On 5/19/06, Mel <[EMAIL PROTECTED]> wrote:
Há CADs 2D, como o QCAD.
Ano passado, tornaram livre um programa de CAD do exército dos EUA,
que eu ainda não tive a oportunidade de experimentar. Segundo o JS:
"Ele deve ser bem complexo (não conheço) , e muito, mas muito completo
mesmo - seria equivaletne aos "CAD de verdade" perto dos quais o AutoCAD
é um brinquedo de plástico barato. O nome dele é BRLCad.
Já CAD 3D é um ponto fraco mesmo, ainda estão longe do nível em que estão
as versões proprietárias. Mas existem promessas boas:
http://projects.blender.org/projects/blendercad/
Para substituir o Corel você vai encontrar o Sodipodi, o Inkscape e o Xsara
para tarefas mais artíticas. Para desktop publishing, tem o Scribus.
O Aurélio Jargas, ex-linuxeiro que se rendeu às tentações da maçã e virou
caiçara, tem uma palestra muito legal que fala sobre estas questões:
http://aurelio.net/curso/material/desenvolvedor/
O Corel pra Linux, que eu saiba, é pago e tem código fechado e patenteado.
Os programas que rodam sobre sistemas baseados em tecnologias livres
não tem de ser necessariamente livres. Eles tem de ser livres apenas se eles
forem derivados de um programa que contenha uma licença livre que exija isso.
Isso não é de todo correto. Pergunte aos filósofos e aos professores de fiolosofia
se eles realmente não conseguem sobreviver, hehehe :)
Talvez hoje seja realmente muito mais difícil viver "só" de filosofia do que
no tempo de Aristóteles e Platão, mas considero a arte de uma boa oratória
e de um bom texto filosófico tão valorosos quanto a arte de codificar um programa.
Assim como codificar com esmero não significa apenas colocar um código de
programa atrás do outro, filosofar com esmero também não é apenas falar ou
escrever qualquer coisa. O código tem de funcionar na comunicação com a
máquina assim como a filosofia tem de funcionar na comunicação com
o ser humano.
Mel, não se menospreze. Precisamos nos comunicar como seres humanos
que somos, por isso acho muito pertinentes as suas dúvidas.
Primeiramente sobre ferramentas de gráficos, fotos e afins..por exemplo
macromedia, autocad (ferramenta usada por engenheiros e arquitetos para
trabalharem com plantas (não eh planta a folhinha verdinha..planta de
projeto hehehehe), coreldraw, dentre outros......não tem nada
desenvolvido para plataforma livre? como por exemplo o corelDraw para
linux.....mesmo sendo pago (não código fechado).....macromedia para
linux.....autocad para linux....por ai vai....
Há CADs 2D, como o QCAD.
Ano passado, tornaram livre um programa de CAD do exército dos EUA,
que eu ainda não tive a oportunidade de experimentar. Segundo o JS:
"Ele deve ser bem complexo (não conheço) , e muito, mas muito completo
mesmo - seria equivaletne aos "CAD de verdade" perto dos quais o AutoCAD
é um brinquedo de plástico barato. O nome dele é BRLCad.
Já CAD 3D é um ponto fraco mesmo, ainda estão longe do nível em que estão
as versões proprietárias. Mas existem promessas boas:
http://projects.blender.org/projects/blendercad/
Para substituir o Corel você vai encontrar o Sodipodi, o Inkscape e o Xsara
para tarefas mais artíticas. Para desktop publishing, tem o Scribus.
Segundamente =P ......qual o retorno financeiro de um desenvolvedor?
O Aurélio Jargas, ex-linuxeiro que se rendeu às tentações da maçã e virou
caiçara, tem uma palestra muito legal que fala sobre estas questões:
http://aurelio.net/curso/material/desenvolvedor/
Tipo o cara faz o tal do CorelDraw para linux.....não eh
patentiado.....não eh pago (ou pode ser)...
