----------------------------------------------- Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!) Mensagem enviada por: "Humberto Adami Santos Junior" <[EMAIL PROTECTED]> ---------------------------------------------- Prezada Cristiane Sua mensagem me d� a certeza da import�ncia do debate sobre os direitos dos portadores de defici�ncia f�sica, como mais uma comunidade discriminada que �. Na verdade ao responder a pergunta feita anteriormente, a d�vida aumentou. Pois, se temos legisla��o e princ�pios constitucionais protegendo tais direitos; atribui��es espec�ficas e poderes expressos para institui��es poderosas como o Minist�rio P�blico( a��o civil p�blica, por exemplo); porque tais direitos permacem ignorados mesmo ap�s todo este processo? Seria a falta de organiza��o dessas popula��es discriminadas em ongs? Seria a falta de condena��o em honor�rios de sucumb�ncia em a��es dessa natureza/? H� poucos dias, na lista de direito ambiental discutiu-se fervorosamente sobre a condena��o de uma promotoria, por ter tido a a��o julgada improcedente. Conversando com amigos, ap�s, surgiu a id�ia: seria o caso de estabelecer a condena��o de honor�rios advocat�cios para essas a��es onde os direitos coletivos tenham sido afrontados, tornando tais demandas mais atrativa aos advogados privados? Soube que a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, em especial dos direitos da popula��o negra, ganhou grande grande empuxo quando foi adotada tal provid�ncia , inclusive para a��es civis p�blicas. Ou seria interessante postular, judicialmente, que administradores p�blicos que n�o tivessem tal cuidado, ficassem impedidos de registrar candidaturas a cargos majorit�rios/eleitorais? Tive contato com alguns colegas ap�s a mensagem do Dalfovo. N�o sei se h� lista espec�fica para tal assunto, mas um semin�rio estar� sendo realizado aqui no Rio, dias 12 e 13 de agosto. Acaso voce indicaria um site que possu�sse a rela��o de institui��es dedicadas ao tema? humberto adami [EMAIL PROTECTED] -----Mensagem original----- De: Cristiane Rozicki <[EMAIL PROTECTED]> Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; amigos-juristas <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; - [EMAIL PROTECTED] <- [EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; - [EMAIL PROTECTED] <- [EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]> Data: S�bado, 7 de Agosto de 1999 02:05 Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer >Prezados, todos que receber�o esta mensagem, >e caro Humberto Adami Santos J�nior > >Li o questionamento final de sua mensagem, e n�o pude me conter... >Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me aprofundo, n�o � preciso, e que dizem respeito aos >princ�pios fundamentais da Constitui��o da Rep�blica Brasileira, � rea��o inconsciente de uma na��o que percebe as >car�ncias humanas como banalidades "normais" e aos valores humanos que t�m sido desprezados, como o da solidariedade, >com a evolu��o da barb�rie, provocada, sem qualquer reserva, pela hegemonia do capital. > >" A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os direitos dessas pessoas discriminadas sejam >devidamente respeitados?" Humberto Adami > >Eu tenho tentado entender isso at� hoje...H� bastante tempo, desde o segundo semestre de 90, para dizer a verdade. >A obrigatoriedade de o Brasil tornar-se "civilizado" e n�o-discriminativo, diante de todo o tipo de defici�ncia, � >determina��o que est� marcada na Constitui��o da Rep�blica, precisamente o � 2o do art. 227, que diz: > >"A lei dispor� sobre normas de constru��o dos logradouros e dos edif�cios de uso p�blico e de fabrica��o de ve�culos de >transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de defici�ncia". > >E art. 244: >"A lei dispor� sobre a adapta��o dos logradouros, dos edif�cios de uso p�blico e de transporte coletivo .... a fim de >garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de defici�ncia, conforme o disposto no art. 227, � 2o". > >E, ainda, observando como o objetivo de assegurar a integra��o, de todos os deficientes, ao conv�vio social, est� >manifesto nos fundamentos de constitui��o �no sentido de cria��o ou de persist�ncia- do Estado