Caros verdadeiros "especialistas em raciocínio lógico", I - A questão matemática.
Dada uma sequência infinita de números naturais, adivinhar a sequência a partir de um segmento inicial (por isso finito). Sem colocar mais condições, o problema não faz sentido. Já foi dito que colocar "recursivo" (ou "recursivo primitivo"), definido por um polinômio (ou por uma equação diofantina), por uma regra (que use um número finito de palavras) e definida por um programa também não são condiciones aceitáveis, pois existem infinitas sequências que satisfazem estas condições. As condições usuais para "sequências não randômicas", como a que eu coloquei no e-mail anterior, também deixa valendo infinitas soluções. (A minha formulação tem um erro, a condição 3) deveria ser: 3) Demonstra que existe um k, tal que toda sequência s de comprimento x > k, x é maior que o comprimento do programa. ) Walter fala: "infinitas sequências interessantes". É claro que "interessante" (amplamente utilizado como critério na lógica e na matemática pura) é um critério não formal. Apesar de possíveis desacordos, eu acho que a maioria das pessoas que trabalham com matemática pura irão coincidir que uma definição recursiva que usa operações aritméticas básicas (adição, produto, diferença, potência, etc.) é uma solução interessante se ela não for muito comprida. Claro que se falarmos de "infinitas soluções", então temos que aceitar soluções de comprimento arbitrariamente grande. Em síntese: Sem condições o problema está mal definido, mas também não parece haver uma maneira razoável de colocar condições. II - A pergunta: Avalia alguma coisa? Se for, o que avalia? >> Esses pretensos testes de raciocínio visam avaliar capacidade >> de abstração e de conclusões que tenham um sentido aceitável à maioria. >> Chamá-los de lógica matemática há de ser onde o mora o erro, >> mas não acho que sejam de todo inválidos. >> A capacidade de concluir que 200 é o próximo número da sequência >> avalia um aspecto da inteligência que matemática pura não conseguiria >> avaliar. >> São formas de abstração e associação que realmente fogem ao dedutivo. 1) "Aceitável à maioria" é um perigo, do qual podem ser dados 10.000 exemplos históricos. Avaliaria a *conformidade* do raciocínio para o socialmente aceito? 2) O problema não é dedutivo. No melhor dos casos, é heurístico. A regra "não é um problema matemático, tente de uma outra maneira", é heurística. 3) Quando encontramos uma fórmula matemática ou uma regra matemática, muito possivelmente exercitamos nossa capacidade de abstração. Na solução pretendida (da letra D) não vejo uso significativo ou preponderante da abstração. 4) "avalia um aspecto da inteligência que matemática pura não conseguiria avaliar" A principal pegadinha do problema é que não tem que usar a lógica, nem a matemática, nem a abstração para dar a solução pretendida. Ah, claro, a questão das inteligências múltiplas http://en.wikipedia.org/wiki/Multiple_intelligence Existe uma maneira de solucionar problemas que foge dos caminhos habituais. Eu coloquei o exemplo do mecânico de manutenção porque a solução óbvia se uma peça está gasta, é trocar a peça. Ai tudo começa errado, como no problema proposto. Já que tudo está errado, vamos ver porque a máquina não funciona com a peça gasta: porque a peça sai do encaixe e trava. Então, fazemos um furo na peça, colocamos uma mola que puxe para o outro lado e evita que trave. Esta maneira de buscar alternativas implica algum uso de faculdades mentais e até poderíamos chamar ela de inteligência, mas dificilmente de raciocínio lógico. Será que esta capacidade do pensamento, assim avaliada, tem alguma importância para o cargo do concurso? Eu duvido. III - Os testes de QI O "mito da quantificação" acontece quando tem o preconceito de que pela quantificação sozinha, sem condições adicionais, teríamos alguma garantia de objetividade. A quantificação, se é bem usada, tem que estar baseada em critérios objetivos. Eu gostaria de saber, pois realmente não sei, quais são os critérios nos quais deveriam estar baseados os testes de QI, à maneira na qual um físico ou um químico tem critérios para determinar a masa de um objeto, Sem esses critérios objetivos prévios, um teste de QI somente dá um indicador quantitativo da habilidade do sujeito em resolver testes de QI. (ou, em resolver esse teste de QI) :-) Como coloquei num e-mail anterior, eu tinha como dica que um teste de QI anterior também usava as palavras em inglês para adivinhar o próximo número. No caso do concurso, também parece não existirem critérios. O termo "raciocínio lógico" está usado de maneira tão ambígua e indeterminada como acontece muitas vezes com o termo "inteligência". É