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Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: "Humberto Adami Santos Junior" <[EMAIL PROTECTED]>
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Prezado Ant�nio Fernando
O Dr . Guilherme Purvim j� esta na lista, com muita honra.
Recentemente conseguiu uma obra que ja me referi aqui, direitos dos
portadores de defici�ncias f�sicas, que esta esgotada.Acho que este � o
trabalho que voce se refere.
Num ambiente que esperava o assunto se desdobrasse-  a lista do IBAP - at�
agora n�o houve manifesta��es.
Acho �tima toda a sua proposta.
A discrimina��o em geral est� sendo combatida pelo IAB, que acaba de
instalar, tamb�m, uma comiss�o de direito e discrimina��o racial. L� tambem
se instalar� uma lista de discuss�o espec�fica.
Aguardemos a Gra�a, do ambiente global.

Humberto Adami Santos Junior

[EMAIL PROTECTED]
-----Mensagem original-----
De: Antonio Fernando Pinheiro Pedro <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Oscar Dalfovo
<[EMAIL PROTECTED]>; Guilherme Jose Purvin de Figueiredo
<[EMAIL PROTECTED]>; Ambiente Global <[EMAIL PROTECTED]>
Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
<[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>;
guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
amigos-juristas <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
<[EMAIL PROTECTED]>
Data: S�bado, 7 de Agosto de 1999 17:15
Assunto: [amigos-juristas] Re: [direito_da_cidade] Ajudar a Vencer


>Caros amigos,
>
>Essa quest�o possui intima liga��o com nossa lista de Direito da Cidade, e
>poderia constituir objeto de uma reuni�o especial de nossa Comiss�o de
>Direito da Cidade do Instituto dos Advogados Brasileiros, no Rio.
>O assunto foi objeto de reuni�o ocorrida h� muitos anos na antiga
>Subcomiss�o de Meio Ambiente da OAB/SP, quando eu a presidia, tendo � �poca
>(1991) surgido proposta de concentrarmos esfor�os na garantia de acesso e
>tr�nsito dos deficientes aos logradouros-p�blicos, exigir o cumprimento de
>normas Constitucionais e do novo C�digo de Obras da Cidade de S�o Paulo (�
>�poca rec�m aprovado) quanto ao acesso de deficientes �s edifica��es, e
>normas de facilita��o de transporte coletivo.
>O assunto, confesso, n�o foi adiante, talvez por falta de maior engajamento
>direto dos envolvidos.
>Posteriormente, por iniciativa do IBAP, uma equipe capitaneada pelo Dr.
>Guilherme Purvin de Figueiredo, desenvolveu projeto editorial
precios�ssimo,
>que contou com a colabora��o de amigos pr�ximos, como o Jos� Eduardo
>Rodrigues e Herman Benjamin, estabelecendo par�metros doutrin�rios pelos
>quais se poderiam implementar direitos e garantias  em favor da diversidade
>cidad�...
>Sugiro, assim, caro Dr. Adami:
>1. que se convide o Guilherme Jos� Purvin de Figueiredo (e.mail no rol de
>destinat�rios), para integrar nossa lista;
>2. que o assunto seja debatido em uma sess�o aberta, com a participa��o
>multidisciplinar de urbanistas, em uma reuni�o de nossa Comiss�o do IAB,
>sendo o resultado e provid�ncias proativas, divulgados na lista;
>3. que organizemos um CHAT a respeito, que poderia contar com  o apoio do
>provedor de conte�do da UOL, a ag�ncia "Ambiente Global";
>(www.ambienteglobal.com.br ), o IBAP (Instituto Brasileiro de Advocacia
>P�blica) e a ABAA (Associa��o Brasileira dos Advogados Ambientalistas) -
com
>a palavra nossa editora Gra�a.
>
>[ ]s.
>AFPP
>-----Mensagem original-----
>De: Cristiane Rozicki <[EMAIL PROTECTED]>
>Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Oscar
>Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
>Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
><[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>;
>guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>amigos-juristas <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
><[EMAIL PROTECTED]>
>Data: Quinta-feira, 5 de Agosto de 1999 07:28
>Assunto: [direito_da_cidade] Re: [amigos-juristas] Ajudar a Vencer
>
>
>>Prezados, todos que receber�o esta mensagem,
>>e caro Humberto Adami Santos J�nior
>>
>>Li o questionamento final de sua mensagem, e n�o pude me conter...
