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Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: "Humberto Adami Santos Junior" <[EMAIL PROTECTED]>
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Prezada Cristiane

Sua mensagem me d� a certeza da import�ncia do debate sobre os direitos dos
portadores de defici�ncia f�sica, como mais uma comunidade discriminada que
�.

Na verdade ao responder a pergunta feita anteriormente, a d�vida aumentou.
Pois, se temos legisla��o e princ�pios constitucionais protegendo tais
direitos; atribui��es espec�ficas  e poderes expressos para institui��es
poderosas como  o Minist�rio P�blico( a��o civil p�blica, por exemplo);
porque tais direitos permacem ignorados mesmo ap�s todo este processo?

Seria a falta de organiza��o dessas popula��es discriminadas em ongs? Seria
a falta de condena��o em honor�rios de sucumb�ncia em a��es dessa natureza/?

H� poucos dias, na lista de direito ambiental discutiu-se fervorosamente
sobre a condena��o de uma promotoria, por ter tido a a��o julgada
improcedente.

Conversando com amigos, ap�s, surgiu a id�ia: seria o caso de estabelecer a
condena��o de honor�rios advocat�cios para essas a��es onde os direitos
coletivos tenham sido afrontados, tornando tais demandas mais atrativa aos
advogados privados?

Soube que a luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, em especial dos
direitos da popula��o negra,  ganhou grande grande empuxo quando foi adotada
tal provid�ncia , inclusive para a��es civis p�blicas.

Ou seria interessante postular, judicialmente, que administradores p�blicos
que n�o tivessem  tal cuidado, ficassem impedidos de registrar candidaturas
a cargos majorit�rios/eleitorais?

Tive contato com alguns colegas ap�s a mensagem do Dalfovo.

N�o sei se h� lista espec�fica para tal assunto, mas um semin�rio estar�
sendo realizado aqui no Rio, dias 12 e 13 de agosto.

Acaso voce indicaria um site que possu�sse a  rela��o de institui��es
dedicadas ao tema?

humberto adami
[EMAIL PROTECTED]
-----Mensagem original-----
De: Cristiane Rozicki <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Oscar
Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
<[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>;
guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
amigos-juristas <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; - [EMAIL PROTECTED] <-
[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; - [EMAIL PROTECTED] <- [EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>
Data: S�bado, 7 de Agosto de 1999 02:05
Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer


>Prezados, todos que receber�o esta mensagem,
>e caro Humberto Adami Santos J�nior
>
>Li o questionamento final de sua mensagem, e n�o pude me conter...
>Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me aprofundo,
n�o � preciso, e que dizem respeito aos
>princ�pios fundamentais da Constitui��o da Rep�blica Brasileira, � rea��o
inconsciente de uma na��o que percebe as
>car�ncias humanas como banalidades "normais" e aos valores humanos que t�m
sido desprezados, como o da solidariedade,
>com a evolu��o da barb�rie, provocada, sem qualquer reserva, pela hegemonia
do capital.
>
>" A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os
direitos dessas pessoas discriminadas sejam
>devidamente respeitados?" Humberto Adami
>
>Eu tenho tentado entender isso at� hoje...H� bastante tempo, desde o
segundo semestre de 90, para dizer a verdade.
>A obrigatoriedade de o Brasil tornar-se "civilizado" e n�o-discriminativo,
diante de todo o tipo de defici�ncia, �
>determina��o que est� marcada na Constitui��o da Rep�blica, precisamente o
� 2o do art. 227, que diz:
>
>"A lei dispor� sobre normas de constru��o dos logradouros e dos edif�cios
de uso p�blico e de fabrica��o de ve�culos de
>transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado �s pessoas
portadoras de defici�ncia".
>
>E art. 244:
>"A lei dispor� sobre a adapta��o dos logradouros, dos edif�cios de uso
p�blico e de transporte coletivo .... a fim de
>garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de defici�ncia, conforme o
disposto no art. 227, � 2o".
>
>E, ainda, observando como o objetivo de assegurar a integra��o, de todos os
deficientes, ao conv�vio social, est�
>manifesto nos fundamentos de constitui��o �no sentido de cria��o ou de
persist�ncia- do Estado brasileiro, podemos
>associar, sistematicamente,
>
>--o pre�mbulo da CF/88, que anuncia a institui��o de um Estado democr�tico,
"...destinado a assegurar o exerc�cio dos
>direitos sociais e individuais...a igualdade e a justi�a como valores
supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e
>sem preconceitos...";
>
>--o art. 1o da Lei Suprema, "A Rep�blica Federativa do
Brasil...constitui-se em Estado Democr�tico de Direito e tem
>como fundamentos: II-a cidadania; III-a dignidade da pessoa humana";
>
>--o inc. IV do art. 3o:
>"promover o bem de todos, sem preconceito...e quaisquer outras formas de
discrimina��o".
>
>A capacidade de legislar sobre este tema � concorrente, da Uni�o, dos
Estados e dos Munic�pios. Quer dizer, inexistindo
>lei federal sobre o assunto, o Estado-membro e/ou o Munic�pio, podem
legislar. Se, depois da cria��o da norma aplic�vel
>ao �mbito estadual ou municipal, advier legisla��o federal, aquelas, de
�mbito de aplica��o inferior ao da Uni�o, ser�o
>mantidas e dever�o apresentar como princ�pios, aqueles que vierem a
fundamentar a lei federal (dever�o adequar  seus
>princ�pios aos termos da lei de �mbito de aplica��o maior).
>
>O que tem acontecido no pa�s, desde a promulga��o da CF/88, � a cria��o de
leis estatuais (mais raras, no entanto, se
>comparadas �s iniciativas municipais) e municipais.
>
>Mas por que ser� que n�o podemos ver, ainda, a plena efic�cia e efici�ncia
destas leis estaduais e municipais?
>
>Eu penso que s�o tantos os fatores, que talvez n�o os tenha conseguido
identificar por completo...
>
>Cultura, � um deles. Sempre foi mais simples, e c�modo, deixar os
diferentes, ignorar o "aparentemente" incapazes
>-frisando: inclusive alguns graus de defici�ncia mental permitem o
trabalho, mostrando o engano a que o preconceito e a
>ignor�ncia (por falta de informa��o e de divulga��o) podem levar-.
>
>Contudo, n�o tem sido s� uma proposta c�moda...que admite a realidade em
que vivemos, como "normal".
>Esta conviv�ncia cotidiana, com a falta de acesso aos direitos
fundamentais, levou � banaliza��o das duras e absurdas
>realidades nacionais. Mas os problemas ainda alcan�am ra�zes bem mais
profundas, as quais est�o relacionadas �s
>conting�ncias nacionais, e que est�o relacionadas, por conseguinte, �
proposta de  vida do autoritarismo do capital,
>que condiciona o mundo a uma vis�o m�ope, unicamente de valores econ�micos.
>
>Da� que, pode-se perceber, nitidamente, a banaliza��o das inadequa��es da
nossa estrutura de vida, do condicionamento
>que nos acompanha, no que tange aos valores humanos de vida, os quais s�o
desprezados, e, por fim, faz-nos deixar de
>lembrar dos deveres humanos.