bem possível que o redator do teste fosse inspirado pelos testes de QI. IV - Outras soluções :-) :-) :-) :-) :-) :-) "dois vezes dez" "dez vezes dois" "dreißig" (dreissig) (porque temos uma função randômica que determina a língua e, acredite se quiser, as sete primeiras vezes deu português) Carlos 2010/1/21 Walter Carnielli <[email protected]>: > Colegas, > > não só tem gente ganhando dinheiro ensinando besteira, como > ensinando a besteira errada. É óbvio que "começar com d" não é a > única solução para o "brilhante" problema. > > A sequência inicial é : 2, 10, 12, 16, 17, 18, 19 ... > que é exatamente > > 2, 2+ 2^3, 2+ 2^3 + 2^1, 2+ 2^3 + 2^1 + 2^2, > > 2+ 2^3 + 2^1 + 2^2 + 2^0, 2+ 2^3 + 2^1 + 2^2 + 2^0 + 2^0, 2+ 2^3 + > 2^1 + 2^2 + 2^0 + 2^0+ 2^0. > > Portanto, uma "lógica" (?) de definir a a sequência é: > 1)comece com n (no caso, com 2) > 2) os próximos termos são n + 2 ^x e n + 2 ^x +2 ^y, como na > sequência de FIbonacci; > 3) a partir daí some 2^(x.y-y) para obter o próximo termo. > > Não somente temos uma receita para se definir infinitas sequência > interessantes, como esta própria sequência da questão se define > assim (dará todos os naturais depois de 17, já que será somado 2^0 a > cada termo, ao contrário da "receita do d", que também é válida mas > dará 200 no próximo termo). > > O que certamente o "especialista em raciocínio lógico" José Carlos > Pacífico não sabe é que dado qualquer segmento inicial finito, há > infinitas leis de formação (definições matemáticas, em geral > cláusulas "if then else" , ou mesmo polinômios) que se encaixam > naquele segmento inicial. > > Portanto, não só perguntar uma bobagem dessas é irrelevante, como a > resposta não é única, e a explicação é besteira. Das grossas. > Salve a "Gazeta do Povo de Curitiba"! > > Abs, > Walter > > >> Tópicos de Hoje: >> >> 1. Raciocínio "lógico" (Decio Krause) >> 2. Re: Raciocínio "lógico" (Eduardo Ochs) >> 3. Re: Raciocínio "lógico" (Decio Krause) >> 4. Re: Raciocínio "lógico" (Dídimo Matos) >> >> >> ---------------------------------------------------------------------- >> >> Message: 1 >> Date: Wed, 20 Jan 2010 16:30:50 -0200 >> From: Decio Krause <[email protected]> >> Subject: [Logica-l] Raciocínio "lógico" >> To: logica-l área de LÓGICA <[email protected]> >> Message-ID: <[email protected]> >> Content-Type: text/plain; charset="windows-1252" >> >> Pessoal >> Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a >> pergunta que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta lista? >> Eu já errei: aliás, nem consegui responder porque simplesmente não >> sabia o que fazer, já que minha aritmética não indicava qualquer >> conexão entre os números. Vejam vocês mesmos e surpreendam-se com a >> resposta e com a "técnica" usada para formar a sequência (e tem gente >> que ganha dinheiro "ensinando" essas besteiras). >> D. >> >> Provas testam o raciocínio >> Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a >> habilidade do candidato em tomar decisões >> >> 20/01/2010 | 00:01 | MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE >> Comunicar erros >> RSSImprimirEnviar por emailReceba notícias pelo celularReceba >> boletinsAumentar letraDiminuir letra >> Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com a seguinte >> questão: ?Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, 16, 17, 18, >> 19??. Essa é uma típica pergunta de uma prova de raciocínio lógico, >> que tem se tornado comum nas seleções. Pode parecer redundante haver >> testes para ver, em última análise, se os candidatos pensam, mas eles >> têm a função de escolher aqueles com a habilidade de solucionar >> problemas somente com o raciocínio. >> >> De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico, José >> Carlos Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior >> estão cobrando a matéria. ?Alem da matemática, que já era comum na >> aplicação dos testes, o raciocínio lógico matemático entrou como >> novidade. Alguns concursos começaram a exigir esse conteúdo há cerca >> de quatro anos, mas desde 2008 praticamente todos estão cobrando, como >> a Polícia Rodoviária Federal e a Receita Federal?, explica o professor >> que há 20 anos trabalha com cursos preparatórios em Maringá (Noroeste >> do estado). >> >> Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de >> raciocínio vem da dedução mental. ?Uma pessoa estuda raciocínio lógico >> para ter atitudes matemáticas mais rápidas, ou seja, quando surgir um >> problema, ela poderá optar por aquilo que é mais adequado para >> resolver a questão. O raciocínio matemático serve para agilizar o >> pensamento e as atitudes em função de uma situação de risco?. >> >> Saiba mais >> Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos >> Dicas >> >> Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio. >> >> Conteúdo >> >> Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental, ensino >> médio ou em algum curso de nível superior, é importante o candidato >> conhecer o conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos preparatórios. >> >> Material >> >> Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas >> apostilas trazem muitos exercícios. >> >> Questões >> >> Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas que >> caem nos testes costumam ter as mesmas características. Portanto, >> habitue-se com os problemas. >> >> Diversidade >> >> Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas para >> a sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de >> objetos, análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros. >> >> Apesar de ser encarada como um ?bicho de sete cabeças? por muitos, >> Pacífico afirma que a matéria apenas parece que é difícil. ?Embora >> elaborar um raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as >> etapas de montagem de um problema. A dedução lógica acontece por meio >> de uma leitura atenta que leva a uma boa interpretação. Após a >> leitura, o candidato identifica qual é o conteúdo, monta uma >> estratégia e faz a resolução matemática?, explica. >> >> Para ?ensinar os outros a pensar?, Pacífico repassa vários exemplos de >> concursos já realizados. ?Nos testes, as questões de têm a mesma >> característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios. Com >> treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas?. >> >> Dificuldades >> >> Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está no >> fato de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos colégios e >> no ensino superior. ?Eles não viram isso no ensino fundamental, nem no >> ensino médio ou na universidade. Quando começam a estudar no cursinho >> preparatório levam um susto. É um desconhecimento total da matéria, a >> pessoa começa quase que do zero?. >> >> A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel >> Sanches, que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a >> maior dificuldade encontrada com o raciocínio lógico foi ter conhecido >> a matéria somente nos cursinhos preparatórios. ?No início é um pouco >> complicado, mas com treino você começa a pensar melhor. Acho que >> deveria ser ensinado nos colégios, porque também podemos utilizar o >> raciocínio lógico em outras matérias?. >> >> A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto é >> 200, pois o problema se refere aos números que começam com a letra ?d?. >> >> >> >> ________________________________ >> Decio Krause >> Departamento de Filosofia >> Universidade Federal de Santa Catarina >> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil >> [email protected] >> www.cfh.ufsc.br/~dkrause >> ________________________________ >> >> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a >> contradiction here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks >> on the Foundations of Mathematics) >> >> >> >> >> -------------- Próxima Parte ---------- >> Um anexo em HTML foi limpo... >> URL: >> http://www.dimap.ufrn.br/pipermail/logica-l/attachments/20100120/fea58df2/attachment-0001.htm >> -------------- Próxima Parte ---------- >> Um anexo não texto foi limpo... >> Nome : empty.gif >> Tipo : image/gif >> Tam : 43 bytes >> Descr.: não disponível >> Url : >> http://www.dimap.ufrn.br/pipermail/logica-l/attachments/20100120/fea58df2/attachment-0001.gif >> >> ------------------------------ >> >> Message: 2 >> Date: Wed, 20 Jan 2010 16:55:53 -0200 >> From: Eduardo Ochs <[email protected]> >> Subject: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico" >> To: Decio Krause <[email protected]> >> Cc: logica-l área de LÓGICA <[email protected]> >> Message-ID: >> <[email protected]> >> Content-Type: text/plain; charset="windows-1252" >> >> Um amigo meu mostrou esse problema pra mim e pra um conhecido nosso >> meses atrás, e nós passamos uns 20 minutos tentando encontrar a regra >> de formação da seqüência... como nós não conseguíamos ele foi dando >> mais termos da seqüência - com "..."s nos lugares certos - e por volta >> do 200000 a gente desistiu e ele contou a regra. >> >> Pelo menos ele foi honesto e avisou desde o início que pessoas que >> sabem Matemática costumam ter muito mais dificuldade pra resolver esse >> problema que pessoas "normais"... 