>>Escrevo, para refletirmos v�rios detalhes, sobre os quais n�o me
aprofundo,
>n�o � preciso, e que dizem respeito aos
>>princ�pios fundamentais da Constitui��o da Rep�blica Brasileira, � rea��o
>inconsciente de uma na��o que percebe as
>>car�ncias humanas como banalidades "normais" e aos valores humanos que t�m
>sido desprezados, como o da solidariedade,
>>com a evolu��o da barb�rie, provocada, sem qualquer reserva, pela
hegemonia
>do capital.
>>
>>" A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os
>direitos dessas pessoas discriminadas sejam
>>devidamente respeitados?" Humberto Adami
>>
>>Eu tenho tentado entender isso at� hoje...H� bastante tempo, desde o
>segundo semestre de 90, para dizer a verdade.
>>A obrigatoriedade de o Brasil tornar-se "civilizado" e n�o-discriminativo,
>diante de todo o tipo de defici�ncia, �
>>determina��o que est� marcada na Constitui��o da Rep�blica, precisamente o
>� 2o do art. 227, que diz:
>>
>>"A lei dispor� sobre normas de constru��o dos logradouros e dos edif�cios
>de uso p�blico e de fabrica��o de ve�culos de
>>transporte coletivo, a fim de garantir acesso adequado �s pessoas
>portadoras de defici�ncia".
>>
>>E art. 244:
>>"A lei dispor� sobre a adapta��o dos logradouros, dos edif�cios de uso
>p�blico e de transporte coletivo .... a fim de
>>garantir acesso adequado �s pessoas portadoras de defici�ncia, conforme o
>disposto no art. 227, � 2o".
>>
>>E, ainda, observando como o objetivo de assegurar a integra��o, de todos
os
>deficientes, ao conv�vio social, est�
>>manifesto nos fundamentos de constitui��o �no sentido de cria��o ou de
>persist�ncia- do Estado brasileiro, podemos
>>associar, sistematicamente,
>>
>>--o pre�mbulo da CF/88, que anuncia a institui��o de um Estado
democr�tico,
>"...destinado a assegurar o exerc�cio dos
>>direitos sociais e individuais...a igualdade e a justi�a como valores
>supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e
>>sem preconceitos...";
>>
>>--o art. 1o da Lei Suprema, "A Rep�blica Federativa do
>Brasil...constitui-se em Estado Democr�tico de Direito e tem
>>como fundamentos: II-a cidadania; III-a dignidade da pessoa humana";
>>
>>--o inc. IV do art. 3o:
>>"promover o bem de todos, sem preconceito...e quaisquer outras formas de
>discrimina��o".
>>
>>A capacidade de legislar sobre este tema � concorrente, da Uni�o, dos
>Estados e dos Munic�pios. Quer dizer, inexistindo
>>lei federal sobre o assunto, o Estado-membro e/ou o Munic�pio, podem
>legislar. Se, depois da cria��o da norma aplic�vel
>>ao �mbito estadual ou municipal, advier legisla��o federal, aquelas, de
>�mbito de aplica��o inferior ao da Uni�o, ser�o
>>mantidas e dever�o apresentar como princ�pios, aqueles que vierem a
>fundamentar a lei federal (dever�o adequar  seus
>>princ�pios aos termos da lei de �mbito de aplica��o maior).
>>
>>O que tem acontecido no pa�s, desde a promulga��o da CF/88, � a cria��o de
>leis estatuais (mais raras, no entanto, se
>>comparadas �s iniciativas municipais) e municipais.
>>
>>Mas por que ser� que n�o podemos ver, ainda, a plena efic�cia e efici�ncia
>destas leis estaduais e municipais?
>>
>>Eu penso que s�o tantos os fatores, que talvez n�o os tenha conseguido
>identificar por completo...
>>
>>Cultura, � um deles. Sempre foi mais simples, e c�modo, deixar os
>diferentes, ignorar o "aparentemente" incapazes
>>-frisando: inclusive alguns graus de defici�ncia mental permitem o
>trabalho, mostrando o engano a que o preconceito e a
>>ignor�ncia (por falta de informa��o e de divulga��o) podem levar-.
