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Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: "Luiz Soares de Lima" <[EMAIL PROTECTED]>
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Colegas: Solidarizo-me, inteiramente, com a representa��o oferecida e
coloco-me � disposi��o. � , verdadeiramente, estarrecedor o boletim da
OAB/So, o qual s� li no dia 24.12. merecedor da representa��o, ainda amena!
-----Mensagem original-----
De: Instituto Brasileiro de Advocacia P�blica <[EMAIL PROTECTED]>
Para: [EMAIL PROTECTED] <[EMAIL PROTECTED]>
Data: Quinta-feira, 23 de Dezembro de 1999 00:24
Assunto: [IBAP] Representa��o do IBAP enviada em 21/12/99 � Comiss�o do
Advogado P�blico da OAB/SP


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Lista: ibap (Fique atento: dicas no rodape!)
Mensagem enviada por: "Instituto Brasileiro de Advocacia P�blica"
<[EMAIL PROTECTED]>
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Representa��o do Instituto Brasileiro de Advocacia P�blica enviada em 21
de dezembro de 1999 � Comiss�o do Advogado P�blico da OAB/SP

Ilustr�ssima Senhora Procuradora do Estado Presidente da Comiss�o do
Advogado P�blico da Ordem dos Advogados do Brasil � Sec��o S�o Paulo

Instituto Brasileiro de Advocacia P�blica, associa��o civil sem fins
lucrativos criada em 11 de agosto de 1994, estabelecida na cidade de S�o
Paulo/SP, na Avenida da Liberdade, 21 � 10� Andar � Conjunto 1008/1012,
em cumprimento aos seus objetivos estatut�rios, vem � presen�a dessa D.
Comiss�o expor e requerer o que segue:
01. No Boletim da OAB/SP n. 08, de dezembro de 1999, o Ilmo. Sr.
Presidente da OAB/SP, Dr. Rubens Approbato Machado, em artigo intitulado
"Morat�ria e Calote dos Precat�rios" dirigiu graves acusa��es � honra e
dignidade profissional dos Procuradores do Estado, em especial na
seguinte passagem:
"...o governo do Estado n�o contestou em ju�zo, no prazo legal, as
indeniza��es que considerava abusivas. E, em Direito, Fraude n�o se
presume, se prova. Se ela existe, tem de ser alegada em ju�zo, com
urg�ncia. O Governo do Estado, ali�s, disp�e do dobro de prazo para
recorrer em todas as fases do processo".
02. N�o pode o Instituto Brasileiro de Advocacia P�blica admitir que o
Presidente da OAB/SP, entidade que representa todos os advogados �
inclusive os advogados p�blicos � adote uma postura de franca
beliger�ncia contra os Procuradores do Estado, afirmando que estes
estariam perdendo prazos processuais e sugerindo um suposto privil�gio
consistente no prazo recursal em dobro (ali�s, tamb�m extensivo aos
membros do Minist�rio P�blico e � Defensoria P�blica). Maior ainda � a
surpresa desta associa��o ao lembrar que a vice-presidente da OAB/SP,
Dra. Ada Pellegrini Grinover, � uma das mais ilustres e brilhantes
Procuradoras do Estado, ali�s membro do Conselho Cient�fico deste
Instituto.
03. O boletim cont�m ainda diversas afirma��es claramente tendenciosas,
que poder�o criar um clima de conflito aberto entre os advogados
p�blicos e os advogados liberais. Basta a leitura dos t�tulos
escolhidos, que n�o condizem com a necess�ria sobriedade que deve
caracterizar uma institui��o honrada e combativa como � a OAB:
"Morat�ria e Calote dos Precat�rios", "Para o Estado, TUDO. Para os
credores, NADA", "Alimentares: na BACIA DAS ALMAS".
04. O Instituto Brasileiro de Advocacia P�blica espera ainda, em defesa
da honra de seu associado Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo, que lhe
seja concedido direito de resposta � acusa��o que lhe � feita pelo
advogado Fl�vio Jos� de Souza Brando, membro da Comiss�o Especial de
Precat�rios da OAB-SP, na seguinte passagem de sua "entrevista":
"P � Cinco processos contestados foram at� analisados em um documento da
Secretaria Estadual do Meio Ambiente e da Procuradoria Geral do Estado?"

"Brando � Este livro n�o corresponde � verdade; em 4 processos
descritos, o governo j� perdeu. Isto � uma desonestidade intelectual,
porque como foi editado por autoridade, pressup�e-se que seja ver�dico".

Na realidade, o Sr. Fl�vio Jos� de Souza Brando refere-se � obra
"Regulariza��o Imobili�ria de �reas Protegidas", de autoria de referido
associado e do Sr. Paulo Schwenck. Ao acusar o advogado p�blico Pedro
Ubiratan Escorel de Azevedo de "intelectualmente desonesto", o
entrevistado deixa de destacar que em nenhum momento a obra informava
que os ac�rd�os eram definitivos. Pelo contr�rio, na sua introdu��o �
dito textualmente: "As decis�es n�o s�o definitivas mas mostram
sobretudo uma tend�ncia do Poder Judici�rio, que deve ser observada".
Ademais, de acordo com informa��es prestadas pelo nosso associado, ao
contr�rio do que consta na entrevista, dos cinco casos relatados, quatro
ainda se encontram na mesma situa��o, ou seja, tr�s com vit�ria do
Estado e um pendente de decis�o at� hoje.
05. Ante o exposto, � a presente para requerer que essa D. Comiss�o,
representativa dos interesses dos Advogados P�blicos perante a OAB/SP,
manifeste-se publicamente com a m�xima urg�ncia acerca do epis�dio, na
defesa dos Procuradores do Estado e da pr�pria institui��o da Advocacia
P�blica.
S�o Paulo, 21 de dezembro de 1999
a) Coordenadoria Geral do Instituto Brasileiro de Advocacia P�blica
Ana L�cia C�mara � Coordenadora Executiva; Celso Augusto Coccaro Filho �
Coordenador Jur�dico; Guilherme Jos� Purvin de Figueiredo � Coordenador
de Comunica��o; Maria Ester Mena Barreto Camino � Coordenadora
Internacional; M�nica de Melo � Coordenadora Financeira; Patr�cia Ulson
Pizarro Werner � Coordenadora Social; Roberto Augusto Castellanos
Pfeiffer � Coordenador Cultural


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Dicas:
1- D�vidas e instru��es diversas procure por Listas em:
http://www.pegasus.com.br
2- Pegasus Virtual Office
http://www.pvo.pegasus.com.br

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