8-\ >> >> [[]], >> Eduardo Ochs >> [email protected] >> http://angg.twu.net/ >> >> >> 2010/1/20 Decio Krause <[email protected]> >> >>> Pessoal >>> Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a pergunta >>> que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta lista? Eu já errei: >>> aliás, nem consegui responder porque simplesmente não sabia o que fazer, já >>> que minha aritmética não indicava qualquer conexão entre os números. Vejam >>> vocês mesmos e surpreendam-se com a resposta e com a "técnica" usada para >>> formar a sequência (e tem gente que ganha dinheiro "ensinando" essas >>> besteiras). >>> D. >>> >>> Provas testam o raciocínio >>> >>> Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a >>> habilidade do candidato em tomar decisões >>> 20/01/2010 | 00:01 | *MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE* >>> >>> - Comunicar >>> erros<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/posgraduacao/conteudo.phtml?err=1&id=965322> >>> - RSS <http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/rss> >>> - Imprimir >>> - Enviar por >>> email<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/posgraduacao/conteudo.phtml?ema=1&id=965322> >>> - Receba notícias pelo celular<http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/sms> >>> - Receba boletins <http://www.rpc.com.br/boletiminteligente> >>> - Aumentar letra >>> - Diminuir letra >>> >>> Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com a seguinte >>> questão: ?Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, 16, 17, 18, >>> 19??. Essa é uma típica pergunta de uma prova de raciocínio lógico, que >>> tem se tornado comum nas seleções. Pode parecer redundante haver testes para >>> ver, em última análise, se os candidatos pensam, mas eles têm a função de >>> escolher aqueles com a habilidade de solucionar problemas somente com o >>> raciocínio. >>> >>> De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico, José Carlos >>> Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior estão cobrando a >>> matéria. ?Alem da matemática, que já era comum na aplicação dos testes, o >>> raciocínio lógico matemático entrou como novidade. Alguns concursos >>> começaram a exigir esse conteúdo há cerca de quatro anos, mas desde 2008 >>> praticamente todos estão cobrando, como a Polícia Rodoviária Federal e a >>> Receita Federal?, explica o professor que há 20 anos trabalha com cursos >>> preparatórios em Maringá (Noroeste do estado). >>> >>> Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de raciocínio >>> vem da dedução mental. ?Uma pessoa estuda raciocínio lógico para ter >>> atitudes matemáticas mais rápidas, ou seja, quando surgir um problema, ela >>> poderá optar por aquilo que é mais adequado para resolver a questão. O >>> raciocínio matemático serve para agilizar o pensamento e as atitudes em >>> função de uma situação de risco?. >>> >>> - Saiba mais >>> - Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos >>> >>> Dicas >>> >>> *Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio*. >>> >>> *Conteúdo* >>> >>> Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental, ensino >>> médio ou em algum curso de nível superior, é importante o candidato conhecer >>> o conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos preparatórios. >>> >>> *Material* >>> >>> Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas apostilas >>> trazem muitos exercícios. >>> >>> *Questões* >>> >>> Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas que caem >>> nos testes costumam ter as mesmas características. Portanto, habitue-se com >>> os problemas. >>> >>> *Diversidade* >>> >>> Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas para a >>> sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de objetos, >>> análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros. >>> >>> Apesar de ser encarada como um ?bicho de sete cabeças? por muitos, Pacífico >>> afirma que a matéria apenas parece que é difícil. ?Embora elaborar um >>> raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as etapas de montagem de >>> um problema. A dedução lógica acontece por meio de uma leitura atenta que >>> leva a uma boa interpretação. Após a leitura, o candidato identifica qual é >>> o conteúdo, monta uma estratégia e faz a resolução matemática?, explica. >>> >>> Para ?ensinar os outros a pensar?, Pacífico repassa vários exemplos de >>> concursos já realizados. ?Nos testes, as questões de têm a mesma >>> característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios. Com >>> treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas?. >>> >>> *Dificuldades* >>> >>> Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está no fato >>> de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos colégios e no ensino >>> superior. ?Eles não viram isso no ensino fundamental, nem no ensino médio ou >>> na universidade. Quando começam a estudar no cursinho preparatório