Alguns "Acho que..."
Também rola a gente começar a agitar um material informando sobre a
metodologia e sobre alguns comprometimentos que os esporos precisariam
ter com o conceito. Como sempre, vou citar o MH: "Faço algo a você para
que você faça a outros". Isso já coloca o nego em situação de compartilhar.
Ter um espaço virtual (como esse) para discutir o que estamos fazendo é
mais produtivo que um curso on-line. O ideal é uma orientação
presencial, no início; um acompanhamento dos processos; a informação da
existência deste canal virtual; conseguir o comprometimento de difusão
do conhecimento e da informação através destes canais.
A metodologia de um roadshow pode acabar colocando o sujeito em situação
de espectador do meta. Isso não é bom, porque pode reforçar o
clientelismo. Deveríamos nos aprofundar em colocar as pessoas em
situação de resolver os problemas quando resolvem metareciclar algo. Nós
temos uma capacidade de trabalho monstruosa, e conseguimos colocar estas
coisas funcionando praticamente sozinhos, ou entre poucos. Imagine isso
sendo feito entre muitos.
Para isso, é bom colocar os negos em situação de resolver as coisas,
mesmo que isso seja mais lento um pouco. É melhor que os problemas
fiquem evidentes e que isso revele a falta de comprometimento do grupo
com o assunto (porque se pode consensuar que atitudes devem ser tomadas
em relação a isso), do que uma pessoa resolver todo o problema e deixar
as coisas funcionando. Porque quando o sistema entra em colapso, vão
procurar esta pessoa para consertá-lo e isso gera dependência e
clientelismo. E nos sentimos como burros de carga (ficamos com um
registro lamentável da experiência).
Ninguém tem nada a dizer quando as coisas funcionam. O problema é quando
elas não funcionam.
E no meta, acabamos partindo de equipamentos que supostamente não
funcionam mais e lutamos contra essa entropia forçada (como o Régis e
seu MAC) reutilizando essas máquinas. Bem... A falta de capacidade
organizativa das pessoas também é uma entropia forçada. É uma crença
estúpida...
Isso vai demandar mais envolvimento e um pouco mais de foco. Talvez
tenhamos que dispersar alguns elementos que funcionam juntos a muito
tempo para que estes orientem e acompanhem os processos de grupos
distintos, durante mais tempo. Não sei se é um bom modelo ir ao local,
agitar uma vivência de metareciclagem, sair fora esperando que o sujeito
acompanhe as paradinhas pelas listas e siga tocando a coisa. Podemos
repensar as coisas de forma que quando o cara vem tomar contato com o
processo ele já saiba desse comprometimento prévio com a idéia. Porque
temos com quem contar em cada grupo.
Senão continuamos ocasionais. Frutos do aleatório.
Precisamos de uma metodologia... Dentro na nossa anarquia, que é saudável.
ABraço
Djair
regis wrote:
Pessoal,
acho que este caminho pode ser um grande incentivo para nois que estamos
distantes de um grande centro.
1. Curso online de gestão de um esporo metareciclento
2. Workshop presencial itinerante - roadshow metareciclento
3. Intercâmbios e residências entre integrantes de diferentes esporos
Retirado de
"http://xango.metareciclagem.org/wiki/index.php/ProcessoReplicacao"
Gostaria de compartilhar principalmente do intem:3. Intercâmbios e
residências entre integrantes de diferentes esporos.....temos muito a
oferecer neste intem especifico.
Regis (-:
"O Universo é uma rua de mão única"
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