>>
>>Contudo, n�o tem sido s� uma proposta c�moda...que admite a realidade em
>que vivemos, como "normal".
>>Esta conviv�ncia cotidiana, com a falta de acesso aos direitos
>fundamentais, levou � banaliza��o das duras e absurdas
>>realidades nacionais. Mas os problemas ainda alcan�am ra�zes bem mais
>profundas, as quais est�o relacionadas �s
>>conting�ncias nacionais, e que est�o relacionadas, por conseguinte, �
>proposta de  vida do autoritarismo do capital,
>>que condiciona o mundo a uma vis�o m�ope, unicamente de valores
econ�micos.
>>
>>Da� que, pode-se perceber, nitidamente, a banaliza��o das inadequa��es da
>nossa estrutura de vida, do condicionamento
>>que nos acompanha, no que tange aos valores humanos de vida, os quais s�o
>desprezados, e, por fim, faz-nos deixar de
>>lembrar dos deveres humanos.
>>
>>Faz-nos, ademais, esquecer que a garantia de acesso a muitos direitos,
tais
>como educa��o, por exemplo, e integra��o do
>>deficiente e do idoso ao conv�vio social, bem como aqueles relacionados �
>crian�a e ao adolescente, s�o obriga��es que
>>t�m, como destinat�rio, a generalidade dos cidad�os. E, sendo assim,
>consequentemente, tais direitos preceituam
>>obriga��es onde a sociedade, ao lado do Estado, � a pessoa que participa
da
>efetiva��o plena daqueles.
>>
>>Eu sou, cidad�, brasileira, que comp�e, junto com quase um ter�o da
>popula��o nacional �quantos 150 milh�es de
>>habitantes j� somamos?- (um ter�o corresponde ao suficiente n�mero de
>eleitores �prestem aten��o nisto aqueles que
>>pretendem ascens�o pol�tica- para p�r na presid�ncia da Rep�blica,
>legitimamente, um candidato surpresa (ora, os votos
>>s�o diretos, e t�m respondido satisfatoriamente � intensidade das
car�ncias
>dos brasileiros, necessidades prementes de
>>educa��o, moradia, sa�de, trabalho digno e valorizado, remunerado de modo
a
>permitir uma vida digna �um dos valores
>>fundamentais do Estado democr�tico de direito brasileiro, como j� foi
>apontado-), eu sou uma deficiente.
>>
>>S�o as palavras de quem tenta racionalizar o problema, um drama que n�o
>est� divorciado de outros tantos e que,
>>envolvido no ambiente da inseguran�a e da perda dos mais belos princ�pios
>de conviv�ncia humana, � absorvido por uma
>>luta, a luta pela sobreviv�ncia de um povo marginalizado e sofrido.
>>
>>Abra�os a todos
>>Cristiane Rozicki
>>Florian�polis, 05 de agosto de 1999 � 07:12
>>
>>
>>----------
>>| De: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
>>| Para: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
>>| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
><[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
>><[EMAIL PROTECTED]>; guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>;
>[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
>>[EMAIL PROTECTED]; [EMAIL PROTECTED];
>[EMAIL PROTECTED]; amigos-juristas
>><[EMAIL PROTECTED]>
>>| Assunto: [amigos-juristas] Re: Ajudar a Vencer
>>| Data: Quarta-feira, 21 de Julho de 1999 21:47
>>|
>>| Prezado Dalfovo
>>| O tema dos direitos dos portadores de defici�ncia f�sica, visto sob o
>�ngulo
>>| de pessoas integrantes de uma minoria discriminada, deve ser amplamante
>>| debatido.
>>| Semana passada pude verificar que a ag�ncia do Banerj aqui no Rio, na
Rua
>>| Senador Dantas, providenciou uma passarela para o ingresso de cadeiras
de
>>| rodas na ag�ncia. Pelo que sei isto � lei, pelo menos aqui no Rio. Uma
>lei
>>| do Carlos Minc.
>>|
>>| A pergunta � : porque n�o s�o adotadas as provid�ncias para que os
>direitos
>>| dessas pessoas discriminadas sejam devidamente respeitados?
