Olá Rodrigo,
Guardo comigo seu alerta, mas acredito ter sido infeliz sua citação no final da
sua mensagem, pois ela me parece pecar com o que diz no mesmo parágrafo. A
sentença final do Tractatus "Sobre aquilo de que não se pode falar, deve-se
calar" tem um sentido técnico também, compreensível a partir do todo da obra, e
não vejo ligação desse sentido com o que você diz na mensagem. Não que seja o
caso, mas além de Gödel e física quântica, filosofia também suscita muita
viagem.
Abraço
Rodrigo
> Date: Wed, 5 Aug 2009 14:53:49 -0300
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> To: [email protected]
> Subject: [Logica-l] Paul Watzlawick, o teorema de Gödel e o Tractatus de
> Wittgenstein
>
> "Mesmo com os pequenos erros identificados, trata-se de um apêndice,
> um complemento no espírito do texto, mas sem ligação direta com este.
> Não compromete o livro."
>
> Não sei se compromete o livro, pois não o conheço. Mas os erros
> apontados não são nada pequenos: são graves. Acho que as pessoas que
> responderam foram muito elegantes e benevolentes, pois eu não vi
> nenhuma frase correta no trecho citado. Além dos erros técnicos, há
> erros históricos, e nem mesmo o vocabulário lógico é usado de forma
> correta.
>
> Como disse Décio, Gödel, assim como física quântica, suscita muita
> viagem. Isso só pode ser agravado quando se quer falar de um assunto
> técnico sem que se saiba empregar o vocabulário da área. "Sobre aquilo
> de que não se pode falar, deve-se calar."
>
> R.
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