Thiago Silva <[EMAIL PROTECTED]> writes:

> Cheguei a usar o rpmbuild no trabalho a coisa de um ano atras e, pelo que 
> lembro, não vejo nenhuma utilidade em criar pacotes SRPM, em termos de 
> melhorar a disponibilidade do software. 

Eu acho que ajuda muito para quem usa o RPM como gerenciador de pacotes.

> Certamente, está claro para mim o papel de pacotes binários nessa questão, 
> entretanto, não estou certo da possibilidade de criar RPMs genéricos (para 
> multiplas distros). Digo isso pois lembro de experiências ao criar pacotes de 
> softwares que utilizavam KDE para Mandrake, Gentoo e Conectiva, onde o 
> $KDEDIR não era o mesmo e, portanto, acabei criando 3 pacotes RPM diferentes 
> do mesmo produto.

Por isso o SRPM ao invés do RPM.

O ideal é ter pacotes para algumas distribuições -- e versões destas --, mas
aí você tem que pesar o que vale ou não para você.

> Pois bem, 
>
> 1: Em que implica (se implica) a disponibilização de pacotes SRPMs para 
> softwares que não fazem parte de uma distribuição?

Facilita a geração do RPM e permite que as pessoas mantenham o uso do sistema
de gerenciamento de pacotes.  Isso evita, também, que abandonem os teus
programas e partam para o uso de outros onde há pacotes.

> 2: Existe um modo de criar pacotes binários genéricos?

Use tudo estaticamente.  Teu pacote ficará enorme, mas vai funcionar em
qualquer lugar.


-- 
Jorge Godoy      <[EMAIL PROTECTED]>
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