>>|
>>| Humberto Adami
>>| [EMAIL PROTECTED]
>>| -----Mensagem original-----
>>| De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
>>| Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
>>| Cc: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>; luis fernando martins da silva
>>| <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| guilherme purvin <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
>>| <[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
>>| Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 08:11
>>| Assunto: Re: Ajudar a Vencer
>>|
>>|
>>| >Ol�
>>| >
>>| >Humberto Adami Santos Junior wrote:
>>| >
>>| >> Prezado Mrizer
>>| >> N�o sei.
>>| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP,
que
>�
>>| o
>>| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a
discuss�o
>l�
>>| >> prossiga...
>>| >
>>| >Gostaria de comtribuir com minha experiencia profissional, nao sou o
>expert
>>| no
>>| >assunto, porem venho observando aqui na regiao de Blumenau - SC,
algumas
>>| >empresas no setor Textil veem contratando deficiente fisico e mental e
>apos
>>| um
>>| >periodo de 10 anos de trabalho eles se aposentam.
>>| >
>>| >Tenho um exemplo de um garoto com Sindrome de Down trabalhou por dez
>anos
>>| nesta
>>| >empresa ao qual eu era funcionario, e apos o periodo de 10 anos ele
teve
>>| sua
>>| >aposentadoria integral.
>>| >
>>| >Tambem recentemente foi feito um trabalho para arrecadar fundos para
>APAE
>>| na
>>| >regiao, onde as pessoas autorizavam o debito em conta para auxiliar na
>>| >recuperacao desta entidade.
>>| >
>>| >Tambem acredito que estamos muito longe de sermos cidadao e aceitarmos
>as
>>| >pessoas, fisicas ou principalmente mental, como um ser normal na
>sociedade.
>>| >Mesmo assim,  la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida
>>| conforme
>>| >texto enviado a voce "...>>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os
>>| outros a
>>| >vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar de curso
>>>>
>>| >",
>>| >espero que um dia nos nos concientizamos e comecamos a aceitar esta
>>| realidade
>>| >que esta na nossa frente e nao queremos aceitar.
>>| >
>>| >So lembrando, nao podemos esquecer que  alem dos deficientes fisicos e
>>| mentais
>>| >tem tambem os desempregados e as pessoas de baixa renda (muitas pessoas
>>| passando
>>| >fome), realmente estamos longe de sermos cidadao !!.
>>| >
>>| >--
>>| >Ate +
>>| >
>>| >Mens.: O caminho do sucesso estah na capacidade da
>>| > transformacao dos sonhos em realidades !
>>| >
>>| >Um forte abraco.
>>| >-----------------------------------------------------------------
>>| >Prof.Oscar Dalfovo,MAN
>>| >-----------------------------------------------------------------
>>| >FURB - Universidade Regional de Blumenau
>>| >Departamento de Sistemas e Computacao
>>| >Antonio da Veiga, 140.      Cx. Postal 1507
>>| >Blumenau, SC, Brasil.       CEP: 89010-971
>>| >Tel:(047)321-0278 Fax:(047)322-8818 Cel:(047)982-1890
>>| >http://www.inf.furb.rct-sc.br/~dalfovo
>>| >mailto: [EMAIL PROTECTED]
>>| >mailto: [EMAIL PROTECTED]
>>| >-----------------------------------------------------------------
>>| >
>>| >
>>| >Humberto Adami Santos Junior wrote:
>>| >
>>| >> Prezado Mrizer
>>| >> N�o sei.
>>| >> Estou repassando esta mensagem para a lista de discuss�o do IBAP,
que
>�
>>| o
>>| >> Instituto Braileiro da Advocacia P�blica, na esperan�a que a
discuss�o
>l�
>>| >> prossiga.
>>| >> Como � uma lista fechada, estou repassando-a, tamb�m, ao Dr Guilherme
>>| >> Purvin, seu moderador, que com certeza ter� interesse em alimentar o
>>| debate
>>| >> no local mais apropriado.
>>| >>
>>| >> O que posso dizer, com certeza, � que no n�cleo contra a
discrimina��o
>no
>>| >> Minist�rio do Trabalho/RJ havia uma representante do MPT, que afirmou
>que
>>| >> fosse exigido a cota dos deficientes f�sicos, de uma hora para outra,
>as
>>| >> empresas poderiam obter junto ao governo federal uma medida
provis�ria
>>| para
>>| >> suspender a aplica��o do dispositivo da cota.