>
>Faz-nos, ademais, esquecer que a garantia de acesso a muitos direitos, tais
como educa��o, por exemplo, e integra��o do
>deficiente e do idoso ao conv�vio social, bem como aqueles relacionados �
crian�a e ao adolescente, s�o obriga��es que
>t�m, como destinat�rio, a generalidade dos cidad�os. E, sendo assim,
consequentemente, tais direitos preceituam
>obriga��es onde a sociedade, ao lado do Estado, � a pessoa que participa da
efetiva��o plena daqueles.
>
>Eu sou, cidad�, brasileira, que comp�e, junto com quase um ter�o da
popula��o nacional �quantos 150 milh�es de
>habitantes j� somamos?- (um ter�o corresponde ao suficiente n�mero de
eleitores �prestem aten��o nisto aqueles que
>pretendem ascens�o pol�tica- para p�r na presid�ncia da Rep�blica,
legitimamente, um candidato surpresa (ora, os votos
>s�o diretos, e t�m respondido satisfatoriamente � intensidade das car�ncias
dos brasileiros, necessidades prementes de
>educa��o, moradia, sa�de, trabalho digno e valorizado, remunerado de modo a
permitir uma vida digna �um dos valores
>fundamentais do Estado democr�tico de direito brasileiro, como j� foi
apontado-), eu sou uma deficiente.
>
>S�o as palavras de quem tenta racionalizar o problema, um drama que n�o
est� divorciado de outros tantos e que,
>envolvido no ambiente da inseguran�a e da perda dos mais belos princ�pios
de conviv�ncia humana, � absorvido por uma
>luta, a luta pela sobreviv�ncia de um povo marginalizado e sofrido.
>
>Abra�os a todos
>Cristiane Rozicki
>Florian�polis, 05 de agosto de 1999 � 07:12
>
>
>----------
>| De: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
>| Para: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
>| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
<[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
><[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
>[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
[EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas
><[EMAIL PROTECTED]>
>| Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer
>| Data: Quarta-feira, 21 de Julho de 1999 21:47
>|
>| Prezado Dalfovo
>| O tema dos direitos dos portadores de defici�ncia f�sica, visto sob o
�ngulo
>| de pessoas integrantes de uma minoria discriminada, deve ser amplamante
>| debatido.
>| Semana passada pude verificar que a ag�ncia do Banerj aqui no Rio, na Rua
>| Senador Dantas, providenciou uma passarela para o ingresso de cadeiras de
>| rodas na ag�ncia. Pelo que sei isto � lei, pelo menos aqui no Rio. Uma
lei
>| do Carlos Minc.
>|
>| A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os
direitos
>| dessas pessoas discriminadas sejam devidamente respeitados?
>|
>| Humberto Adami
>| [EMAIL PROTECTED]
>| -----Mensagem original-----
>| De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
>| Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
>| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
>| <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>;
>| guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
>| <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
>| Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 08:11
>| Assunto: Re: Ajudar a Vencer
>|
>|
>| >Ol�
>| >
>| >Humberto Adami Santos Junior wrote:
>| >
>| >> Prezado Mrizer
>| >> N�o sei.
>| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP,  que
�
>| o
>| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o
l�
>| >> prossiga...
>| >
>| >Gostaria de comtribuir com minha experiencia profissional, nao sou o
expert
>| no
>| >assunto, porem venho observando aqui na regiao de Blumenau - SC, algumas
>| >empresas no setor Textil veem contratando deficiente fisico e mental e
apos
>| um
>| >periodo de 10 anos de trabalho eles se aposentam.
>| >
>| >Tenho um exemplo de um garoto com Sindrome de Down trabalhou por dez
anos
>| nesta
>| >empresa ao qual eu era funcionario, e apos o periodo de 10 anos ele teve
>| sua
>| >aposentadoria integral.
>| >
>| >Tambem recentemente foi feito um trabalho para arrecadar fundos para
APAE
>| na
>| >regiao, onde as pessoas autorizavam o debito em conta para auxiliar na
>| >recuperacao desta entidade.
>| >
>| >Tambem acredito que estamos muito longe de sermos cidadao e aceitarmos
as
>| >pessoas, fisicas ou principalmente mental, como um ser normal na
sociedade.
>| >Mesmo assim,  la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida
>| conforme
