Eis outros "valores do consumidor": * Segurança.
* Privacidade. * Anonimato. * Transparência. De que adianta ter o código-fonte do Android se, além de ter algumas partes fechadas, nem todos os dispositivos com Android instalado aceitam usar versões instaladas pelo próprio usuário? Até a disponibilização do código-fonte tem-se transparência, mas esta por si só não substitui as liberdades 1 e 0, nesta ordem (de estudo e adaptação, e de uso das adaptações). O pessoal do open source não se opõe às algemas digitais impostas nos projetos deles (ou naqueles que dependem de seus projetos), e geralmente ignoram (ou fazem de maneira agressiva) reforçar/assegurar as liberdades essenciais quando descobrem um projeto que, ao usar de seus projetos, quebram as liberdades essenciais. * Acessibilidade (tratando-se de pessoas com deficiência). * Estabilidade ou precisão. * Tradução para qualquer lingua (assume-se: português brasileiro). O mais engraçado é que, teve uma apresentação do Benjamin Mako Hill, durante o LibrePlanet 2013, onde ele provou que o pessoal do open source, que usa e apela somente a tais "valores do consumidor", acaba ficando com argumentos contraditórios, pois nenhum deles é garantido ao longo do tempo. Além disso, a palestra dada por Hill prova outros pontos importantes, dentre eles o fato de que nem sempre um projeto de software livre é colaborativo. Eis o vídeo da palestra: https://media.libreplanet.org/u/libby/m/mako/
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