Concordo contigo Tulio, mas apenas para fins de recordação (não estou
dizendo que alguém fez ou deixou de fazer), não devemos esquecer de um
ponto importante: a explicação sobre as quatro liberdades essenciais.
Podemos fazer igual aos proponentes do código-fonte aberto (apelar para
"o preço baixo", a amigabilidade), mas devemos deixar claro que tais
"valores do consumidor" não são um requerimento e não são um retorno
garantido, mas graças às liberdades essenciais (que a esta altura já
devem ter sido explicadas), há a possibilidade de aprimoramento,
gratuito ou não, lento ou rápido.

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