Caro Rodrigo
A frase do Wittgentein que cita merece cuidado: eu, pelo menos, gosto às vezes de falar sobre o que deveria calar. Ou será que eu não deveria calar sobre o que deveria falar? Puxa, fiquei confuso....
Abraço,
D.


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Décio Krause
Departamento de Filosofia
Universidade Federal de Santa Catarina
88040-970 Florianópolis, SC - Brasil
www.cfh.ufsc.br/~dkrause

"People complain that our generation has no philosophers. Quite unjustly: it is merely that today's philosophers sit in another department, their names are Planck and Einstein." (C. Seelig, 1952, apud E. Scheibe 2001).


Em 05/08/2009, às 14:53, Rodrigo Podiacki escreveu:

"Mesmo com os pequenos erros identificados, trata-se de um apêndice,
um complemento no espírito do texto, mas sem ligação direta com este.
Não compromete o livro."

Não sei se compromete o livro, pois não o conheço. Mas os erros
apontados não são nada pequenos: são graves. Acho que as pessoas que
responderam foram muito elegantes e benevolentes, pois eu não vi
nenhuma frase correta no trecho citado. Além dos erros técnicos, há
erros históricos, e nem mesmo o vocabulário lógico é usado de forma
correta.

Como disse Décio, Gödel, assim como física quântica, suscita muita
viagem. Isso só pode ser agravado quando se quer falar de um assunto
técnico sem que se saiba empregar o vocabulário da área. "Sobre aquilo
de que não se pode falar, deve-se calar."

R.
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