>| >texto enviado a voce "...>>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os
>| outros a
>| >vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso >>>>
>| >",
>| >espero que um dia nos nos concientizamos e comecamos a aceitar esta
>| realidade
>| >que esta na nossa frente e nao queremos aceitar.
>| >
>| >So lembrando, nao podemos esquecer que  alem dos deficientes fisicos e
>| mentais
>| >tem tambem os desempregados e as pessoas de baixa renda (muitas pessoas
>| passando
>| >fome), realmente estamos longe de sermos cidadao !!.
>| >
>| >--
>| >Ate +
>| >
>| >Mens.: O caminho do sucesso estah na capacidade da
>| > transformacao dos sonhos em realidades !
>| >
>| >Um forte abraco.
>| >-----------------------------------------------------------------
>| >Prof.Oscar Dalfovo,MAN
>| >-----------------------------------------------------------------
>| >FURB - Universidade Regional de Blumenau
>| >Departamento de Sistemas e Computacao
>| >Antonio da Veiga, 140.      Cx. Postal 1507
>| >Blumenau, SC, Brasil.       CEP: 89010-971
>| >Tel:(047)321-0278 Fax:(047)322-8818 Cel:(047)982-1890
>| >http://www.inf.furb.rct-sc.br/~dalfovo
>| >mailto: [EMAIL PROTECTED]
>| >mailto: [EMAIL PROTECTED]
>| >-----------------------------------------------------------------
>| >
>| >
>| >Humberto Adami Santos Junior wrote:
>| >
>| >> Prezado Mrizer
>| >> N�o sei.
>| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP,  que
�
>| o
>| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a discuss�o
l�
>| >> prossiga.
>| >> Como � uma lista fechada, estou repassando-a, tamb�m, ao Dr Guilherme
>| >> Purvin, seu moderador, que com certeza ter� interesse em alimentar o
>| debate
>| >> no local mais apropriado.
>| >>
>| >> O que posso dizer, com certeza, � que no n�cleo contra a discrimina��o
no
>| >> Minist�rio do Trabalho/RJ havia uma representante do MPT, que afirmou
que
>| >> fosse exigido a cota dos deficientes f�sicos, de uma hora para outra,
as
>| >> empresas poderiam obter junto ao governo federal uma medida provis�ria
>| para
>| >> suspender a aplica��o do dispositivo da cota.
>| >> Pessoalmente, n�o acho que isto seja impecilho, como tamb�m, n�o
acredito
>| >> que esta seja a posi��o do MPT.
>| >> Talvez essa quest�o encontre na in�rcia da sociedade em exigir
respeito
>| aos
>| >> direitos das minorias discriminadas sua resposta. Mas o que para
alguns �
>| >> facultativo, para outros � obrigat�rio. Enquanto h� lei, n�o posso
>| encontrar
>| >> respostas para a sua pergunta. Sugiro que contate associa��es de
>| portadores
>| >> de defici�ncia f�sica na sua �rea de atua��o para que representem
junto
>| ao
>| >> MPT. � o que estou fazendo.
>| >> Tomara que esta discuss�o auxilie na solu��o do assunto.
>| >> Um abra�o
>| >> humberto adami
>| >> [EMAIL PROTECTED]
>| >> -----Mensagem original-----
>| >> De: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>
>| >> Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
>| >> Cc: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
>| >> Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 02:27
>| >> Assunto: Re: Ajudar a Vencer
>| >>
>| >> >
>| >> >
>| >> >
>| >> >
>| >> >POR QUE OS PROCURADORES DO TRABALHO nao fazem nada quanto �
fiscaliza��o
>| e
>| >> >cumprimento do preceito legal que estabele�e percentual de
deficientes
>| em
>| >> >concursos p�blicos????????
>| >> >
>| >> >JA VI, cenas lastim�veis de deficientes, tendo que entrar com MS pra
>| >> >garantir a vaga, al�m de que tinham obtido a nota estabelecida em lei
>| para
>| >> >o ingresso.
>| >> >
>| >> >
>| >> >
>| >> >
>| >> >
>| >> >At 12:02 20/07/99 -0300, you wrote:
>| >> >>Prezada Rosa Fernanda
>| >> >>Sua observa��o � correta no tocante � discrimina��o dos deficientes
>| >> f�sicos.
>| >> >>Possuem at� uma cota definida no quadro de empregos das empresas que
>| n�o
>| >> >>� observado, sem que o minist�rio p�blico do trabalho, at� onde se
tem
>| >> >>not�cia, adote as provid�ncias legalmente cab�veis, ou seja, o
simples
>| >> >>cumprimento da lei.
>| >> >>
>| >> >>Recentemente, a Minist�rio do Trabalho/RJ criou um n�cleo de combate
a
>| >> >>v�rios tipos de discrimina��o.
>| >> >>
>| >> >>O IBAP possui excelente obra sobre o assunto, Direitos dos
Portadores
>| de
>| >> >>Defici�ncia F�sica.
>| >> >>Humberto Adami
>| >> >>[EMAIL PROTECTED]
>| >> >>-----Mensagem original-----
>| >> >>De: Rosa Fernanda <[EMAIL PROTECTED]>