>>| >> Pessoalmente, n�o acho que isto seja impecilho, como tamb�m, n�o
>acredito
>>| >> que esta seja a posi��o do MPT.
>>| >> Talvez essa quest�o encontre na in�rcia da sociedade em exigir
>respeito
>>| aos
>>| >> direitos das minorias discriminadas sua resposta. Mas o que para
>alguns �
>>| >> facultativo, para outros � obrigat�rio. Enquanto h� lei, n�o posso
>>| encontrar
>>| >> respostas para a sua pergunta. Sugiro que contate associa��es de
>>| portadores
>>| >> de defici�ncia f�sica na sua �rea de atua��o para que representem
>junto
>>| ao
>>| >> MPT. � o que estou fazendo.
>>| >> Tomara que esta discuss�o auxilie na solu��o do assunto.
>>| >> Um abra�o
>>| >> humberto adami
>>| >> [EMAIL PROTECTED]
>>| >> -----Mensagem original-----
>>| >> De: MRizer <[EMAIL PROTECTED]>
>>| >> Para: Humberto Adami Santos Junior <[EMAIL PROTECTED]>
>>| >> Cc: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
>>| >> Data: Ter�a-feira, 3 de Agosto de 1999 02:27
>>| >> Assunto: Re: Ajudar a Vencer
>>| >>
>>| >> >
>>| >> >
>>| >> >
>>| >> >
>>| >> >POR QUE OS PROCURADORES DO TRABALHO nao fazem nada quanto �
>fiscaliza��o
>>| e
>>| >> >cumprimento do preceito legal que estabele�e percentual de
>deficientes
>>| em
>>| >> >concursos p�blicos????????
>>| >> >
>>| >> >JA VI, cenas lastim�veis de deficientes, tendo que entrar com MS pra
>>| >> >garantir a vaga, al�m de que tinham obtido a nota estabelecida em
lei
>>| para
>>| >> >o ingresso.
>>| >> >
>>| >> >
>>| >> >
>>| >> >
>>| >> >
>>| >> >At 12:02 20/07/99 -0300, you wrote:
>>| >> >>Prezada Rosa Fernanda
>>| >> >>Sua observa��o � correta no tocante � discrimina��o dos deficientes
>>| >> f�sicos.
>>| >> >>Possuem at� uma cota definida no quadro de empregos das empresas
que
>>| n�o
>>| >> >>� observado, sem que o minist�rio p�blico do trabalho, at� onde se
>tem
>>| >> >>not�cia, adote as provid�ncias legalmente cab�veis, ou seja, o
>simples
>>| >> >>cumprimento da lei.
>>| >> >>
>>| >> >>Recentemente, a Minist�rio do Trabalho/RJ criou um n�cleo de
combate
>a
>>| >> >>v�rios tipos de discrimina��o.
>>| >> >>
>>| >> >>O IBAP possui excelente obra sobre o assunto, Direitos dos
>Portadores
>>| de
>>| >> >>Defici�ncia F�sica.