brasileiro, podemos >associar, sistematicamente, > >--o pre�mbulo da CF/88, que anuncia a institui��o de um Estado democr�tico, "...destinado a assegurar o exerc�cio dos >direitos sociais e individuais...a igualdade e a justi�a como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e >sem preconceitos..."; > >--o art. 1o da Lei Suprema, "A Rep�blica Federativa do Brasil...constitui-se em Estado Democr�tico de Direito e tem >como fundamentos: II-a cidadania; III-a dignidade da pessoa humana"; > >--o inc. IV do art. 3o: >"promover o bem de todos, sem preconceito...e quaisquer outras formas de discrimina��o". > >A capacidade de legislar sobre este tema � concorrente, da Uni�o, dos Estados e dos Munic�pios. Quer dizer, inexistindo >lei federal sobre o assunto, o Estado-membro e/ou o Munic�pio, podem legislar. Se, depois da cria��o da norma aplic�vel >ao �mbito estadual ou municipal, advier legisla��o federal, aquelas, de �mbito de aplica��o inferior ao da Uni�o, ser�o >mantidas e dever�o apresentar como princ�pios, aqueles que vierem a fundamentar a lei federal (dever�o adequar seus >princ�pios aos termos da lei de �mbito de aplica��o maior). > >O que tem acontecido no pa�s, desde a promulga��o da CF/88, � a cria��o de leis estatuais (mais raras, no entanto, se >comparadas �s iniciativas municipais) e municipais. > >Mas por que ser� que n�o podemos ver, ainda, a plena efic�cia e efici�ncia destas leis estaduais e municipais? > >Eu penso que s�o tantos os fatores, que talvez n�o os tenha conseguido identificar por completo... > >Cultura, � um deles. Sempre foi mais simples, e c�modo, deixar os diferentes, ignorar o "aparentemente" incapazes >-frisando: inclusive alguns graus de defici�ncia mental permitem o trabalho, mostrando o engano a que o preconceito e a >ignor�ncia (por falta de informa��o e de divulga��o) podem levar-. > >Contudo, n�o tem sido s� uma proposta c�moda...que admite a realidade em que vivemos, como "normal". >Esta conviv�ncia cotidiana, com a falta de acesso aos direitos fundamentais, levou � banaliza��o das duras e absurdas >realidades nacionais. Mas os problemas ainda alcan�am ra�zes bem mais profundas, as quais est�o relacionadas �s >conting�ncias nacionais, e que est�o relacionadas, por conseguinte, � proposta de vida do autoritarismo do capital, >que condiciona o mundo a uma vis�o m�ope, unicamente de valores econ�micos. > >Da� que, pode-se perceber, nitidamente, a banaliza��o das inadequa��es da nossa estrutura de vida, do condicionamento >que nos acompanha, no que tange aos valores humanos de vida, os quais s�o desprezados, e, por fim, faz-nos deixar de >lembrar dos deveres humanos. > >Faz-nos, ademais, esquecer que a garantia de acesso a muitos direitos, tais como educa��o, por exemplo, e integra��o do >deficiente e do idoso ao conv�vio social, bem como aqueles relacionados � crian�a e ao adolescente, s�o obriga��es que >t�m, como destinat�rio, a generalidade dos cidad�os. E, sendo assim, consequentemente, tais direitos preceituam >obriga��es onde a sociedade, ao lado do Estado, � a pessoa que participa da efetiva��o plena daqueles. > >Eu sou, cidad�, brasileira, que comp�e, junto com quase um ter�o da popula��o nacional �quantos 150 milh�es de >habitantes j� somamos?- (um ter�o corresponde ao suficiente n�mero de eleitores �prestem aten��o nisto aqueles que >pretendem ascens�o pol�tica- para p�r na presid�ncia da Rep�blica, legitimamente, um candidato surpresa (ora, os votos >s�o diretos, e t�m respondido satisfatoriamente � intensidade das car�ncias dos brasileiros, necessidades prementes de >educa��o, moradia, sa�de, trabalho digno e valorizado, remunerado de modo a permitir uma vida digna �um dos valores >fundamentais do Estado democr�tico de direito brasileiro, como j� foi apontado-), eu sou uma deficiente. > >S�o as palavras de quem tenta racionalizar o problema, um drama que n�o est� divorciado de outros tantos e que, >envolvido no ambiente da inseguran�a e da perda dos mais belos princ�pios de conviv�ncia humana, � absorvido por uma >luta, a luta pela sobreviv�ncia de um povo marginalizado e sofrido. > >Abra�os a todos >Cristiane Rozicki >Florian�polis, 05 de agosto de 1999 � 07:12 > > >---------- >| De: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]> >| Para: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> >| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben ><[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; >[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas ><[EMAIL PROTECTED]> >| Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer >| Data: Quarta-feira, 21 de Julho de 1999 21:47 >| >| Prezado Dalfovo >| O tema dos direitos dos portadores de defici�ncia f�sica, visto sob o �ngulo >| de pessoas integrantes de uma minoria discriminada, deve ser amplamante >| debatido. >| Semana passada pude verificar que a ag�ncia do Banerj aqui no Rio, na Rua >| Senador Dantas, providenciou uma passarela para o ingresso de cadeiras de >| rodas na ag�ncia. Pelo que sei isto � lei, pelo menos aqui no Rio. Uma lei >| do Carlos Minc. >| >| A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os direitos >| dessas pessoas discriminadas sejam devidamente respeitados? >| >| Humberto Adami >| [EMAIL PROTECTED] >| -----Mensagem original----- >| De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> >| Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]> >| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva >| <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>; >| guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] >| <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; >| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; >| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]> >| Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 08:11 >| Assunto: Re: Ajudar a Vencer >| >| >| >Ol� >| > >| >Humberto Adami Santos Junior wrote: >| > >| >> Prezado Mrizer >| >> N�o sei. >| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP, que � >| o >| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o l� >| >> prossiga... >| > >| >Gostaria de comtribuir com minha experiencia profissional, nao sou o expert >| no >| >assunto, porem venho observando aqui na regiao de Blumenau - SC, algumas >| >empresas no setor Textil veem contratando deficiente fisico e mental e apos >| um >| >periodo de 10 anos de trabalho eles se aposentam. >| > >| >Tenho um exemplo de um garoto com Sindrome de Down trabalhou por dez anos >| nesta >| >empresa ao qual eu era funcionario, e apos o periodo de 10 anos ele teve >| sua >| >aposentadoria integral. >| > >| >Tambem recentemente foi feito um trabalho para arrecadar fundos para APAE >| na >| >regiao, onde as pessoas autorizavam o debito em conta para auxiliar na >| >recuperacao desta entidade. >| > >| >Tambem acredito que estamos muito longe de sermos cidadao e aceitarmos as >| >pessoas, fisicas ou principalmente mental, como um ser normal na sociedade. >| >Mesmo assim, la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida >| conforme >| >texto enviado a voce "...>>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os >| outros a >| >vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso >>>> >| >", >| >espero que um dia nos nos concientizamos e comecamos a aceitar esta >| realidade >| >que esta na nossa frente e nao queremos aceitar. >| > >| >So lembrando, nao podemos esquecer que alem dos deficientes fisicos e >| mentais >| >tem tambem os desempregados e as pessoas de baixa renda (muitas pessoas >| passando >| >fome), realmente estamos longe de sermos cidadao !!. >| > >| >-- >| >Ate + >| > >| >Mens.: O caminho do sucesso estah na capacidade da >| > transformacao dos sonhos em realidades ! >| > >| >Um forte abraco. >| >----------------------------------------------------------------- >| >Prof.Oscar Dalfovo,MAN >| >----------------------------------------------------------------- >| >FURB - Universidade Regional de Blumenau >| >Departamento de Sistemas e Computacao >| >Antonio da Veiga, 140. Cx. Postal 1507 >| >Blumenau, SC, Brasil. CEP: 89010-971 >| >Tel:(047)321-0278 Fax:(047)322-8818 Cel:(047)982-1890 >| >http://www.inf.furb.rct-sc.br/~dalfovo >| >mailto: [EMAIL PROTECTED] >| >mailto: [EMAIL PROTECTED] >| >----------------------------------------------------------------- >| > >| > >| >Humberto Adami Santos Junior wrote: >| > >| >> Prezado Mrizer >| >> N�o sei. >| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP, que � >| o >| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o l� >| >> prossiga. >| >> Como � uma lista fechada, estou repassando-a, tamb�m, ao Dr Guilherme >| >> Purvin, seu moderador, que com certeza ter� interesse em alimentar o >| debate >| >> no local mais apropriado. >| >> >| >> O que posso dizer, com certeza, � que no n�cleo contra a discrimina��o no >| >> Minist�rio do Trabalho/RJ havia uma representante do MPT, que afirmou que >| >> fosse exigido a cota dos deficientes f�sicos, de uma hora para outra, as >| >> empresas poderiam obter junto ao governo federal uma medida provis�ria >| para >| >> suspender a aplica��o do dispositivo da cota. >| >> Pessoalmente, n�o acho que isto seja impecilho, como tamb�m, n�o acredito >| >> que esta seja a posi��o do MPT. >| >> Talvez essa quest�o encontre na in�rcia da sociedade em exigir respeito >| aos >| >> direitos das minorias discriminadas sua resposta. Mas o que para alguns � >| >> facultativo, para outros � obrigat�rio. Enquanto h� lei, n�o posso >| encontrar >| >> respostas para a sua pergunta. Sugiro que contate associa��es de >| portadores >| >> de defici�ncia f�sica na sua �rea de atua��o para que representem junto >| ao >| >> MPT. � o que estou fazendo. >| >> Tomara que esta discuss�o auxilie na solu��o do assunto. >| >> Um abra�o >| >> humberto adami >| >> [EMAIL PROTECTED] >| >> -----Mensagem original----- >| >> De: MRizer <[EMAIL PROTECTED]> >| >> Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]> >| >> Cc: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]> >| >> Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 02:27 >| >> Assunto: Re: Ajudar a Vencer >| >> >| >> > >| >> > >| >> > >| >> > >| >> >POR QUE OS PROCURADORES DO TRABALHO nao fazem nada quanto � fiscaliza��o >| e >| >> >cumprimento do preceito legal que estabele�e percentual de deficientes >| em >| >> >concursos p�blicos???????? >| >> > >| >> >JA VI, cenas lastim�veis de deficientes, tendo que entrar com MS pra >| >> >garantir a vaga, al�m de que tinham obtido a nota estabelecida em lei >| para >| >> >o ingresso. >| >> > >| >> > >| >> > >| >> > >| >> > >| >> >At 12:02 20/07/99 -0300, you wrote: >| >> >>Prezada Rosa Fernanda >| >> >>Sua observa��o � correta no tocante � discrimina��o dos deficientes >| >> f�sicos. >| >> >>Possuem at� uma cota definida no quadro de empregos das empresas que >| n�o >| >> >>� observado, sem que o minist�rio p�blico do trabalho, at� onde se tem >| >> >>not�cia, adote as provid�ncias legalmente cab�veis, ou seja, o simples >| >> >>cumprimento da lei. >| >> >> >| >> >>Recentemente, a Minist�rio do Trabalho/RJ criou um n�cleo de combate a >| >> >>v�rios tipos de discrimina��o. >| >> >> >| >> >>O IBAP possui excelente obra sobre o assunto, Direitos dos Portadores >| de >| >> >>Defici�ncia F�sica. >| >> >>Humberto Adami >| >> >>[EMAIL PROTECTED] >| >> >>-----Mensagem original----- >| >> >>De: Rosa Fernanda <[EMAIL PROTECTED]> >| >> >>Para: adami <[EMAIL PROTECTED]>; Vladimir Passos de Freitas >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; vanusa urta agrelli >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; sergio martins <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; paulo roberto pereira de sousa >| >> <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> >>moises <[EMAIL PROTECTED]>; marcio chaer <[EMAIL PROTECTED]>; Maisa >| >> >>Ribeiro <[EMAIL PROTECTED]>; Lista Jusfilosofia BHNET >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista DIREITO-L >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista Direito Onix <[EMAIL PROTECTED]>; >| Lista >| >> >>Direito Alunos P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de >| Direito >| >> >>P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito Livre AMB >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito ISM >| <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> >>Lista de Direito El�gica <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito - >| >> Summer >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> lamachia >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; joaquim <[EMAIL