>| >> >>Para: adami <[EMAIL PROTECTED]>; Vladimir Passos de Freitas
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; vanusa urta agrelli
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; sergio martins <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; paulo roberto pereira de sousa
>| >> <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> >>moises <[EMAIL PROTECTED]>; marcio chaer <[EMAIL PROTECTED]>;
Maisa
>| >> >>Ribeiro <[EMAIL PROTECTED]>; Lista Jusfilosofia BHNET
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista DIREITO-L
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista Direito Onix <[EMAIL PROTECTED]>;
>| Lista
>| >> >>Direito Alunos P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de
>| Direito
>| >> >>P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito Livre
AMB
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito ISM
>| <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> >>Lista de Direito El�gica <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de
Direito -
>| >> Summer
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> lamachia
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; joaquim <[EMAIL PROTECTED]>;
>| INAGE
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; hugo
>| studart
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; enea de stultz e almeida <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; david zee
>| <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> >>Danilo Doneda <[EMAIL PROTECTED]>; ceap <[EMAIL PROTECTED]>;
>| carlos
>| >> >>jose de souza guimar�es <[EMAIL PROTECTED]>; assis <[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> antonio
>| >> >>fernando pinheiro pedro <[EMAIL PROTECTED]>; Ana Paula Fernandes
>| Nogueira
>| >> >>da Cruz <[EMAIL PROTECTED]>; AMB Livre
<[EMAIL PROTECTED]>;
>| >> adami
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Alex Miranda <[EMAIL PROTECTED]>
>| >> >>Data: Domingo, 1 de Agosto de 1999 15:44
>| >> >>Assunto: [direito_da_cidade] Re: [SGA-L] Ajudar a Vencer
>| >> >>
>| >> >>
>| >> >>>Muito bonita o texto que recebi de voc�s, mas infelizmente o mundo
n�o
>| �
>| >> >>>assim. Se cada pessoa agisse como nessa linda est�ria, com certeza
o
>| >> Mundo
>| >> >>>seria bem melhor... E a sociedade ainda discrimina os deficientes
>| >> >>f�sicos...
>| >> >>>
>| >> >>>----------
>| >> >>>>
>| >> >>>>
>| >> >>>> humberto adami
>| >> >>>> [EMAIL PROTECTED]
>| >> >>>> -----Mensagem original-----
>| >> >>>> De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
>| >> >>>> Para: Empreendedor em Informatica <[EMAIL PROTECTED]>;
SGA-L
>| >> >>>> <[EMAIL PROTECTED]>
>| >> >>>> Data: Sexta-feira, 30 de Julho de 1999 21:53
>| >> >>>> Assunto: [SGA-L] Ajudar a Vencer
>| >> >>>>
>| >> >>>>
>| >> >>>> >A alguns anos atras, nas Olimpiadas Especiais de Seattle, nove
>| >> >>>> >participantes, todos com deficiencia mental ou fisica,
alinharam-se
>| >> >>>> >para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
>| >> >>>> >Ao sinal, todos partiram, nao exatamente em disparada, mas com
>| >> >>>> >vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Todos,
>| >> >>>> >menos um garoto, que tropecou no asfalto, caiu rolando e comecou
a
>| >> >>>> >chorar.
>| >> >>>> >Os outros oito ouviram o choro. Diminuiram o passo e olharam
para
>| >> tras.
>| >> >>>> > Entao eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas, com
>| >> >>>> >Sindrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
>| "Pronto,
>| >> >>>> >agora vai sarar".
>| >> >>>> > E todos os nove competidores deram os bracos e andaram juntos
ate
>| a
>| >> >>>> >linha de chegada.
>| >> >>>> >O estadio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos minutos.
>| >> >>>> >E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo
essa
>| >> >>>> >historia
>| >> >>>> >ate hoje.
>| >> >>>> >Porque?
>| >> >>>> >Por que, la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida
>| >> >>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os outros a vencer, mesmo
que
>| >> isso
>| >> >>>> >signifique diminuir o passo e mudar de curso.
>| >> >>>> >
>| >> >>>> >                                   Um Abraco
>| >> >>>> >                                               Nei Jaison Faes
>| >> >>>> >
>| >> >>>> >
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>| > transformacao dos sonhos em realidades !
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