>>| >> >>Humberto Adami
>>| >> >>[EMAIL PROTECTED]
>>| >> >>-----Mensagem original-----
>>| >> >>De: Rosa Fernanda <[EMAIL PROTECTED]>
>>| >> >>Para: adami <[EMAIL PROTECTED]>; Vladimir Passos de Freitas
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; vanusa urta agrelli
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; sergio martins <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; Planet-ben
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; paulo roberto pereira de sousa
>>| >> <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> >>moises <[EMAIL PROTECTED]>; marcio chaer <[EMAIL PROTECTED]>;
>Maisa
>>| >> >>Ribeiro <[EMAIL PROTECTED]>; Lista Jusfilosofia BHNET
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista DIREITO-L
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista Direito Onix
<[EMAIL PROTECTED]>;
>>| Lista
>>| >> >>Direito Alunos P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de
>>| Direito
>>| >> >>P�gasus <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito Livre
>AMB
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Lista de Direito ISM
>>| <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> >>Lista de Direito El�gica <[EMAIL PROTECTED]>; Lista de
>Direito -
>>| >> Summer
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> lamachia
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; joaquim <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| INAGE
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; hugo
>>| studart
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; enea de stultz e almeida <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> >>[EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>; david zee
>>| <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> >>Danilo Doneda <[EMAIL PROTECTED]>; ceap <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| carlos
>>| >> >>jose de souza guimar�es <[EMAIL PROTECTED]>; assis <[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> antonio
>>| >> >>fernando pinheiro pedro <[EMAIL PROTECTED]>; Ana Paula Fernandes
>>| Nogueira
>>| >> >>da Cruz <[EMAIL PROTECTED]>; AMB Livre
><[EMAIL PROTECTED]>;
>>| >> adami
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; [EMAIL PROTECTED]
>>| >> >><[EMAIL PROTECTED]>; Alex Miranda <[EMAIL PROTECTED]>
>>| >> >>Data: Domingo, 1 de Agosto de 1999 15:44
>>| >> >>Assunto: [direito_da_cidade] Re: [SGA-L] Ajudar a Vencer
>>| >> >>
>>| >> >>
>>| >> >>>Muito bonita o texto que recebi de voc�s, mas infelizmente o mundo
>n�o
>>| �
>>| >> >>>assim. Se cada pessoa agisse como nessa linda est�ria, com certeza
>o
>>| >> Mundo
>>| >> >>>seria bem melhor... E a sociedade ainda discrimina os deficientes
>>| >> >>f�sicos...
>>| >> >>>
>>| >> >>>----------
>>| >> >>>>
>>| >> >>>>
>>| >> >>>> humberto adami
>>| >> >>>> [EMAIL PROTECTED]
>>| >> >>>> -----Mensagem original-----
>>| >> >>>> De: Oscar Dalfovo <[EMAIL PROTECTED]>
>>| >> >>>> Para: Empreendedor em Informatica <[EMAIL PROTECTED]>;
>SGA-L
>>| >> >>>> <[EMAIL PROTECTED]>
>>| >> >>>> Data: Sexta-feira, 30 de Julho de 1999 21:53
>>| >> >>>> Assunto: [SGA-L] Ajudar a Vencer
>>| >> >>>>
>>| >> >>>>
>>| >> >>>> >A alguns anos atras, nas Olimpiadas Especiais de Seattle, nove
>>| >> >>>> >participantes, todos com deficiencia mental ou fisica,
>alinharam-se
>>| >> >>>> >para a largada da corrida dos 100 metros rasos.
>>| >> >>>> >Ao sinal, todos partiram, nao exatamente em disparada, mas com
>>| >> >>>> >vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
>Todos,
>>| >> >>>> >menos um garoto, que tropecou no asfalto, caiu rolando e
comecou
>a
>>| >> >>>> >chorar.
>>| >> >>>> >Os outros oito ouviram o choro. Diminuiram o passo e olharam
>para
>>| >> tras.
>>| >> >>>> > Entao eles viraram e voltaram. Todos eles. Uma das meninas,
com
>>| >> >>>> >Sindrome de Down, ajoelhou, deu um beijo no garoto e disse:
>>| "Pronto,
>>| >> >>>> >agora vai sarar".
>>| >> >>>> > E todos os nove competidores deram os bracos e andaram juntos
>ate
>>| a
>>| >> >>>> >linha de chegada.
>>| >> >>>> >O estadio inteiro levantou e os aplausos duraram muitos
minutos.
>>| >> >>>> >E as pessoas que estavam ali, naquele dia, continuam repetindo
>essa
>>| >> >>>> >historia
>>| >> >>>> >ate hoje.
>>| >> >>>> >Porque?
>>| >> >>>> >Por que, la no fundo, nos sabemos que o que importa nesta vida
>>| >> >>>> >mais do que ganhar sozinho, e ajudar os outros a vencer, mesmo
>que
>>| >> isso
>>| >> >>>> >signifique diminuir o passo e mudar de curso.
>>| >> >>>> >
>>| >> >>>> >                                   Um Abraco
>>| >> >>>> >                                               Nei Jaison Faes
>>| >> >>>> >
>>| >> >>>> >
>>| >> >>>> >
>>| >> >>>> >
>>| >> >>>> >
>>| >> >>>>
>>| >> >>>>
>>| >> >>>
>>| >> >>>
>>| >> >>>
>>| >> >>>
>>| >> >>>
>>| >>
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