Pimenta
A reforma do Judiciário, idealizada pelo governo para otimizar a Justiça, ameaça dar mais prejuízos que soluções. Primeiro, foram os juízes que aumentaram seus salários. Depois, foi o Ministério Público - os procuradores -, que conseguiu equivalência salarial com os juízes. Agora, são os chamados advogados públicos, ou defensores do Estado, que querem equiparar seus vencimentos também aos dos juízes. No Brasil, eles são cerca de 10 mil, muitos famosos, como Aloysio Nunes Ferreira, secretário-geral da Presidência, Michel Temer, presidente da Câmara, e até a escritora Lygia Fagundes Telles. Vicente Arruda, relator da reforma na Câmara, já está trabalhando para acolher a proposta.