levam um >>> susto. É um desconhecimento total da matéria, a pessoa começa quase que do >>> zero?. >>> >>> A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel Sanches, >>> que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a maior dificuldade >>> encontrada com o raciocínio lógico foi ter conhecido a matéria somente nos >>> cursinhos preparatórios. ?No início é um pouco complicado, mas com treino >>> você começa a pensar melhor. Acho que deveria ser ensinado nos colégios, >>> porque também podemos utilizar o raciocínio lógico em outras matérias?. >>> >>> A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto é 200, >>> pois o problema se refere aos números que começam com a letra ?d?. >>> >>> <http://ads.globo.com/RealMedia/ads/click_lx.ads/afrpc/gazetadopovo/online/posgraduacao/conteudo/339591897/Middle/default/empty.gif/62643735666136643439636362653230> >>> >>> ________________________________ >>> Decio Krause >>> Departamento de Filosofia >>> Universidade Federal de Santa Catarina >>> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil >>> [email protected] >>> www.cfh.ufsc.br/~dkrause <http://www.cfh.ufsc.br/%7Edkrause> >>> ________________________________ >>> >>> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a contradiction >>> here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks on the Foundations >>> of Mathematics) >>> >>> >>> >>> >>> >>> _______________________________________________ >>> Logica-l mailing list >>> [email protected] >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> >>> >> -------------- Próxima Parte ---------- >> Um anexo em HTML foi limpo... >> URL: >> http://www.dimap.ufrn.br/pipermail/logica-l/attachments/20100120/7374d7f1/attachment-0001.htm >> -------------- Próxima Parte ---------- >> Um anexo não texto foi limpo... >> Nome : não disponível >> Tipo : image/gif >> Tam : 43 bytes >> Descr.: não disponível >> Url : >> http://www.dimap.ufrn.br/pipermail/logica-l/attachments/20100120/7374d7f1/attachment-0001.gif >> >> ------------------------------ >> >> Message: 3 >> Date: Wed, 20 Jan 2010 17:02:41 -0200 >> From: Decio Krause <[email protected]> >> Subject: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico" >> To: Eduardo Ochs <[email protected]> >> Cc: logica-l área de LÓGICA <[email protected]> >> Message-ID: <[email protected]> >> Content-Type: text/plain; charset="windows-1252" >> >> Eduardo >> Seu amigo tem tem razão, eu acho, com relação às "pessoas normais" e >> aquelas que sabem algo de matemática. >> Abraços. >> D. >> >> ________________________________ >> Decio Krause >> Departamento de Filosofia >> Universidade Federal de Santa Catarina >> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil >> [email protected] >> www.cfh.ufsc.br/~dkrause >> ________________________________ >> >> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a >> contradiction here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks >> on the Foundations of Mathematics) >> >> >> >> >> Em 20/01/2010, às 16:55, Eduardo Ochs escreveu: >> >>> Um amigo meu mostrou esse problema pra mim e pra um conhecido nosso >>> meses atrás, e nós passamos uns 20 minutos tentando encontrar a regra >>> de formação da seqüência... como nós não conseguíamos ele foi dando >>> mais termos da seqüência - com "..."s nos lugares certos - e por volta >>> do 200000 a gente desistiu e ele contou a regra. >>> >>> Pelo menos ele foi honesto e avisou desde o início que pessoas que >>> sabem Matemática costumam ter muito mais dificuldade pra resolver esse >>> problema que pessoas "normais"... 8-\ >>> >>> [[]], >>> Eduardo Ochs >>> [email protected] >>> http://angg.twu.net/ >>> >>> >>> 2010/1/20 Decio Krause <[email protected]> >>> Pessoal >>> Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a >>> pergunta que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta >>> lista? Eu já errei: aliás, nem consegui responder porque >>> simplesmente não sabia o que fazer, já que minha aritmética não >>> indicava qualquer conexão entre os números. Vejam vocês mesmos e >>> surpreendam-se com a resposta e com a "técnica" usada para formar a >>> sequência (e tem gente que ganha dinheiro "ensinando" essas >>> besteiras). >>> D. >>> >>> Provas testam o raciocínio >>> >>> Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a >>> habilidade do candidato em tomar decisões >>> >>> 20/01/2010 | 00:01 | MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE >>> Comunicar erros >>> RSS >>> Imprimir >>> Enviar por email >>> Receba notícias pelo celular >>> Receba boletins >>> Aumentar letra >>> Diminuir letra >>> Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com a >>> seguinte questão: ?Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, >>> 16, 17, 18, 19??. Essa é uma típica pergunta de uma prova de >>> raciocínio lógico, que tem se tornado comum nas seleções. Pode >>> parecer redundante haver testes para ver, em última análise, se os >>> candidatos pensam, mas eles têm a função de escolher aqueles com a >>> habilidade de solucionar problemas somente com o raciocínio. >>> >>> De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico, José >>> Carlos Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior >>> estão cobrando a matéria. ?Alem da matemática, que já era comum na >>> aplicação dos testes, o raciocínio lógico matemático entrou como >>> novidade. Alguns concursos começaram a exigir esse conteúdo há cerca >>> de quatro anos, mas desde 2008 praticamente todos estão cobrando, >>> como a Polícia Rodoviária Federal e a Receita Federal?, explica o >>> professor que há 20 anos trabalha com cursos preparatórios em >>> Maringá (Noroeste do estado). >>> >>> Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de >>> raciocínio vem da dedução mental. ?Uma pessoa estuda raciocínio >>> lógico para ter atitudes matemáticas mais rápidas, ou seja, quando >>> surgir um problema, ela poderá optar por aquilo que é mais adequado >>> para resolver a questão. O raciocínio matemático serve para agilizar >>> o pensamento e as atitudes em função de uma situação de risco?. >>> >>> Saiba mais >>> Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos >>> Dicas >>> >>> Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio. >>> >>> Conteúdo >>> >>> Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental, >>> ensino médio ou em algum curso de nível superior, é importante o >>> candidato conhecer o conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos >>> preparatórios. >>> >>> Material >>> >>> Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas >>> apostilas trazem muitos exercícios. >>> >>> Questões >>> >>> Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas >>> que caem nos testes costumam ter as mesmas características. >>> Portanto, habitue-se com os problemas. >>> >>> Diversidade >>> >>> Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas >>> para a sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de >>> objetos, análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros. >>> >>> Apesar de ser encarada como um ?bicho de sete cabeças? por muitos, >>> Pacífico afirma que a matéria apenas parece que é difícil. ?Embora >>> elaborar um raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as >>> etapas de montagem de um problema. A dedução lógica acontece por >>> meio de uma leitura atenta que leva a uma boa interpretação. Após a >>> leitura, o candidato identifica qual é o conteúdo, monta uma >>> estratégia e faz a resolução matemática?, explica. >>> >>> Para ?ensinar os outros a pensar?, Pacífico repassa vários exemplos >>> de concursos já realizados. ?Nos testes, as questões de têm a mesma >>> característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios. >>> Com treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas?. >>> >>> Dificuldades >>> >>> Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está >>> no fato de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos >>> colégios e no ensino superior. ?Eles não viram isso no ensino >>> fundamental, nem no ensino médio ou na universidade. Quando começam >>> a estudar no cursinho preparatório levam um susto. É um >>> desconhecimento total da matéria, a pessoa começa quase que do zero?. >>> >>> A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel >>> Sanches, que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a >>> maior dificuldade encontrada com o raciocínio lógico foi ter >>> conhecido a matéria somente nos cursinhos preparatórios. ?No início >>> é um pouco complicado, mas com treino você começa a pensar melhor. >>> Acho que deveria ser ensinado nos colégios, porque também podemos >>> utilizar o raciocínio lógico em outras matérias?. >>> >>> A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto é >>> 200, pois o problema se refere aos números que começam com a letra >>> ?d?. >>> >>> <empty.gif> >>> >>> ________________________________ >>> Decio Krause >>> Departamento de Filosofia >>> Universidade Federal de Santa Catarina >>> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil >>> [email protected] >>> www.cfh.ufsc.br/~dkrause >>> ________________________________ >>> >>> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a >>> contradiction here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, >>> Remarks on the Foundations of Mathematics) >>> >>> >>> >>> >>> >>> _______________________________________________ >>> Logica-l mailing list >>> [email protected] >>> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >>> >>> >> >> -------------- Próxima Parte ---------- >> Um anexo em HTML foi limpo... >> URL: >> http://www.dimap.ufrn.br/pipermail/logica-l/attachments/20100120/da0ca2f8/attachment-0001.htm >> >> ------------------------------ >> >> Message: 4 >> Date: Wed, 20 Jan 2010 18:03:45 -0200 >> From: Dídimo Matos <[email protected]> >> Subject: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico" >> To: "Eduardo Ochs" <[email protected]>, "Decio Krause" >> <[email protected]> >> Cc: logica-l área de LÓGICA <[email protected]> >> Message-ID: <1eebecadd2be4617b42d24eddbfba...