PROTECTED]>; >| INAGE >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; hugo >| studart >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; enea de stultz e almeida <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; david zee >| <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> >>Danilo Doneda <[EMAIL PROTECTED]>; ceap <[EMAIL PROTECTED]>; >| carlos >| >> >>jose de souza guimar�es <[EMAIL PROTECTED]>; assis <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> antonio >| >> >>fernando pinheiro pedro <[EMAIL PROTECTED]>; Ana Paula Fernandes >| Nogueira >| >> >>da Cruz <[EMAIL PROTECTED]>; AMB Livre <[EMAIL PROTECTED]>; >| >> adami >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] >| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Alex Miranda <[EMAIL PROTECTED]> >| >> >>Data: Domingo, 1 de Agosto de 1999 15:44 >| >> >>Assunto: [direito_da_cidade] Re: [SGA-L] Ajudar a Vencer >| >> >> >| >> >> >| >> >>>Muito bonita o texto que recebi de voc�s, mas infelizmente o mundo n�o >| � >| >> >>>assim. Se cada pessoa agisse como nessa linda est�ria, com certeza o >| >> Mundo >| >> >>>seria bem melhor... E a sociedade ainda discrimina os deficientes >| >> >>f�sicos... >| >> >>> >| >> >>>---------- >| >> >>>> >| >> >>>> >| >> >>>> humberto adami >| >> >>>> [EMAIL PROTECTED] >| >> >>>> -----Mensagem original----- >| >> >>>> De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]> >| >> >>>> Para: Empreendedor em Informatica <[EMAIL PROTECTED]>; SGA-L >| >> >>>> <[EMAIL PROTECTED]> >| >> >>>> Data: Sexta-feira, 30 de Julho de 1999 21:53 >| >> >>>> Assunto: [SGA-L] Ajudar a Vencer >| >> >>>> >| >> >>>> >| >> >>>> >A alguns anos atras, nas Olimpiadas Especiais de Seattle, nove >| >> >>>> >participantes, todos com deficiencia mental ou fisica, alinharam-se >| >> >>>> >para a largada da corrida dos 100 metros rasos. >| >> >>>> >Ao sinal, todos partiram, nao exatamente em disparada, mas com >| >> >>>> >vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar. Todos, >| >> >>>> >menos um garoto, que tropecou no asfalto, caiu rolando e comecou a >| >> >>>> >chorar. >| >> >>>> >Os outros oito ouviram o choro. Diminuiram o passo e olharam para >| >> tras. >| >> >>>> > Entao eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com >| >> >>>> >Sindrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse: >| "Pronto, >| >> >>>> >agora vai sarar". >| >> >>>> > E todos os nove competidores deram os bracos e andaram juntos ate >| a >| >> >>>> >linha de chegada. >| >> >>>> >O estadio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos. >| >> >>>> >E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo essa >| >> >>>> >historia >| >> >>>> >ate hoje. >| >> >>>> >Porque? >| >> >>>> >Por que, la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida >| >> >>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os outros a vencer, mesmo que >| >> isso >| >> >>>> >signifique diminuir o passo e mudar de curso. >| >> >>>> > >| >> >>>> > Um Abraco >| >> >>>> > Nei Jaison Faes >| >> >>>> > >| >> >>>> > >| >> >>>> > >| >> >>>> > >| >> >>>> > >| >> >>>> >| >> >>>> >| >> >>> >| >> >>> >| >> >>> >| >> >>> >| >> >>> >| >> >| >>>------------------------------------------------------------------------ >| >> >>>Click Here to apply for a NextCard Internet Visa and start earning >| >> >>>FREE travel in HALF the time with the NextCard Rew@rds Program. >| >> >>>http://clickhere.egroups.com/click/449 >| >> >>> >| >> >>> >| >> >>>eGroups.com p�gina principal: >| >> >>http://www.egroups.com/group/direito_da_cidade >| >> >>>http://www.egroups.com - Simplificando comunicaciones del grupo >| >> >>> >| >> >>> >| >> >>> >| >> >>> >| >> >> >| >> >> >| >> > >| > >| > >| > >| >-- >| >Ate + >| > >| >Mens.: O caminho do sucesso estah na capacidade da >| > transformacao dos sonhos em realidades ! >| > >| >Um forte abraco. >| >----------------------------------------------------------------- >| >Prof.Oscar Dalfovo,MAN >| >----------------------------------------------------------------- >| >FURB - Universidade Regional de Blumenau >| >Departamento de Sistemas e Computacao >| >Antonio da Veiga, 140. 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