Será que a proposta de classificar comportamentos como "congressivos"
ou "ingressivos" (senão mesmo "agressivos") ---que não foi mencionada
na presente thread até agora, e que teria sido inspirada pelo trabalho
da autora em Teoria das Categorias--- poderia ter valor no que diz
respeito à elaboração de políticas públicas de inclusão?  Alguém teria
aqui algum contra-argumento relevante a apresentar?

Não conheço o suficiente o trabalho de Cheng nem para defendê-lo nem
muito menos para atacá-lo.  Mas esta frase escrita por ela, citada no
book review da Nature, é reveladora de seus objetivos:
“I nurture, encourage and reward congressive behaviour such as
curiosity, open-mindedness and collaboration, not ingressive behaviour
such as showing off, posturing or belittling others.”
(De minha própria parte, certamente gostaria de ver tal sorte de
reflexão refletida no meu trabalho como educador, junto à minha filha
e aos meus alunos.)

Joao Marcos

--
http://sequiturquodlibet.googlepages.com/

-- 
Você está recebendo esta mensagem porque se inscreveu no grupo "LOGICA-L" dos 
Grupos do Google.
Para cancelar inscrição nesse grupo e parar de receber e-mails dele, envie um 
e-mail para [email protected].
Para ver esta discussão na web, acesse 
https://groups.google.com/a/dimap.ufrn.br/d/msgid/logica-l/CAO6j_LjDHyxPxsYjo6bGei4B1RPT5BcEsHmD9TdXv0YURgsD3w%40mail.gmail.com.

Responder a