@usuario7f606ff> >> Content-Type: text/plain; charset="windows-1252" >> >> Duzentos, é a próxima letra que começa com d. >> >> Abraços, >> Dídimo Matos >> http://didimomatos.zip.net >> http://twitter.com/didimogeorge >> _______________________ >> As explicações científicas são reais e completas, >> tal como as explicações da vida quotidiana e das religiões >> tradicionais. Diferem destas últimas unicamente por serem mais >> precisas e mais facilmente refutadas pela observação dos factos. >> >> >> From: Eduardo Ochs >> Sent: Wednesday, January 20, 2010 4:55 PM >> To: Decio Krause >> Cc: logica-l área de LÓGICA >> Subject: Re: [Logica-l] Raciocínio "lógico" >> >> >> Um amigo meu mostrou esse problema pra mim e pra um conhecido nosso >> meses atrás, e nós passamos uns 20 minutos tentando encontrar a regra >> de formação da seqüência... como nós não conseguíamos ele foi dando >> mais termos da seqüência - com "..."s nos lugares certos - e por volta >> do 200000 a gente desistiu e ele contou a regra. >> >> Pelo menos ele foi honesto e avisou desde o início que pessoas que >> sabem Matemática costumam ter muito mais dificuldade pra resolver esse >> problema que pessoas "normais"... 8-\ >> >> [[]], >> Eduardo Ochs >> [email protected] >> http://angg.twu.net/ >> >> >> >> 2010/1/20 Decio Krause <[email protected]> >> >> Pessoal >> Vejam o que saiu na Gazeta do Povo de Curitiba hoje. Quem acerta a pergunta >> que fazem no texto? Vamos fazer uma estatística nesta lista? Eu já errei: >> aliás, nem consegui responder porque simplesmente não sabia o que fazer, já >> que minha aritmética não indicava qualquer conexão entre os números. Vejam >> vocês mesmos e surpreendam-se com a resposta e com a "técnica" usada para >> formar a sequência (e tem gente que ganha dinheiro "ensinando" essas >> besteiras). >> D. >> >> >> Provas testam o raciocínio >> Processos de seleção têm incorporado o teste de lógica para ver a >> habilidade do candidato em tomar decisões >> >> 20/01/2010 | 00:01 | MARCUS AYRES, JORNAL DE MARINGÁ ON-LINE >> a.. Comunicar erros a.. RSS a.. Imprimir a.. Enviar por email a.. Receba >> notícias pelo celular a.. Receba boletins a.. Aumentar letra a.. Diminuir >> letra Em um concurso público, os candidatos podem se deparar com a seguinte >> questão: ?Qual é o próximo número da sequência: 2, 10, 12, 16, 17, 18, 19??. >> Essa é uma típica pergunta de uma prova de raciocínio lógico, que tem se >> tornado comum nas seleções. Pode parecer redundante haver testes para ver, >> em última análise, se os candidatos pensam, mas eles têm a função de >> escolher aqueles com a habilidade de solucionar problemas somente com o >> raciocínio. >> >> De acordo com o matemático e especialista em raciocínio lógico, José Carlos >> Pacífico, praticamente todos os concursos de nível superior estão cobrando a >> matéria. ?Alem da matemática, que já era comum na aplicação dos testes, o >> raciocínio lógico matemático entrou como novidade. Alguns concursos >> começaram a exigir esse conteúdo há cerca de quatro anos, mas desde 2008 >> praticamente todos estão cobrando, como a Polícia Rodoviária Federal e a >> Receita Federal?, explica o professor que há 20 anos trabalha com cursos >> preparatórios em Maringá (Noroeste do estado). >> >> Mas o que é o raciocínio lógico? Segundo Pacífico, a ideia de raciocínio >> vem da dedução mental. ?Uma pessoa estuda raciocínio lógico para ter >> atitudes matemáticas mais rápidas, ou seja, quando surgir um problema, ela >> poderá optar por aquilo que é mais adequado para resolver a questão. O >> raciocínio matemático serve para agilizar o pensamento e as atitudes em >> função de uma situação de risco?. >> >> a.. Saiba mais >> b.. Veja algumas questões que caíram em provas de concursos públicos >> >> Dicas >> Veja alguns conselhos para se preparar para a prova de raciocínio. >> >> Conteúdo >> >> Como a matéria não consta na programação do ensino fundamental, ensino >> médio ou em algum curso de nível superior, é importante o candidato conhecer >> o conteúdo, por