado? Ao meu ver, é o papel que a pessoa desempenha (seja na corporação, na equipe ou sozinho) ao realizar um negócio que determina o quanto ela merece. Se a função de determinada(s) pessoa(s) movimenta os seus 10 miliões no balanço anual, pq não pagar a micharia de 0,1% pra ela(s) continuar(em) (ou melhorar ainda mais) essa movimentação? Felizmente, isso só é assim por que as grandes massas estão à procura de "emprego" e não de trabalho. Emprego por emprego a pessoa já morreu e ainda não sabe... e a aparência é a primeira coisa que estes últimos vão dar valor. De qualquer maneira, fazem só 20 anos que trabalho para o mesmo empregador. []s Ozelo _______________________________________________ GT-AS mailing list [email protected] http://lists.abranet.org.br/mailman/listinfo/gt-as