O Corel pra Linux, que eu saiba, é pago e tem código fechado e patenteado.
Os programas que rodam sobre sistemas baseados em tecnologias livres
não tem de ser necessariamente livres. Eles tem de ser livres apenas se eles
forem derivados de um programa que contenha uma licença livre que exija isso.
ele não saindo da filosofia
do SL.....como q uma empresa de SL tem retorno financeiro......(ninguém
vive de filosofia!! =P )
Isso não é de todo correto. Pergunte aos filósofos e aos professores de fiolosofia
se eles realmente não conseguem sobreviver, hehehe :)
Talvez hoje seja realmente muito mais difícil viver "só" de filosofia do que
no tempo de Aristóteles e Platão, mas considero a arte de uma boa oratória
e de um bom texto filosófico tão valorosos quanto a arte de codificar um programa.
Assim como codificar com esmero não significa apenas colocar um código de
programa atrás do outro, filosofar com esmero também não é apenas falar ou
escrever qualquer coisa. O código tem de funcionar na comunicação com a
máquina assim como a filosofia tem de funcionar na comunicação com
o ser humano.
Como queremos fazer mudanças, sendo que elas ainda não estão tão bem
compreendidas pelos proprios colegas de comunidade ou afins? Sendo que
ainda não temos ferramentas chave para o uso do usuário final?
Bom eu coloquei esta questão pq realmente fiquei na dúvida mesmo, podem
achar que eh besteira q eu sou uma anta enfim..não me incomodo em
perguntar..acho que não mata ninguem e acho super importante colocarmos
estes tipos de duvidas para os colegas, tendo em vista que se queremos
divulgar, difundir o SL para a sociedade é bom q tenhamos argumentos
válidos (óbvio) e que sustentem a nossa visão de mudança.
Mel, não se menospreze. Precisamos nos comunicar como seres humanos
que somos, por isso acho muito pertinentes as suas dúvidas.
Mas realmente
temos questões que ainda não são bem explicadas, principalmente para as
pessoas que tem a curiosidade em conhecer o SL, seriam pessoas que
poderiamos conquistar a ingressar no mundo do SL.
Eu gosto de usar metáforas para fazer isso. Gosto de pensar no Software Livre
como uma das vias de acesso sem pedágio ao mundo da tecnologia da informação.
Você até pode usar uma estrada mais bem acabada, e mais rápida, mas terá de
pagar pelo conforto (software proprietário). Você até pode ignorar a catraca e
passar reto, quebrando a barreira e correr o risco de ser punido por isso
(software pirata) ou subornar alguém pra passar de lado por um preço bem mais
baixo e também ser punido por isso (software de camelô). Mas você também
pode passar por uma estrada livre, que tem obstáculos, é verdade, e não são poucos,
mas ela está em construção. E você pode participar dessa construção. Criar
outras estradas a partir dela. Encontrar amigos queridos nesse desenvolvimento.
Descobrir dons escondidos, desenterrar tesouros, navegar por lugares nunca
antes navegados. É uma aventura! E o mais importante é que sem pessoas
como você, estas estradas não existiriam. Se não fossem pessoas como
você, não haveriam alternativas. E isso que é o mais interessante da história,
você ter opções, ter alternativas. Por que se você só tiver a estrada com pedágio,
quem cobra por elas vai colocar o preço que quiser. Mas se você tem alternativas,
a estrada com pedágio terá de correr atrás do prejuízo.
Talvez ela nunca deixe de existir, mas não terá mais o poder do monopólio e
manipulação que ser a única opção acaba por fornecer ao seu detendor.
Nunca devemos ficar sem alternativas. Isso nos torna reféns.
Sacou? :)
Espero ter ajudado.
grande beijo,
saudade,
fabs
--
Fabianne Balvedi
Linux User #286985
http://fabs.estudiolivre.org
"O processo é lento (não tô dizendo que é fácil…)"
http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/06/283204.shtml
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