Alguns esclarecimentos: 1. o RIS não tem como determinar através dos dados que manipula se há ou não relação comercial no peering (trânsito), isso explica a dúvida do autor inicial da thread.
2. o RIS solicita que você aceite alguns prefixos deles no peering (beacons), para quem gosta de IRR tem até um route-set para ser utilizado no filtro (façam a lição de casa). Vale lembrar que no peering com RIS, Route Views, PCH, etc, não há troca efetiva de tráfego (como há no ATM do PTT), os objetivos são bem distintos. 3. me parece que o BGPmon não remove o primeiro hop no AS_PATH do que manipula, então os participantes do peering com o RIS acabam eventualmente aparecendo como upstream de diversos ASes (também a dúvida inicial do autor da thread). A interface HTTP do RIS (e a ferramenta que mantenho também, com upgrade contendo novas funcionalidades programado para os próximos dias) removem o primeiro hop justamente para evitar este tipo de confusão. Já entrei em contato com o Andree (BGPmon) para ele verificar e eventualmente, se convier, corrigir este comportamento (que não está errado, apenas mal interpretado por alguns). 4. alguns participantes que alimentam o RRC15 não enviam tabelas completas, é importante que sejam enviadas tabelas completas para o RIS (vale também para o Route Views). PCH já tem uma política diferente, eles gostam de prefixos anunciados apenas em IXP's (não solicitam tabelas completas). 5. Cymru já deveria ter um no-export implícito no setup. Se estão esquecendo disso no RouterOS é bom verificar. 6. também é muito importante alimentar LG's como os do projeto PTTMetro com tabelas completas. 7. ninguém faz peering com o BGPmon. 8. o pessoal lá de fora (RIPE/RIS, Route Views, PCH, BGPmon, Merit, etc) é bem receptivo, se alguém está com dificuldades para interagir com eles com certeza está utilizando os canais errados ou fazendo as perguntas erradas. -- Herbert _______________________________________________ GT-AS mailing list [email protected] http://lists.abranet.org.br/mailman/listinfo/gt-as
