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Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: Leon <[EMAIL PROTECTED]>
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Parab�ns � Revista. Leon.

At 16:45 15/06/99 -0300, you wrote:
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>Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!)
>Mensagem enviada por: Guilherme Jose Purvin de Figueiredo
<[EMAIL PROTECTED]>
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>Prezados colegas:
>Transcrevo not�cia do site do STJ onde � registrada important�ssima vit�ria
>para todos os que lutam pela cidadania plena da pessoa portadora de
>defici�ncia. O voto do Ministro Jos� Delgado faz refer�ncia expressa aos
>artigos publicados em nossa Revista Advocacia P�blica e Sociedade n.1 - Os
>Direitos da Pessoa Portadora de Defici�ncia - de autoria do diretor C�sar
>Antonio Alves Cordaro e da colega Adriana de Almeida Prado.
>Recebam os meus cumprimentos os amigos C�sar Cordaro e Adriana de Almeida
>Prado.
>Guilherme Purvin - PGE/SP 
>
>
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>
>Not�cias do Superior Tribunal de Justi�a
>
>14/06/99 17:45:40 - Deputada deficiente ganha direito de acesso � Tribuna 
>
>            A deputada estadual de S�o Paulo, C�lia Camargo Le�o Edelmuth,
>conseguiu no Superior Tribunal de Justi�a modificar a estrutura
>arquitet�nica da Assembl�ia Legislativa paulista para ter acesso � tribuna
>parlamentar. Deficiente f�sica, C�lia Camargo ingressou com um processo
>contra o Presidente da Assembl�ia Legislativa para poder discursar nas
>mesmas condi��es que os outros parlamentares.
>            Eleita para o mandato legislativo de 1991-1994, sendo reeleita
>para as legislaturas de 1994-1998 e 1998-2002, C�lia solicitou diversas
>vezes a adapta��o da Tribuna. Como � portadora de defici�ncia em seus
>membros inferiores, sua cadeira de rodas n�o consegue passar por uma
>estreita passagem que d� acesso ao plen�rio. Isto sem contar as escadas que
>a deputada tem de enfrentar.
>            Um estudo feito pela Assembl�ia Legislativa sinalizava a
>dificuldade de fazer as modifica��es necess�rias. O Tribunal de Justi�a de
>S�o Paulo aceitou a justificativa do Presidente da Assembl�ia, que
>argumentava que a lei assegura somente o acesso a logradouros e edif�cios
>p�blicos e n�o a uma parte espec�fica deles.
>            O representante do Minist�rio P�blico, procurador Washington
>Epaminondas emitiu parecer no qual questionava se seria justo submeter um
>deficiente f�sico � situa��o de ter de ser carregado para ter acesso aos
>locais p�blicos. A melhor solu��o, para o procurador, seria estender a
>aplica��o da lei e dar plenas garantias para o deficiente exercer seus
>direitos. 
>            O ministro Jos� Delgado, relator do processo no STJ, enunciou
>nove motivos que garantem a C�lia o direito de acesso � Tribuna. Para ele,
>n�o � suficiente que a deputada discurse do local onde se encontra, quando
>ela tem os mesmos direitos dos outros parlamentares. 
>            O ministro cita o trabalho de C�sar Ant�nio Alves de Cordaro,
>intitulado �Adequa��o das Edifica��es � Pessoa Portadora de Defici�ncia no
>Munic�pio de S�o Paulo� e um artigo da arquiteta urban�stica Adriana
>Romeiro de Almeida Prado, chamado �De Barreiras Arquitet�nicas ao Desenho
>Universal�, em que acentua o cuidado que as novas edifica��es t�m que ter
>com os deficientes f�sicos, crian�as e idosos. O ministro Delgado enumerou
>ainda diversas leis que garantem o direito pleno do deficiente f�sico.
>            A Primeira Turma, por unanimidade, firmou que o deficiente tem
>acesso n�o s� a edif�cios e logradouros p�blicos, mas a parte espec�fica
>deles. �Deve-se abandonar a id�ia de desenhar e projetar obras para homens
>perfeitos�, acentuou Delgado. �A nossa sociedade � plural�. Segundo a
>Organiza��o Mundial de Sa�de, os deficientes f�sicos comp�em 10% da
>popula��o mundial. 
>
>
>                                        Processo:  RMS9613 
>
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>                                           Outras Not�cias
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>                                    Esta p�gina foi visitada 202 vezes
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>                                      E-mail: [EMAIL PROTECTED]
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Leon Frejda Szklarowsky 
advogado jornalista escritor juiz arbitral
SQS 109 Bloco D apart. 105
70372 040    Bras�lia    DF
Fones 061 4432012 9812933  Fax 4432011
www.geocities.com/Athens/9100 
e-mails:[EMAIL PROTECTED]  [EMAIL PROTECTED]

*A vida �  o bem mais  precioso  do ser  humano, mas a vida sem liberdade
n�o tem qualquer significado, nem dignidade. A liberdade, por�m, n�o se
confunde com a licenciosidade


*Para os seres humanos do novo mil�nio, o tempo e o  espa�o  s�o conceitos
inexistentes e totalmente superados na era da cibern�tica.  A fraternidade
entre os homens est� na raz�o direta da comunica��o.


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