livros, apostilas ou cursinhos preparatórios. >> >> Material >> >> Um bom material é essencial para compreensão do conteúdo. Algumas apostilas >> trazem muitos exercícios. >> >> Questões >> >> Trabalhe questões que já caíram em outros concursos. As perguntas que caem >> nos testes costumam ter as mesmas características. Portanto, habitue-se com >> os problemas. >> >> Diversidade >> >> Varie os tipos de questões estudadas. Existem perguntas voltadas para a >> sequência lógica matemática, sequência numérica, sequência de objetos, >> análise combinatória, arranjo, permutação, entre outros. >> Apesar de ser encarada como um ?bicho de sete cabeças? por muitos, Pacífico >> afirma que a matéria apenas parece que é difícil. ?Embora elaborar um >> raciocínio não seja algo mecânico, é fácil perceber as etapas de montagem de >> um problema. A dedução lógica acontece por meio de uma leitura atenta que >> leva a uma boa interpretação. Após a leitura, o candidato identifica qual é >> o conteúdo, monta uma estratégia e faz a resolução matemática?, explica. >> >> Para ?ensinar os outros a pensar?, Pacífico repassa vários exemplos de >> concursos já realizados. ?Nos testes, as questões de têm a mesma >> característica. Então trabalhamos com vários tipos de exercícios. Com >> treino, os candidatos ficam mais habituados com os problemas?. >> >> Dificuldades >> >> Para Pacífico, a maior dificuldade encontrada pelos estudantes está no fato >> de o aluno não ter contato com o raciocínio lógico nos colégios e no ensino >> superior. ?Eles não viram isso no ensino fundamental, nem no ensino médio ou >> na universidade. Quando começam a estudar no cursinho preparatório levam um >> susto. É um desconhecimento total da matéria, a pessoa começa quase que do >> zero?. >> >> A opinião do professor é compartilhada pela estudante Maria Isabel Sanches, >> que tem prestado concursos há quatro anos. Segundo ela, a maior dificuldade >> encontrada com o raciocínio lógico foi ter conhecido a matéria somente nos >> cursinhos preparatórios. ?No início é um pouco complicado, mas com treino >> você começa a pensar melhor. Acho que deveria ser ensinado nos colégios, >> porque também podemos utilizar o raciocínio lógico em outras matérias?. >> >> A propósito, a resposta correta para a questão que abre este texto é 200, >> pois o problema se refere aos números que começam com a letra ?d?. >> >> >> >> >> ________________________________ >> Decio Krause >> Departamento de Filosofia >> Universidade Federal de Santa Catarina >> 88040-990 Florianópolis, SC -- Brasil >> [email protected] >> www.cfh.ufsc.br/~dkrause >> ________________________________ >> >> >> "But there is a contradiction here!---Well, then there is a contradiction >> here. Does it do any harm here?" (Wittgenstein, Remarks on the Foundations >> of Mathematics) >> >> >> >> >> >> >> >> >> _______________________________________________ >> Logica-l mailing list >> [email protected] >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> >> >> >> >> >> >> -------------------------------------------------------------------------------- >> >> >> _______________________________________________ >> Logica-l mailing list >> [email protected] >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> -------------- Próxima Parte ---------- >> Um anexo em HTML foi limpo... >> URL: >> http://www.dimap.ufrn.br/pipermail/logica-l/attachments/20100120/a654a575/attachment.htm >> -------------- Próxima Parte ---------- >> Um anexo não texto foi limpo... >> Nome : não disponível >> Tipo : image/gif >> Tam : 43 bytes >> Descr.: não disponível >> Url : >> http://www.dimap.ufrn.br/pipermail/logica-l/attachments/20100120/a654a575/attachment.gif >> >> ------------------------------ >> >> _______________________________________________ >> Logica-l mailing list >> [email protected] >> http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l >> >> >> Fim da Digest Logica-l, volume 47, assunto 15 >> ********************************************* >> > > > > -- > > +++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++++ > Walter Carnielli > Centre for Logic, Epistemology and the History of Science – CLE > State University of Campinas –UNICAMP > P.O. Box 6133 13083-970 Campinas -SP, Brazil > Phone: (+55) (19) 3788-6519 > Fax: (+55) (19) 3289-3269 > e-mail: [email protected] > Website: http://www.cle.unicamp.br/prof/carnielli > _______________________________________________ > Logica-l mailing list > [email protected] > http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l > _______________________________________________ Logica-l mailing list [email protected] http://www.dimap.ufrn.br/cgi-bin/mailman/listinfo/logica-l
